NPC 73 – Choque de Gerações

Randal Bergamasco 20 de março de 2016 46
NPC 73 – Choque de Gerações
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Que brasa, mora? Beleza, bicho? Vlw, flw 🙂 E começa agora a edição 73 do Na Porteira Cast! E no programa de hoje, Randal Bergamasco (@randalberga) recebe os digníssimos Francisco Seixas (@temacast) e Arnon Rodrigo (@ArnonRodrigo) para abusarem de suas experiências pessoais para debaterem sobre CHOQUE DE GERAÇÕES. Nesse podcast, conheça melhor os Baby Boomers, as Gerações X e Y e a controversa Geração Z. Você sabe onde você se encaixa nessa? Descubra por que gerações não são iguais a horóscopo; debata quais são as melhores e piores gerações e o que podemos esperar do futuro. Esteja pronto então, pois o Na Porteira Cast está no ar!

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 12:24 minutos.

:-: SITE DOS CONVIDADOS: :-:
– Temacast – Podcast onde Francisco Seixas é host
– Nossocast – Podcast onde Arnon é integrante fixo
– Nossa Música – Coluna musical do Arnon no Nossocast
– Ok ok! – Projeto paralelo do Arnon no Nossocast

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– As gerações Baby Bommer, X, Y e Z (Coisa e Tal)
– A Geração Z (Site da Veja)
– Veja as características que marcam as gerações Baby Boommer, X, Y e Z (Globo Ciência)
– Entendendo as Gerações Veteranos, Boomers, X e Y (Site da PUC/SP)
– Gerações X, Y e ‘Baby Boomers”: Quem são? (Olhar Digital)
– Frase de Sócrates citada no episódio (Mundo Frases)
– Adolescência vai até os 24 anos, dizem médicos (G1)
– Nossocast #126: A mão do preconceito chega a tremer! (Podcast)
– Temacast #25: A era dos extremos
– Quem mora sozinho hoje é um ótimo mercado (Exame)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
Previsão da publicação do próximo episódio: 10 de abril de 2016.

  • Armando Galleni

    First!

    Isso é coisa de véio ou de Jovi?

    • Randal Bergamasco

      Nunca saiu de moda!

    • De véio, claro!
      Tá pensando o quê?
      🙂

  • Rodrigo Cardoso

    E o Sacutti ? No último NPC o Randal disse que o pai dele tinha falecido e ele estava se recuperando. Alguma previsão de quando ele volta ?

    • Randal Bergamasco

      Ainda não, Rodrigo. Mas acredito que ele possa voltar em breve!

      • Rodrigo Cardoso

        Ok Randal. Mande um abraço pra ele. Perdi meu pai com 15 anos, e imagino que para ele, que tinha uma boa relação e tem mais de 40, deve estar sendo difícil.
        Espero que ele volte logo. O sotaque dele é muito divertido!
        Um grande abraço pra vocês!

  • Gharcia

    Meus sentimentos e um grande abraço ao Sacutti.

    Sobre o episódio, me sinto exatamente como o Seixas.
    Minha mãe nasceu em 1932 e eu nasci em 1981. Sendo filho caçula, minhas irmãs são das gerações comentadas no episódio.
    E tenho um sobrinho-neto na idade do Arnon.

    Por ter esse fácil acesso, me comunico com todas as gerações sem problemas.
    E não vejo que nenhuma delas é melhor ou pior. Afinal os mais novos veem algo no snapchat que eu não vejo. Estou velho pra isso. E gente que acha que livro físico é melhor que digital, e eu acho isso muito da Era do Byte Lascado.

    No mais, discussão respeitosa, vívida e me fez pensar em muitas coisas.

    Nota: veio no feed hoje: Millenials não existem http://www.b9.com.br/64032/web-video/millenials-nao-existem-estupido/

    Abraços e Sucesso!

    • Randal Bergamasco

      Que coincidência o B9 escrever sobre algo relacionado ao nosso episódio!
      Como dissemos no programa, geração não é horóscopo, Gharcia. Na verdade, nossa personalidade é única, feita de nossas experiências pessoais. É lógico que o que está a nossa volta também nos influencia; mas o contato humano tem uma grande parcela em nossa personalidade, preferências e modo de agir.

  • Oi Randal

    Parabéns por mais um episódio de qualidade do NaPorteiraCast.

    Eu sou da sua geração, e um pouquinho mais velho até (mas da mesma geração).

    Por eu ter tido alguns “problemas” na escola, e ter ficado para trás em algumas series, tive de conviver sempre com pessoas mais novas. O mesmo aconteceu na faculdade, que tive de conviver com pessoas relativamente mais novas (em torno de 5 a 7 anos). Isso me fez aprender a conviver com gostos, filosofias e até mesmo preferências diferentes.

    Aprendi, após conviver com meu avô, que sempre haverá diferenças de gerações, e tudo depende da abertura intelectual da pessoa. Ele, por exemplo, nasceu em uma época que o radio estava surgindo, e viu tudo acontecer até o momento. Hoje com 95 anos se adaptou facilmente à quantidade de informação, e apesar de alguns vícios, é uma pessoa que ja afirmou que o que mudou foram as tecnologias.

    As pessoas, o mau caratismo, os políticos sem vergonhas, os preconceitos (e olha que ele tem um contêiner deles), as trolagens, os babacas, os idiotas, os burros, os explorados e etc.. Sempre existiram. Sempre.

    E assim ele ri, e volta a prestar atenção à televisão e aos programas que ele gosta.

    Ele diz que o que muda na vida das gerações são algumas preferências, mas no fundo tudo acaba seguindo o mesmo rumo.

    Um grande abraço para você e parabéns pela qualidade de sempre do podcast

    Luciano

    • Randal Bergamasco

      A velha sabedoria dos mais velhos, quase sempre vilipendiada pelos mais novos. Sabe, eu mesmo reconheço que, quando jovem, quase nunca concordava com a opinião daqueles mais velhos; porém, nas portas dos meus 40 anos, entendo que devemos sim considerar as suas experiências com toda a atenção e com todo o respeito. As diferenças de “mundos” devem ser deixadas de lado para que todas as idades possam viver em completa harmonia e de forma respeitosa.

    • André Munzfeld

      Me ajudou muito para escrever minha redação para um teste.
      Obrigado!

  • Pedro Braga

    Mais um ótimo episódio. Meus podcasts favoritos juntos (Na Porteira e Temacast), não tinha como ser ruim. Grande abraço!

    • Obrigado pela referência Pedro!
      🙂

    • Randal Bergamasco

      Obrigado mesmo, Pedro!

  • Foi com um grande prazer que participei de mais este cast!
    Como disse lá, sempre que o @randalbergamasco:disqus precisar e eu puder ajudar estarei a disposição!
    abraço a todos

    • Randal Bergamasco

      O prazer foi todo nosso!

  • Armando Galleni

    CARALHO FRANCISCO VC TEM 60 ANOS????

    Eu te chamei de truta mas poderia ter te chamado de avô

    VOVÓ FRANCIS

    • Randal Bergamasco

      Pronto. Começou a zueira!

      • Deixa ele @randalbergamasco:disqus…
        vai ser mole!
        ahahahaha!

    • Viu? Nem todo mundo tem “14 anos” como você, canalhão!
      ahahahaha!

  • Estou chocado ao saber que o Francisco tem 60 anos. De fato, converso com ele como se fosse da minha idade e nunca reparei nessa diferença de idade que temos.

    • Gharcia

      Estou passado, engomado e no cabide: o Miro tem que 60 anos?

      (

      (A-ha-ha! Brinks)

      • Claro que não! O @thiagomiro:disqus deve ter uns 80… e nem cortando 5Kg de cabelo ficou mais jovem. Isso sem falar em outras coisa que o @armandogalleni:disqus adora falar sobre ele…

    • Randal Bergamasco

      Como eu disse também durante o programa, não é defeito possuir 60 anos. Mas também achava que ele tinha por volta de quarenta e tantos anos.

    • ahahahah! Interessante que nem o @randalbergamasco:disqus e nem você repararam quando mandei o plot do Temacast para vocês darem suas opiniões e no email eu dizia que tinha 58 anos… Parece que cinquenta e tantos causa menos impacto do que 60, mas eu ainda não tenho 60… só em agosto!

      • Randal Bergamasco

        Passou completamente batido, pois não me lembro mesmo!

  • Diego Camilo

    Podcast excelente. O assunto foi tratado da maneira com tinha de ser, com muita naturalidade e respeito. Como diz naquela música do Chaves “Existem jovens de oitenta e tantos anos / E também velhos de apenas vinte e seis”! Aquela breve citação de Sócrates ilustra bem o que uma geração pensa da sua sucessora!

    O Seixas sempre muito esclarecido e sem rótulos! Nunca pensei que ele tem 59 anos… sempre pensei que tinha mais… kkkk zuera… tá muito bem por sinal! será que são os cremes do homem do baú?? rsrsrs

    O Arnon, apesar dos seus 19 anos, tem muita maturidade e fala muito bem!

    Randal sem comentários! Trata de qualquer tema com maestria!

    Só faltou o Sacutti! Força!

    Vida longa e próspera a todos!

    • Randal Bergamasco

      Se você realmente, gostou, então objetivo alcançado! Obrigado pela audiência!

    • Creme da Jequeti foi forçar a barra ( ahahah), mas não! Como disse esse negócio de idade pra mim é desculpa para não se adaptar e a regra é clara: “Adapte-se ou morra”. Entretanto, há pessoas que são muito focadas na sua geração e tem dificuldades em transitar em esferas diferentes. Eu, por acaso, sempre achei, enquanto jovem, um privilégio ter a atenção dos mais velhos e hoje acho super excitante abrir minha cabeça para a maneira diferente que os mais jovens tem de olhar para as coisas, MAS… sem perder contato com o que eu aprendi com os mais velhotes!
      abração Diego!
      😉

  • Vinicius Augusto da Silva

    Meu primeiro comentário por aqui, apesar de ser ouvinte há um ano rsrs.. Mais um podcast muito bom. Enquanto vocês falavam sobre a música atual e a falta de qualidade, me lembrei imediatamente de um artigo do filósofo Vladimir Safatle, que eu usei em meu TCC. Em vez de dizer a minha opinião sobre o assunto, vou linkar um resumo do que ele falou, contendo também uma entrevista em vídeo de Safatle. Pra quem é crítico da pobreza atual da música brasileira, vale a pena gastar um tempinho pra ver o que ele diz. Muita lucidez, conhecimento histórico e coerência.

    Fica a dica:
    https://colunastortas.wordpress.com/2015/11/16/vladimir-safatle-no-metropolis-o-fim-da-musica/

    • Randal Bergamasco

      Obrigado por ampliar o assunto, Vinícius.
      Aliás, devemos fazer um programa no futuro falando especificamente sobre música, viu?

  • Arnon Rodrigo

    O cast ficou muito bacana!

    Uma honra participar desse NaPorteira, e sempre que precisar é só chamar! haha’

    Abraços!

    • Randal Bergamasco

      Espero contar com você mais vezes, Arnon. O prazer foi todo nosso!

      • Arnon Rodrigo

        Só chamar Randal! Estou sempre a disposição 🙂

  • Francisco, nunca imaginei que você tivesse quase 60 anos… Sempre achei que você tivesse uns 45 ou 46 anos, no máximo… Vale lembrar uma outra diferença das gerações anteriores pra atualmente: lá pras bandas dos 70s e até início dos 80s um cara com minha idade (33 anos) já seria considerado, de certa forma, um “senhor”, uma mulher então, nem se fala… Enquanto que, hoje em dia, conseguimos conversar de igual pra igual com pessoas com algumas décadas de diferença na idade e mesmo na aparência isso mudou… Também tem a questão da expectativa de vida no Brasil, que pulou de cerca de 58 anos anos em 1960 pra cerca de 76, prevista pra 2010, ou seja: as gerações mais antigas estão tendo mais tempo de convivência com as mais recentes, enquanto as mudanças de paradigma estão muito mais rápidas. Randal, chame o Francisco mais vezes, mas seria ótimo ouvir sua voz num ep próximo do TemaCast também, viu? (sim, uma baita indireta! kkkk)

    • Malforea sempre fazendo comentários excelentes!
      Uma hora destas eu vou colocar o @randalbergamasco:disqus numa saia justa e ele vai participar do Temacast!

      • Opa! 76 anos previsto pra 2020, não 2010. =/

        Ele tá devendo essa aí… Só minha opinião… hehehe. Abraço, Francisco e Randal!

    • Randal Bergamasco

      Rapaz, eu tenho sérios problemas de como definir alguém como “senhor”. E quanto mais velho eu fico, é mais dificultoso pra mim.
      Em contrapartida, apesar de ter 38 anos, nunca me incomodei quando me chamam de “Senhor”. Como no português não há um pronome formal – no alemão, por exemplo, você usa “Du” para um tratamento informal e “Sie” para formal – eu nunca me incomodei.
      Obrigado e volte sempre!

  • Ótimo episódio pessoal. Esse esquema de geração as vezes é até usado como desculpa, por exemplo, Fulano é assim porque é da geração Z. Isso depende muito da cultura em que a pessoa é criada, principalmente porque essa ideia é “importada”. Eu, por exemplo, não me identifico como Y, pois tenho fortes características de X (e também de Y).
    Muito bom o papo.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Randal Bergamasco

      Bem, é como dissemos no episódio, Eduardo: geração não é horóscopo! Acredito que ela nos ajuda sim a nortear as pessoas nascidas próximas de maneira bem genérica, mas isso não é algo “pétreo”. Valeu!

  • Lourival Gonçalves

    Esse foi o primeiro podcast que ouvi de vocês e confesso que esse tema sempre me chama atenção.Gostei muito da construção do assunto,bem linear e nos deixando bem localizado.Atualmente estou lendo um livro e já indiquei inúmeras vezes,kk, e deixo aqui.Ele apresenta o contexto histórico e mostra como toda essas transformações entre gerações respinga tragicamente na geração atual.Parabéns e gostei mesmo.

    • Randal Bergamasco

      Não conhecia o livro, parece bastante interessante. Obrigado pela sugestão na ampliação do tema!

  • Carlos Eduardo Santos Filho

    Excelente podcast, gente. Eu nasci em 1992, e me sinto um pouco dividido quanto aos frutos tanto da minha geração quanto da tal geração seguinte, que já nasceu com a tecnologia. O que me traz esperança é a maior liberdade, principalmente em termos de liberdades individuais e sexuais (ou mesmo de não ter vontade de ter filhos, como o Randal disse, no que me obrigo a dar um HIGH FIVE ahahaha)… Enfim, da rigidez quanto à vida particular não ser tão grande hoje em dia. Ao mesmo tempo, infelizmente alguns valores quanto à vida em sociedade, mencionadas pelo Francisco, e a fraqueza e falta de profundidade das informações compartilhadas pelas pessoas (principalmente em termos de ideologia e de política em todos os espectros possíveis), como vocês apontaram, deixam-me a impressão de que essas gerações atuais ora estão no caminho certo para mudanças que já podem estar dando frutos, ora sabem o que querem, mas não têm conhecimento para chegar lá (apesar de acharem que têm) ou mesmo pra saber se de fato é isso o que querem, ora não sabem coisa alguma. Enfim, há motivos para esperança e para interrogação sobre o que nos espera. Abraços 🙂

    • Randal Bergamasco

      Esperança sempre, Carlos. No final das contas, estamos em um constante processo de evolução, apesar de não parecer isso às vezes. Obrigado!

  • André Munzfeld

    Me ajudou muito para redigir minha redação para um teste, obrigado!

    • Randal Bergamasco

      Tá vendo? Além de divertir e informar, aumentamos o repertório de um ouvinte para a realização de uma prova ou teste!