NPC 69 – Imigrantes e Refugiados

Randal Bergamasco 20 de novembro de 2015 47
NPC 69 – Imigrantes e Refugiados

Reproduzir

Neste momento, lançamo-nos nesse mar podosférico, abrimos as velas do saber e da reflexão e começamos agora a edição 69 do Na Porteira Cast. E no programa de hoje, os anfitriões Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti) recebem o “importado” Pedro O’Portuga (@PedroOportuga) e o historiador Igor Guedes (@professorigor) para falarmos sobre IMIGRANTES e REFUGIADOS. Você sabe qual a diferença entre imigrante, emigrante e refugiado? Como os movimentos migratórios ajudaram a formar o Brasil e o mundo de hoje e de ontem? No programa de hoje, debata conosco sobre a questão dos imigrantes haitianos no Brasil. E a respeito da maior crise migratória da Europa desde a Segunda Guerra, qual sua opinião sobre o assunto? Pois essa é apenas uma amostra grátis desse podcast informativo e polêmico. Ouça e não deixe de participar, pois sua opinião é essencial para o sucesso do programa.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 17:25 minutos.

:-: SITE DOS CONVIDADOS: :-:
– Um café e a conta – Blog do Igor Guedes

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Neandertais podem ter sido ruivos, sugere DNA obtido de fósseis (G1)
– América foi inicialmente povoada por três ondas migratórias da Ásia, diz estudo (Veja)
– Os Vikings e a chegada ao Novo Mundo (Galileu)
– Eram os fenícios cariocas? (Revista de História)
– República Imigrante do Brasil (Superinteressante)
– Número de refugiados no Brasil quase dobra em quatro anos (Folha)
– Em meio a condições degradantes, Acre é porta de entrada para haitianos e senegaleses (Rolling Stone)
– Polícia Civil detém 5 suspeitos de morte de haitiano em Navegantes, SC (G1)
– CQC vai atrás de homem que ofendeu haitianos em vídeo na internet (YouTube)
– Bolsonaro mistura África e Síria e ataca refugiados sírios (Exame)
– Entenda a crise migratória na Europa (Último Segundo)
– Portugal poderá receber 3.000 refugiados (RTP)
– Crise migratória põe em xeque a Europa sem fronteiras (Veja)
– Israel pede a judeus que deixem a França após ataque perto de Lyon (G1)
– Todos os países europeus têm taxas de natalidade insuficientes (Deutsche Welle em português)
– Por que países ricos do Golfo não abrem portas para refugiados sírios? (BBC em português)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
Previsão da publicação do próximo episódio: 10 de dezembro de 2015.

  • Ótimo episódio, apesar de algumas opiniões fortes, elas eram embasadas e traziam dados interessantes.
    A distinção entre imigrantes e refugiados é importante para diferenciar os fatos. Sobre o Igor e xenofobia ser algo natural eu consigo entender, mas não sei se a xenofobia é a melhor palavra para ser utilizada. Embora etimologicamente ela faça sentido, vejo que popularmente ela tem um uso mais cruel.
    A preocupação com o futuro da natalidade da Europa é algo bem interessante, a baixa taxa de natalidade faz pirâmide etária se inverter. Desta maneira os mais novos precisarão produzir mais. Neste ponto, não acho ruim a migração de pessoas que mantém uma taxa de natalidade bem superior.
    Resumidamente o Pedro estava certo no início do episódio:
    “Migração é como visita, é bom pra quem chega e dá dor de cabeça para quem recebe.”

    • Randal Bergamasco

      Essa foi a frase do episódio, Bruno, independente do seu posicionamento sobre o assunto.

  • Mecias Pepi

    Olá pessoal do NPC, sou ouvinte do podcast desde março deste ano e é a primeira vez que comento. Sou de São Carlos Sp ,estudante formando em Tecnologia em Manutenção de Aeronaves pelo IFSP Campus São Carlos e tenho 33 anos. Procuro na medida do possível, apresentar essa mídia Podcast aos meus amigos em geral, e o NPC sempre está como uma das primeiras indicações.
    Achei fantástica a discussão do assunto em pauta e com a opinião do Pedro que é um Europeu de origem, pude me colocar em seu lugar e entender perfeitamente seus pontos de vista. Pra dizer a verdade não discordo de nenhum de vocês em nenhum ponto discutido, pois todos foram felizes em seus argumentos.
    É uma pena que os Árabes de hoje não sejam os mesmos que protegeram o conhecimento durante a idade das trevas, como foi bem dito por Randal.
    Em relação a todo o desdobramento dos acontecimentos desde a gravação do programa ( já me referindo aos ataques da semana passada à França), acredito que os Europeus conseguiram um bom pretexto para fechar as portas para os refugiados, não acho que eles queriam algo do tipo, mas servirá pra calar a boca de qualquer um que questione os governos dos países Europeus, se tomarem medidas desse tipo.

    É uma questão delicada e triste toda essa guerra e acho que dias piores estão por vir.

    Obrigado e Parabéns por mais um excelente programa!

    • Randal Bergamasco

      O timing desse episódio com os atentados em Paris, foi perfeito e nada intencional. Acho que cada um vê de alguma maneira, seja posicionamentos mais extremos, seja algo mais “paz e amor”. Creio que isso vai de cada um.
      E também sou daqueles que não acredita num futuro satisfatório sobre a questão migratória e, consequentemente, do terrorismo.

  • Bruno Loula

    A abertura dos portos e a chegada da família real não foram em 1808 ?

    • Randal Bergamasco

      Eu me lembro do comentário, mas não da data citada. Sim, a Família Real chegou em 1808. Mas qual data foi citada?

      • Bruno Loula

        aos 27:30

        • Randal Bergamasco

          A informação está incorreta, Bruno. Como você mesmo disse, a Família Real
          chegou por aqui em 1808, e não 1806, como foi dito. Não havia percebido que o Sacutti tinha falado
          errado, mesmo ouvindo por 3 vezes. Valeu pela correção!

          • Bruno Loula

            Acontece….não é isso que vai minimizar o cast.
            Estamos aqui para ajudar no que for possível.

  • Bruno Loula

    Eu moro em São Paulo, aqui em Santo Amaro ( bairro de São Paulo ) está cheio de haitianos e congoleses, quando passo por eles sinto um pouco de pena, por saírem de seus países por diversos motivos.
    Não tenho nenhum tipo de preconceito contra eles, sou da mesma opinião do Randal, eles vieram em busca de melhores oportunidades.

  • LuisCarlosLinkTech

    Sou totalmente a favor da opinião de Pedro. Não podemos aceitar as imposições radicais dos muçulmanos nos países ocidentais. Se quiser viver em paz, respeitar nossa cultura, nossas leis e a liberdade de religião de nosso país serão bem recebidos caso ao contrário serão deportados ou expulsos. Sou cristão(Batista), tivemos nossos erros no passado mais procuramos corrigir ao passar do tempo. Entre eles mesmos não consegue ter paz como terá paz com os ocidentais. Quantos cristãos a cada ano são mortos nos países muçulmanos? Não temos que tolerar….. Acesse o site ou baixe app http://www.portasabertas.org.br . Vocês vão ver o quanto os cristãos sofrem na mão desse povo.

    • Randal Bergamasco

      Acho que é uma questão de ponto de vista, Luis, Já ouvir vários relatos de brasileiros que criam verdadeiras comunidades em outros países e não interagem intensamente com o povo nativo. Conheço algumas pessoas que, apesar de terem vivido por anos na Inglaterra ou nos EUA, não falam inglês.
      Sei que as situações são diferentes, mas não consigo crer que 100% das pessoas que chegam em outros países, ainda mais fugindo de guerras, realmente querem algum mal à população local.

    • Pedro o’portuga

      Luís Carlos, ainda ontem vi uma notícia com o título “muçulmano espancado na França” ( só no corpo da notícia é que aconteceu. ele esbofeteou uma criança francesa porque simplesmente o garoto estava a comer um hotdog e ofereceu ao filho do muçulmano) , sem maldade nenhuma, ou será que há crianças de 5 anos capazes de usar o simples acto de oferecer um hotdog como sinónimo de provocação?

  • Fala pessoal! Fico bem em cima do muro com toda essa polêmica. Enquanto concordo que devemos respeitar o crença do próximo (exceto os radicais, porque ai é um perigo para todos nós…), também fico meio preocupado com o que foi citado.
    Quanto à questão sobre adaptar-se à nossa cultura e leis, é o “mínimo”. Afinal, quando visitamos alguém, devemos respeitar as regras da casa da pessoa, não é?

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Randal Bergamasco

      É um assunto complicado, difícil de pensar numa solução definitiva. Isso vai longe.

  • Pedro Braga

    O Cast serviu para aproximar o brasileiro ao polêmico assunto dos refugiados. Eu não tinha esta visibilidade do pensamento europeu relatado pelo Portuga.
    Sou da área de exatas e não consigo trabalhar com paliativos, não pode trazer todo mundo a torto e a direita sem um planejamento para que eles retornem ou que haja um real propósito para os refugiados no novo país. Liberar a entrada é tapar o sol com a peneira para parecer um país “amigo de todos”.
    Parabéns pela excelente discussão!

    • Randal Bergamasco

      Só tenho medo do desfecho disso. De um lado, milhares – senão milhões – fugindo de uma guerra sangrenta. De outro, um continente inteiro segurando nas cadeiras para os conflitos, de alguma forma, não se transferirem por lá.

      • Pedro Braga

        Randal, isto ainda vai dar muita confusão. Para os mais pessimistas, estamos caminhando para a 3a guerra mundial.

        Aproveitando o assunto da imigração, acho que vale contar o caso do meu irmão que se mudou para o Canadá e está super adaptado com o país, mas para entrar lá tem uma “régua” bem alta de exigências, principalmente com a língua e a profissão do imigrante. Só com estas duas exigências, já conseguimos filtrar boa parte do país que não tem curso superior, nem fala outras línguas.
        E tenho percebido que este movimento vem crescendo bastante. Nos últimos 5 anos, 3 amigos próximos saíram do Brasil, além do meu irmão.

  • Daniel Mendonça

    Pessoa que vive na periferia = bandido? Uhhh… algo cheira mal. A prisão de banqueiros e empresários mostra uma realidade um pouco diferente.

    • Randal Bergamasco

      Opine, Daniel, esse espaço é seu. E sim, eu concordo plenamente com você. Eu me recordo que o Igor não generalizou.

  • Daniel Mendonça

    De onde este cara tirou este numero de 15 a 20% de radicais?

    • Randal Bergamasco

      Eu encontrei dados que apontam 10%. Não estou defendendo o Pedro, mas acho ainda um percentual bastante alto. Por outro lado, acho ruim culpar 90% restante pelas atrocidades da minoria radica. Vai do ponto de vista mesmo.
      http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/minoria-muculmanos-radicais-distorcem-imagem-do-isla-nos-eua,c81887f9ea2ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

    • Randal Bergamasco

      Mas continuando… não tenho dados do número de cristãos dados como “radicais”. Não acho que deve ser muito diferente disso (isso se não for maior). Reconheço que, nesse grupo, o que fica mais evidente são suas atitudes repressoras.

    • Pedro o’portuga

      Caro Daniel são dados apresentados pelo ministério de defesa belga. Pode discordar da minha opinião, mas todos os dados apresentados são reais. Obrigado por participar no debate!

      • Daniel Mendonça

        Eu entendo sua posição. Para validarmos nossas ideias muitas vezes temos que encontrar os dados que as corroborem e vejo estes dados que você apresenta neste sentido, aliado ao fato da Bélgica necessitar validar suas atitudes com relação a segurança.

        Se pegarmos os dados e fizermos contas simples na minha opinião algumas coisas ficarão ligeiramente estranhas.

        Com os aprox. 1,6 bi de praticantes teremos entre 240 e 320 milhões de radicais. Seria o mesmo que juntar as populações de Irã, Iraque, Egito, Afeganistão e mais alguns países menores. Este número é similar a população dos Estados Unidos!

        Ouvi falar uma vez que se dessem uma arma com uma bala para cada chinês e ‘largassem’ eles na Europa e América eles logo dominariam tudo. Segundo estes dados absurdos (em minha opinião) bastaria dar uma arma com seis balas para os radicais! Se fosse assim eles já teriam dominado tudo!

        Devemos atentar também para o fato (que não foi citado no programa) de que os radicais do estado islâmico e al-Qaeda são sunitas, ou seja, minorias dentro da própria religião. Além disso existe o mito de que todo ‘Árabe’ é muçulmano o que é duplamente falso. As populações do oriente médio não são todas muçulmanas e nem mesmo ‘Árabes’. Existem dentre os refugiados muitos cristãos, principalmente coptas, zoroastrianos (da antiga pérsia) e outras vertentes como a religião dos curdos.

        O Randal deu uma dica e eu encontrei a matéria abaixo com o percentual de 10%, o que ainda é bastante.

        http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/minoria-muculmanos-radicais-distorcem-imagem-do-isla-nos-eua,c81887f9ea2ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

        Eu não conheço a fundo a religião mas sei que ela muitas vezes está atrelada à violência e retirada de direitos das mulheres e isso é intolerável para mim mas não é sobre isso que o cast tratava e sim sobre refugiados.

        Abraços

        • Pedro o’portuga

          Daniel os sunitas não são a minoria, são na sim a maioria, existem cerca de 900 milhões de sunitas, enquanto os xiitas são entre 120 a 170 milhões…

          • Daniel Mendonça

            Obrigado por complementar a discussão

  • Vanessa Santos

    Excelente podcast! Assunto polêmico que divide opiniões, para serve para a nossa reflexão e diminuir o nosso egoísmo. Gostei muito, parabéns!

    • Randal Bergamasco

      Obrigado!

  • Cláudio Alves

    Randal, Sacutti e Pedro, bom dia.

    Não consegui terminar de ouvir este cast, não estava aguentando mais as BESTEIRAS do Igor. Por favor, editem este cast tirando todos os comentários do Igor…
    Não quero comentar o que ele disse para não continuar proliferando tamanha BESTEIRA.

    • Randal Bergamasco

      Comente com o que não concorda, Cláudio. Sua opinião é importante para o debate.

      • Cláudio Alves

        Randal, bom dia.

        Me desculpe o jeito que escrevi, foi sem refletir um pouco mais, gosto muito de vocês, pelo empenho, dedicação, por nos prover de excelentes conteúdos de forma voluntária, pois se fosse só por dinheiro, não teríamos como contar com vocês e com muitos outros podcasts.

        Eu só pensei o seguinte: nós temos italianos, chineses, japoneses, etc…. etc… Por que essa preocupação só com o povo do Haiti? Eles vão virar bandidos porquê? Nem quero imaginar os motivos…

        Por que o Brasil vai se transformar num país xenófobo por causa da entrada deles? Nunca ouvi ninguém reclamando de estrangeiros.

        Bom, não sei como o cast terminou, mas o que eu estava ouvindo pra mim não era agradável.

        Quero me desculpar novamente, pois eu poderia me manifestar em todos os outros temas maravilhosos que ouvi de vocês e que fiz questão que os meus filhos ouvissem.

        • Randal Bergamasco

          Eu concordo com você, Cláudio, defendemos ideias parecidas. Porém, acredito que quando ouvimos opiniões contrárias as nossas, elas nos faz refletir sobre o assunto; às vezes mudamos de opinião, mas às vezes reforçamos ainda mais nossas convicções.
          Após o final do podcast e eventual reflexão, eu mantenho ainda mais o que eu penso e, pior ainda, vejo que isso vai acabar se tornando uma verdadeira guerra.
          Obrigado por opinar, Cláudio!

        • Talvez ele não ache as haitianas tão gostosas quanto as imigrantes europeias que ele disse que receberia de tão bom grado. Pq parece que isso é uma medida que ele gosta de deixar bem clara.. –‘

  • Pedro o’portuga

    Eu quero deixar claro que a minha indignação não é de todo contra os refugiados, a minha preocupação é de a maior parte dos europeus é o que vem no meio desses refugiados. Vale a pena lembrar que todos os atentados desde 2001 foram efectuados por extremistas que já cá estavam e que inclusive alguns deles já tinham a nossa nacionalidade. Lembrando também que o estado islâmico já anunciou que enviou no meio dos refugiados mais de 4000 soldados terroristas, sendo que um dos terroristas no atentado em paris na passada sexta-feira 13, tinha entrado como refugiado através da Grécia 4 dias antes. Esta é minha preocupação.

  • Nerdanderthal

    Mais um excelente e polêmico tema. Parabéns e obrigado por nos fazerem refletir sobre o assunto.
    Imigrantes e refugiados sempre foram bem-vindos em vários países na época em que não havia esse perigo de radicais, bactérias e vírus se infiltrarem entre eles.
    Os países devem estar bem preparados para recebê-los fazendo um minucioso trabalho de pesquisa sobre quem são, como estão e continuar esse trabalho por longo tempo monitorando suas vidas, trabalhos, moradias, etc. e dando a devida assistência independentemente de raça e religião.
    A questão atual é outra coisa. Tememos os muçulmanos pelos atos radicais de um grupo de espertos que fazem as cabeças de seus discípulos suicidas enquanto, na verdade, estão de olho no poder, nos petrodólares, na virgens aqui da Terra.
    Sempre foi assim. Só mudam os líderes, as religiões, as raças, mas a história se repete em ciclos.
    Esses atentados na França veio piorar esse problema de receber refugiados já que os principais autores se infiltraram entre eles. De agora em diante vai ser muito difícil aceitar refugiados somente com o coração, com a bondade, com a benevolência. Cada um deles vai nos parecer como uma bomba pronta para detonar e a violência continuará de ambos os lados.
    Enquanto a ganância for maior que o amor, não haverá esperança de paz.
    Ou o ser humano muda os seus atos ou teremos sempre guerras e mais guerras.
    “You may say I’m a dreamer but I’m not the only one”

    • Randal Bergamasco

      Esse problema está muito, muito longe de ser resolvido, Nelson. E que tenhamos sabedoria e tolerância para resolvê-lo da melhor maneira possível e sem perdas de vidas.

  • Daniel Mendonça
    • Randal Bergamasco

      Valeu, Daniel!

  • Inoue

    Um cast bem esclarecedor,principalmente com a participação do portuga que esta vivenciando essa bagunça toda.
    Na minha opinião isso tudo que acontece lá não é por motivo religioso(pode até já ter sido)mas sim econômico,quem esta no comando desses grupos extremistas provavelmente só utiliza a religião como argumento,o que eles querem mesmo é o petróleo.

    Vida longa e prospera.

    • Randal Bergamasco

      A religião pode ser um pretexto, Inoue. Mas acredito sim que há uns malucos que matam em nome de um Deus.

      • Inoue

        Concordo,o que me refiro é que os chefes estão atrás do petróleo e fazem a cabeça dos peões com os motivos religiosos,pode até ser uma teoria da conspiração de minha parte,mas para mim faz sentido,talvez eu esteja errado.

        Ps. acho que está com algum problema na pagina principal,não carrega,ao menos para mim.
        Vida longa e prospera.

  • Caros colegas do Na Porteira,

    Sou um Padrinho desnaturado que quase não comento aqui, mas me senti na obrigação de fazê-lo, frente a esse tema tão importante, polêmico e atual discutido no NPC 69.

    Adorei a abordagem, as opiniões diversas e toda a discussão em si. Para não me prolongar muito, gostaria de abordar apenas uma parte do cast: sobre o islã.

    Tenho lido e visto bastante coisa nos últimos meses e encontrei dois vídeos que resumem o que eu quero dizer. Um deles foi citado pelo Pedro Portuga, sobre o repórter que se converteu ao cristianismo. Este vídeo explica exatamente como funciona a educação no islamismo e deixa bem claro a dimensão que esse “problema” pode alcançar.

    O segundo vídeo é a gravação de um evento religioso muçulmano, onde um dos líderes da cerimônia deixa bem claro que a maioria dos atos cometidos pelos membros dos grupos radicais, é considerado normal para o muçulmano não radical. Ou seja, a conclusão que eu chego, baseado nessas informações, é de que o islã não possa continuar a ser ensinado e difundido, pois infelizmente, uma das premissas da religião, é de que as demais (judaica e cristã) não poderão existir. E além disso, todos que forem contra, deverão morrer.

    Tenho um certo receio de pensar que uma religião deva deixar de existir. Não pertenço a nenhum grupo fascista, neo-nazista ou algo do tipo, mas acredito que uma crença que tente se impor sobre qualquer sociedade, cerceando suas liberdades, não possa ter recursos para se fortalecer.

    Fico aberto à discussão.

    Grande abraço, meus caros!

    Octávio Brito
    Biomedcast

    • Randal Bergamasco

      Sou defensor ferrenho do direito de possuímos um credo ou optarmos por não tê-lo, Octávio. Porém, o que não dá pra concordar são com os radicais desse grupos. Acho que podemos sim viver tranquilamente, cada um com o que acredita ou não; porém, o que não podemos concordar são com imposições e perseguições de um grupo contra outro.

  • Diego Camilo

    Gostei muito deste cast. A pluraridade de visões nos faz refletir muito sobre o tema. A equipe deste cast ficou top dimais!

  • Ouvi ontem e gostei muito do podcast. Já assinei o feed.
    Sobre o lance do aplicativo para podcast, o Google já teve o Listen, que era para isso, mas descontinuou.
    Abração…

  • Renan Lira

    Parabéns pelo excelente material, assinei o feed a pouco tempo e cada vez mais me impressiono com a qualidade do conteúdo.

    Com relação ao assunto, tenho os mesmos receios que todos, a sugestão do Pedro de aceitar apenas os dispostos a se adequarem a nova cultura é interessante, porém muito complicado… como controlar depois que o indivíduo aceitar as condições? E se ele desrespeita-las?

    Uma vez estabelecido dentro da casa fica complicado agir, qualquer ato de repressão é passível de interpretação parcial…

    Lembro de uma ideia de adquirir uma ilha para estes refugiados, acho uma das melhores alternativas apesar de ser bem complexa..

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/milionario-egipcio-negocia-compra-de-duas-ilhas-gregas-para-refugiados.html