NPC 78 – YouTube

Randal Bergamasco 29 de junho de 2016 24
NPC 78 – YouTube

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Luz, câmera, ação! Você reparou como vários nossos hábitos mudaram nos últimos anos? Graças ao avanço e o acesso à tecnologia, atualmente temos uma quantidade impressionante de informações em conteúdos variados. E um desses serviços inovou a maneira que consumimos o audiovisual, tanto pela quantidade de material quanto pela capacidade de escolher quando consumi-los. No programa de hoje, Randal Bergamasco (@randalberga) recebe Lucien, O Bibliotecário (@cabulosocast), Sérgio Siverly (@CanalBotecoF1) e Thiago Miro (@ThiagoMiro) e falam sobre o YOUTUBE. Quem o criou, quem o comprou (e por quanto), quantas pessoas no mundo usam esse serviço? Você sabe o que significa conteúdo sob demanda (ou on demand)? No programa de hoje, saiba quais os principais canais no Brasil e no mundo, quais gostamos ou não; como o YouTube mudou a maneira de assistirmos TV; e de que maneira a televisão pode conter o avanço a passos largos desse site? E lógico, não poderíamos deixar de compará-lo com a mídia podcast. Isso e muito mais nesse episódio recheado de informações, reflexões e opiniões.  

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 14:28 minutos.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– Leitor Cabuloso – Site do Cabulosocast, onde Lucien, o Bibliotecário é host
– Mundo Podcast – Portal sobre podcast de Thiago Miro

– Podcast F1 Brasil – Podcast onde Sérgio Siverly é integrante
– Canal Boteco F1 no Youtube
– Canal LCTV no Youtube

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Pesquisa de opinião NPC 2016
– Nerdcast 10 – Nostalgia Tecnológica (Podcast)
– YouTube prepara serviço de TV online, diz site (G1)
– Globo exige ibope e alerta clubes: futebol na TV aberta vai morrer (Uol)
– Os 15 YouTubers mais populares do mundo (Exame)
– Os 10 canais do YouTube com mais inscritos no Brasil (Dia Estúdio)
– Vou te encoxar | Paródia Psy – Gangnam Style (YouTube)
– Tô sem sinal da TIM (YouTube)
– Canal Nostalgia (YouTube)
– Luciano Pires na Hebe (YouTube)
– YouTube anuncia YouTube Red, versão paga e sem anúncios (G1)
– ‘Odeio história de bicha’, diz Benedito Ruy Barbosa (Extra)
– Todd Cochrane, CEO do Blubrry – Entrevista (Mundo Podcast)
– CabulosoCast #163 – Livros de YouTubers (Podcast)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
Previsão da publicação do próximo episódio: 20 de julho de 2016.

  • OLucasConrado

    Fala, Randal, beleza?
    Então, a “massagem de opinião” que eu disse no último episódio é tipo aqueles “debates” no qual as pessoas que concordam com A falam para pessoas que concordam com A. É tipo massagem de ego, saca? As campanhas parecem focadas mais para as pessoas que já pensam como eles, meio que reforçando que elas pensam “certo”.

    • Randal Bergamasco

      Roger that!

  • OLucasConrado

    É engraçado, ao longo do programa, eu ia me lembrando bastante do que a gente passava no meu último emprego. Eu trabalhava numa agência que prestava serviço para um grande canal de TV aí, cuidando dos sites da área de Responsabilidade Social. Um dos sites era o daquele programa que passa sábado de manhã, apresentado pela jornalista famosa pelo bordão “que deselegante!”

    Eles se esforçavam MUITO pra atrair o público da internet. Inclusive para convidar o público para participar do programa, enviando perguntas, depoimentos e outros vídeos online. Mas era uma ferramenta tão chata de se cadastrar e que dava tanto problema (era MUITO comum a página de carregamento de vídeo dar erro), que a participação do público era baixíssima.

    Vira e mexe, surgia a proposta de o público enviar os vídeos para o programa pelo YouTube. Mas aí caía na questão legal do direito de imagem. Quando a pessoa subia o vídeo no site do canal, ela automaticamente cedia o direito de imagem. Isso não acontecia no YouTube. Até questão jurídica atrapalhava a atração do público da internet pra TV.

    Isso sem contar com o pensamento retrógrado da diretoria do canal sobre a internet. Só em 2015, criaram uma conta no YouTube. Em 2014, não queriam investir no Facebook do canal porque “roubava audiência” do site deles. Eles não enxergam (ou enxergavam) a internet como ferramenta, era concorrente. Era como se a internet fosse o canal do pastor ou do Silvio Santos.

    Assim é difícil atrair o público da internet pro canal.

    TV pra mim hoje é segunda ou até terceira tela. Perde fácil para o notebook e o celular. Não tenho disciplina pra ficar lembrando dia/hora de programa. Os poucos programas que “assisto” hoje são o MasterChef e alguns jogos de futebol. Mas sempre prestando mais atenção aos comentários do Twitter do que ao que acontece na tela.

    E sobre podcasts, eu gosto deles assim, “intimos”, com essa relação que a gente tem. Dessa coisa mais horizontal, com produtores e público mais ou menos no mesmo patamar. Hoje, chegou aqui em casa um avião de metal enviado pela apresentadora do Galleycast.

    Quando que um podcaster grande vai me enviar presente assim? Nunca! O programa fica grande demais e ocorre esse afastamento do podcaster em relação ao ouvinte. Fica tipo a relação entre a TV e o público.

    Randal, seu programa é SIM o melhor do Brasil. Pelo menos o meu favorito. Continue assim!

    Grande abraço
    Lucas Conrado
    27 anos
    Não sei qual será minha profissão quando cê ler isso
    Rio de Janeiro

    • Randal Bergamasco

      É isso aí, a proximidade do podcast com seus ouvintes ainda é o maior atrativo da mídia. E, sem dúvida, esse conservadorismo dos profissioanais das mídias convencionais está as matando por si só.

    • Sérgio Dias

      Que relato sensacional, Lucas! É o mesmo comportamento do pessoal lá nos anos 1950 sobre a TV: “Não vai dar em nada, eles diziam”. Até no filme “Cantando na Chuva” tem uma cena em que os produtores dizem que o filme falado não vai dar em nada e sofrem com o novo comportamento do público. E sobre o podcast, é isso aí, é o melhor lugar para ter uma relação intimista com o público!

      Abração, querido. 😉

  • Juliano Loiola

    Olá Randal,
    Primeiramente, mais um ótimo episódio. Parabéns.

    Sobre o Youtube eu posso dizer que durante muito tempo tive preconceito com a mídia, pois não suportava os adolescentes que pareciam fazer questão de gritar o tempo inteiro nos vídeos. Talvez isso aconteceu devido eu ter conhecido o Youtube já após minha adolescência.

    Hoje vejo que estava errado e tem sim muita coisa interessante nessa mídia. Atualmente eu acompanho canais que trazem o cotidiano de brasileiros no exterior, tais como, o Japão nosso de cada dia, o Alemanizando e o Amigo Gringo.

    Outra coisa, acredito que a mídia podcast ainda pode crescer bastante, pois se não estou enganado o Youtube só ganhou notoriedade no Brasil há alguns anos mesmo já existindo desde meados de 2005. Também acredito que os anúncios são uma alternativa para acelerar o crescimento dos podcasts e cabe a nós (ouvintes) entendermos que os produtores precisam arrecadar mais dinheiro com a mídia para torna-la mais profissional. Afinal, qual a diferença entre anunciar no rádio ou no podcast? Seria somente uma questão de número de ouvintes?

    Valeu, Abraço.

    • Juliano Loiola

      Esqueci, moro em São Paulo- SP e tenho 25 anos. rsrs

    • Randal Bergamasco

      Toca aqui: eu também assisto ao Alemanizando e o Amigo Gringo!
      Quanto a relação da monetização dos podcasts e seu crescimento, acredito que sua conta está correta. Porém, a mídia tem que se tornar mais popular. E espero que você esteja correto quanto a demora em seu crescimento.

  • Bruno Loula

    Olá Randal.

    Acho que faltou falar da parte educacional, temos canais incríveis de matemática, português, inglês, química e etc, porém estes canais têm pouquíssimas visualizações. Não quero criticar o público-alvo do Youtube, mas eles têm uma grande ferramenta nas mãos e não sabem utilizar.
    A parte educacional do Youtube tornou a nossa educação que é defasada um pouco mais democrática.

    Bruno Loula – 30 anos
    Diadema – SP

    • Randal Bergamasco

      Rapaz, eu me esqueci de relacionar o YouTube com a educação! Eu mesmo utilizei um canal que ensinava português e conteúdo relacionado a construção civil para fazer um concurso, e atendeu perfeitamente para o que eu precisava.
      Não inseri na pauta esse tópico, e me esqueci completamente de tocar no assunto. Falha nossa mesmo e obrigado por ampliar aqui.

      • Bruno Loula

        Esquenta não, é difícil colocar tudo na pauta.

  • Olá Randal

    Mais um episódio fantástico e de relevância. Mesmo com pouco mais de uma hora de duração, levantou pontos interessantíssimos.

    Ainda mais porque esta semana houve um várias reportagens a respeito da TV a cabo e a ameaça de serviços como o netflix.

    Na minha opinião o que me parece bastante evidente, até pelas falas de cada candidato, é que a maneira que algumas empresas exploram a produção televisiva de conteúdo está com os dias contados. Se fosse para dar uma data eu apostaria em algo como 10 a 15 anos. Isso porque estas empresas possuem um poderio financeiro gigante.

    Algo que manterá estas empresas, tanto de TV aberta quanto de TV fechada, são as agências de publicidades que sustentam um modelo de negócio a cada dia menos compatível com a realidade. Estas mesmas agências de publicidades sustentam, e muito, grande parte de revistas e jornais, mas isso já é outro assunto para um outro NPC.

    Acredito que a grande virada em termos de sustentação do modelo de negócio de TV aberta e fechada são os millenials. Ou seja as pessoas que nasceram no século 21, e já tem desde pequeno Youtube, tablet, netflix e liberdade de criar e escolher o que assistir. São estas pessoas que hoje com 16 anos para baixo que no futuro não terá identificação com o modelo que a televisão da américa latina inteira sustenta.

    Houve na Argentina uma grande discussão em canais de TV sobre isso, especialmente quando o canal “Yo Soy Hermán” (que é hilário) explodiu e tinha mais audiência que qualquer programa na Argentina. Porque para os “velhos” que nunca ouviram falar dele não estavam entendendo o tamanho do sucesso. Ironicamente o canal teve uma alavancada de mais pessoas que foram conhecer o trabalho do chileno. Ironicamente ainda foi uma das maiores audiências do programa naquele ano.

    O mesmo fenômeno acontece hoje no Brasil em que a pessoa mais famosa da atualidade é a Kefera, e não precisou ser apadrinhada na Rede Globo, o programa de humor mais visto do Brasil é o Porta dos Fundos e nunca precisou de nenhuma pessoa ser famosa. Na Argentina o programa que angariou maior audiência foi da comediante Malena Pichot, que ficou famosa por todos os seus canais do YouTube, fez vários programas de sucesso na TV, e acabou voltando a fazer humor na internet, por conta da visualização.

    Enfim… parabéns pelo programa brilhante e pela categoria de sempre

    Luciano

    • Randal Bergamasco

      Valeu por ampliar a discussão, Luciano!
      E concordo com você: o modelo de televisão atual não dura 10 anos.

  • Fala, Randal.

    Show de bola esse ep. O YouTube é a personificação do quanto a linguagem evoluiu: enquanto a TV segue aquele velho e medroso padrão de sempre, o YouTube (e plataformas de streaming em geral) já falam melhor a língua do público, inclusive por ter, entre os produtores de conteúdo, pessoas de carne e osso, que já foram e são público. O resultado é a existência de canais formidáveis como o do Castanhari, que está numa direção que me agrada bastante. Realmente, como alguém disse aqui nos comentários, a utilidade do YouTube para a educação é incrível: e educação num sentido bastante amplo, já que encontramos bom conteúdo para estudantes de Ensino Médio, por exemplo, mas conteúdo mais técnico como, no meu caso, de music business. É formidável.

    Quanto à discussão final, sobre o futuro do podcast, concordo (não tem como discordar) que a abrangência do podcast jamais chegará aos pés do streaming de vídeo, pelo simples fato de o ser humano ser essencialmente visual. Só que temos de encarar o podcast como uma mídia de nicho: a mídia é perfeita em si e serve bem aos seus objetivos: é sensacional tornar produtivos momentos desinteressantes da vida, como lavar louça, dar uma faxina em casa, pegar uma fila de banco, etc, enquanto absorve conteúdo sem deixar de estar alerta ao mundo externo (como bem disse um dos convidados, assistir vídeos no ônibus é fora de cogitação no Brasil). O podcast é sim a evolução do rádio, como o YouTube e o Netflix são a evolução da TV e o Spotify e similares são a evolução dos discos e fitas.

    Acho que o podcast tem vida longa e ainda não considero que estamos em seu auge: o que vai acontecer, em minha opinião, é a mídia crescer “de mansinho”, sem fazer muito alarde e, quando menos se esperar, estará impregnada numa boa parte da população. Claro, isso vai demorar bastante, se comparado a outras formas de mídia, mas só consigo enxergar crescimento para a mídia podcast. Só não devemos esperar algo pomposo e de superexposição. Podcast é a mídia dos que não se contentam em receber conteúdo sem fazer o mínimo de esforço. É a mídia dos que gostam de fuçar.

    Grande abraço!

    • Randal Bergamasco

      Mas eu continuo ainda a não entender o por quê da mídia não ter se tornado mais popular por aqui. Como você mesmo disse, é uma excelente companhia no trânsito, no deslocamento da escola para o trabalho ou realizando serviços doméstico, ou seja, atos presentes em todo o cotidiano atual.
      Já vivi situações que ouvi podcast o dia inteiro no trabalho – quando estou desenhando, que é algo que não toma minha atenção e, muito pelo contrário, ajuda-me a focar no projeto – além de ouvir mais nas minhas caminhadas diárias após o expediente.
      E quando vou realizar qualquer viagem, seja curta ou longa, eu não escuto mais música faz muitos anos: só ouço podcast.

      • Talvez falte mais divulgação por parte das mídias mainstream. Quem já conhece a mídia, geralmente é como nós: escuta sempre e já transformou em hábito. Mas a grande maioria da população mal faz ideia do que seja. Por isso os podcasters e o próprio público devem ser bem unidos pra divulgar a mídia: professores, jornalistas, artistas, etc, devem sempre buscar uma forma de inserir o podcast no imaginário popular. Meu caso, por exemplo: nunca vi outro músico falar de podcast (na verdade a maioria dos músicos mal sabe divulgar seu próprio trabalho, quanto mais algo que curte). É uma invenção incrível e super útil. Merece muito ter entusiastas.

  • Ótimo papo pessoal! Principalmente as comparações, papo sobre streaming, bom, vocês cobriram grande parte do assunto. Parabéns!
    Sobre meu consumo de YouTube, hoje não tenho “TV”, apenas streaming. Mas apesar de assinar muitos canais do YouTube, eu não assisto sempre, pois escuto mais podcast. Para ouvir podcast não preciso estar na frente de uma tela. Por isso estou bem atrasado em vários canais. Mas mesmo assim continuo acompanhando e deixando minha visualização.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Randal Bergamasco

      Reconheço que também assino vários canais que assisto esporadicamente; outros, eu vejo toda a semana.
      RIP TV aberta.

  • Pingback: CabulosoCast #171 - Mangás tão bons quanto livros | Leitor Cabuloso()

  • Carlos Baraúna

    Olá Randal tudo bem… Primeiramente parabéns pelo conteúdo. Sou consumidor de podcast a muito tempo desde os inícios do Jovem Nerd e Café Brasil que eu recomendo muito. Sobre o tema gostaria de um esclarecimento, o Thiago fala do que o Nando Moura é editor do Nostalgia, queria saber se é o mesmo Nando Moura que tem o canal no Youtube e que criticou muito o video sobre a ditadura feito pelo nostalgia.
    E como voces falaram tem muita gente mudando o foco principal do canal ou fazendo canais secundários. A exemplo do Resident Evil que citaram, tem outro canal que é de um cara que joga Minecraft e ele fez um secundário que mostra o dia a dia do cara, e tem muitos views e ao contrario do que o Thiago falou sobre o Winderson os views não são por que o cara aparece sem camisa, até por causa do porte do cara, mas são 200 a 300k em poucas horas em videos como eu indo fazer compras. Realmente tem muitos canais que não entendo o sucesso que tem… Mas uma vez parabéns. E como citado muitas vezes quiz fazer um video apenas pra expor a opinião sobre um assunto que não foi tratado da forma que deveria, mas ultimamente penso seriamente em fazer um podcast. Parabéns cara.

    • Randal Bergamasco

      Eu nem vou comentar nada aqui, pois sua mensagem está no próximo Correio da Roça. Lá “conversamos”, ok?

  • Mauro Segura

    Grande Randal.
    Parabéns pra você, pro Thiago, Lucien e Sergio. Só fã do NPC e adorei o NPC 78 falando sobre o YouTube e o tsunami que vem por aí em cima da TV. Surpreendentemente vocês entraram no assunto podcast e aí eu não resisti em enviar essa mensagem para vocês. Eu não concordo integralmente com o que vocês falaram. Eu acho que existe um potencial enorme de crescimento para os podcasts no Brasil. E meu ponto gira ao redor do que o Thiago falou: a grande maioria das pessoas desconhecem podcasts, ou seja, temos um mercado absurdamente grande que ainda não foi tocado. Para mim essa descoberta virá quando surgir uma espécie de YouPod, uma versão de YouTube para podcasts, estou falando de um agregador poderoso, disponível e acessível em todas as plataformas. Tem uma mina de ouro aí. E o segundo movimento para alavancagem de podcasts será quando dois ou três grandes anunciantes adotarem a mídia e começarem a desenvolver coisas para ela. Acredito que exista uma janela de oportunidade para a mídia podcast. Por que as pessoas escutam compulsivamente música em seus smartphones e não escutam podcasts? A resposta é simples: elas não conhecem.
    Vida longa ao NPC. Abraços! Mauro Segura.

    • Randal Bergamasco

      Muito obrigado pelo comentário, Segura. E olha, do fundo do meu coração, espero mesmo que você esteja completamente certo, viu?
      Uma pena que já gravamos o “Correio da Roça”, seria uma comentário bastante pertinente para contrapor a minha opinião e a do Lucien.
      Valeu!

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