NPC 51 – Automóvel

Randal Bergamasco 20 de outubro de 2014 46
NPC 51 – Automóvel
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E foi dada a largada para mais uma edição do Na Porteira Cast. Pé na tábua! Em nossa edição cinqüenta e um, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti) recebem os “Cabeças de Gasolina” Carlos Del Valle (@PodcastF1Brasil), Sérgio Dias (@sergiopdias)  e Fernando Campos (@FBrandaoCampos) para falarem sobre um dos principais objetos de desejo da sociedade moderna: o tema desse episódio ser O AUTOMÓVEL. Afinal de contas, como os carros surgiram? Quais principais tipos de motores e como eles funcionam? No programa de hoje, descubra por que não era vantagem ter um carro na Inglaterra do século XIX; conheça a diferença entre Fordismo e Toyotismo; saiba como a evolução tecnologica influenciou na audiência das corridas de Fórmula 1 e outros esportes. E nós perguntamos: você viajaria num carro sem motorista? Isso e muito mais nesse crossover  entre o Na Porteira Cast e o PodcastF1Brasil.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 14:58 minutos.

:-: SITE DOS CONVIDADOS: :-:
– PodcastF1Brasil – Site do Carlos Del Valle e convidados, onde está hospedado o podcast
– Boteco F1 – Canal no YouTube do Sérgio Dias

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
#DiadoPodcast
Site Oficial
– Tesla revela seu terceiro modelo elétrico (Jornal do Carro 11/02/2012)
– A lei da bandeira vermelha (Blog Sinal de Trânsito)
– Venda de carros sem piloto passará de 42 milhões de 2035 (Portal Terra)
– Resumo de Fordismo e Toyotismo (Ebah)
– Da mão inglesa à mão francesa, Napoleão e até o Papa! (Saúde Visual)
– Top Mundial: Veja a lista dos 10 carros mais vendidos de todos os tempos (Car Place)
– Comercial da Chevrolet onde Sérgio Dias foi figurantes (0:26 e 0:27 segundos – YouTube)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
Previsão da publicação do próximo episódio: 10 de novembro de 2014.

  • Fabio Murakami

    Ichiban!?Primeiro!?
    Depois eu volto para comentar. rs

  • só para marcar presença! Vou ouvir com bastante atenção depois eu volto para comentar como de costume!

  • Joshué Fusinato

    Excelente episódio com a participação dos meu amigos do Podcast F1 Brasil!

    Não conhecia o podcast de vocês, mas curti, dei subscribe no feed e ouvirei a partir de agora!

    Deixo aqui uma frase que li em uma revista anos atrás, que casa muito bem no tema do episódio, além de gerar uma discussão interessante: “No momento em que foi inventado o segundo automóvel do mundo, se inventou as corridas de automóvel.”

    Abraços e sucesso!

    • Pois ouça nossas edições anteriores. Nosso foco não é automobilismo, e sim cultura geral. Mas tenho certeza que você vai curtir.

  • Emanuel

    Então, esse vai ser o o primeiro npc que vou ouvir. Espero gostar!

    • Ouça e dê seu feedback pra saber o que você achou. Pode ser por aqui, via Twitter, Facebook ou E-mail.

      • Emanuel

        Enviei um email através do link de contato para o site. Até o próximo programa!

  • Olá Sacutti e Randall

    Muito interessante a abordagem sobre a criação , cultura e interesse em torno do automóvel.

    Acredito que tenha sentido falta de tocar no assunto de como ficaram algumas profissões que eram ligadas ao cavalo e carroças. Assim como a criação de toda uma linha de profissões em torno do automóvel.

    Um detalhe pequeno perto da qualidade do podcast.

    No ponto de audiência e transmissões acho que o interesse é mais embaixo. Como já colocado aqui pelo xará Luciano Pires, as pessoas estão assistindo cada vez mais televisão. Mas não estão assistindo da mesma maneira.

    O que está obsoleto é o processo de medir como público somente aquele que está na TV. Por exemplo : sou assíduo espectador dos programas Roda Viva da TV cultura, e Jô Soares na Rede Globo. Mas nunca vejo ao vivo. Sou sim público que fornece audiência, mas não sou contabilizado na conta jurássica dos Ibopes da vida.

    Assim como Randall aprecio acompanhar meu time de futebol, mas sempre que quero ver os gols da rodada do meu time, vejo pela Internet. Ou seja, mas um costume que me tira das estatísticas dos programas de esportes.

    Na semana passada a própria HBO e o canal aberto de tv ABC anunciaram que criarão um serviço de transmissão por streaming (para os leigos é “virar um netflix”) de suas atrações desvinculadas de serviços de assinatura. Ou seja, a HBO não mais obrigará você ser assinante da tv a cabo.

    O mesmo deve ocorrer com os times de futebol da Europa, que quer criar um canal de Streaming e somente os assinantes irão assistir ao jogos onde quiser da maneira que bem entender.

    O mesmo deve ocorrer com a Fórmula 1.

    O “problema” da TV no Brasil está em ignorar duas coisas já existentes no mundo : TV por assinatura e a internet. Pois ainda realizam a mesma atração que a 20 anos. Não mudando o formato e cada vez mais tendo a cara de velho querendo parecer novo.

    Programas como Faustão mostrando video-cassetadas deixou de ser atração, pois as mesmas estão no Youtube.

    Detalhes da batida em Fórmula 1 podem ser vistas no sites de noticias.

    Um outro problema de todos os esportes é que os próprios sites que detém os direitos de transmissão não possuem um podcast ou algo do gênero para engajar o público novo.

    Por público novo entenda a nova geração que é o publico consumidor do futuro.

    Um grande abraço a vocês e até o próximo programa

    • Realmente, havia muita, mas muita coisa mesmo que devíamos ter falado, Luciano. Infelizmente, seria inviável, pois a duração do podcast seria enorme. Obrigado por ampliar o assunto.
      Quanto a decadência da TV, vejo que devemos fazer um episódio exclusivo sobre isso, pois é um assunto muito interessante e geraria um debate relevante.

      • Oi Randal

        Realmente este seria um podcast que eu encorajo muito não somente o “Na Porteira Cast” como outros a realizar.
        A discussão sobre o que é TV, e se a televisão como eu e você conhecemos está obsoleta ou não é mais do que válida, pois todos os nichos do mercado querem se ver. Entenda por nichos os pilotos de motos querem ver algo sobre motos, corredores querem ver algo de corrida, desenhistas querem ver algo de desenho e assim por diante. Nivelar por baixo e mostrar programas genéricos que abrace grande parte de audiência parece uma estratégia equivocada.
        Um exemplo, até para não me alongar muito (mas sempre me alongo) está na estratégia do Youtube na cidade de São Paulo : em todos os relógios de rua estão anúncios dos principais canais do site, para incentivar mais ainda a audiência deles, e do canal (que lucra com a inserção de anúncios).
        Em sua entrevista ao Roda Viva o produtor cultural Capilé disse algo que se encaixa neste tema : estamos na crise de intermediários de informação e entretenimento.
        Antes necessitávamos de um intermediário para que decidisse o que poderíamos e o que gostariamos de ver. Um curador. Hoje com a informação e a facilidade de divulgação quem vivia sentado em berço explêndido não mais terá vida mansa. Um bom exemplo é o programa de sábado “Zorra Total” e similares, que pela pessima qualidade ainda passava porque classes baixas não tinham outra coisa a ver. Hoje com porta do fundos e similares, dá a liberdade das pessoas de escolherem o que ver. E este tipo de liberdade assusta as pessoas acostumadas a controlar o pensamento de todos como se fossemos máquinas.
        Exemplos não faltam, e ja escrevi muito…
        um grande abraço a todos

  • Fabio Murakami

    Como prometido vim deixar a minha colaboracao.

    Como de costume vou deixar uma curiosidade do Japao. Aqui os carros sao vistoriados de 2 em 2 anos pelo “governo”, com ajuda de concercionarias e oficinas credenciadas. Chamado se shaken.
    Nessa vistoria o carro passa por uma revisao, desde os documentos, impostos e instrumentos de seguranca do carro.
    Nesse procedimento ja se paga o seguro obrigatorio e alguns impostos, fora as pecas que serao trocadas e o servico da revisao.
    Com isso o governo consegue pegar o seu “dinheiro”, controlar a frota e de quebra pegar o seu “dinheiro”,e ainda diminuir o numero de acidentes e quebra de carros.
    O preco dessa revisao varia conforme o carro entre 60mil yenes a 200mil yenes.
    Saindo um pouco de carro, todos os veiculos motorizados sao emplacados, sem excecoes, desde motocas de 50cc, tratores, empilhaderas, etc.
    Alguns desses veiculos nao tem a revisao, mas tem q pagar o imposto.
    Fora que veiculos de firma, caminhoes, carros de carga e carros de representantes (vendedores) esses tem uma revisao anual, por rodarem muito, porem com uma taxa reduzida.

    Como de costume obrigado e parabens pelo magnifico podcast.

    Abracos e Sayonara!!(^^)/

    • Fabio Murakami

      Esqueci de deixar o link do museu do automovel da toyota.
      La vc consegue ver boa parte da historia do carro, com uma colecao de dar inveja a qualquer um.
      Vao la e confiram.
      http://www.toyota.co.jp/Museum/english/

    • Vejo essas políticas de controle da poluição e da frota muito distante por aqui, Fabio. Além de gerar mais gastos e taxas impopulares (e disso, o Brasil já está cheio), falta vontade política em realizar controles mais rígidos. Quem sabe um dia, né?
      Não conhecia o Museu do Automóvel da Toyota. Obrigado por disponibilizar o link.

  • andre tachibana

    Muito bacana o episódio, gostei bastante. não conhecia o podcast e vim por causa dos amigos cabeça de gasolina do F1 Brasil, agora vou ouvi os outros episódios.
    Um abraço a todos

    • Recomendo que ouça de trás para frente, pois encontrará nossas melhores edições. Espero que possamos lhe agradar.

      • Nerdanderthal

        Ouvir “de trás pra frente”???
        Porra, isso é um Podcast ou o disco da Xuxa???

  • Obrigado pelo excelente episódio!
    Muito interessante a abordagem sobre a maneira como nós todos somos hoje dependentes dos automóveis e o “preço” que esta dependência traz para o meio ambiente. Como citado, são toneladas de poluentes na atmosfera destruindo a natureza e a nós próprios. São Paulo é uma cidade que polui o ar 2 vezes mais do que o limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, pasmem, em Pequim, capital da China, este número fica entre 10x a 12x. Soluções mais sustentáveis e menos agressivas já existem, mas suas patentes são compradas pelas poderosas empresas do petróleo e do automobilismo para que continuem lucrando em detrimento das consequências de seus produtos. Li uma vez em algum lugar sobre um projeto pronto de veículo movido a água, H2O, que quando decompostos em seus elementos químicos viram 2 hidrogênios e 1 Oxigênio, bastaria equilibrar a mistura e teríamos o combustível e o comburente. Parece que o projeto foi parar numa gaveta de alguma empresa grande. Do jeito que estamos indo, a poluição será tamanha que nem a própria água poderá ser utilizada como combustível num futuro sem petróleo! Desculpem pela carta!
    Abraço.
    Francisco Seixas

    Obs. Quando o NPC terá o DISQUS para comentários?

    • Quanto ao Disqus, estamos estudando sua implantação, Francisco. No próximo episódio (edição de aniversário), eu falarei sobre nosso sistema de gerenciamento de comentários.
      E quanto a essas tecnologias citadas, como dissemos no episódio, certamente serão popularizadas apenas quando a “água bater na bunda”. É aguardar pra ver.

      • Olha o Randal sendo apertado ai pelo Disqus hahahaha, ainda bem que não sou só eu!

        Abraço meu querido!

      • Grande Randal!
        Pois é… isso se ainda houver água para bater na bunda! :-()

        Qto ao Disqus não foi aperto não, tá? Só curiosidade da minha parte. Acho o Disqus um sistema excelente e que torna a vida de quem comenta muito mais fácil. Por outro lado acredito que diminua um monte o Page View do site já que pode-se responder de qq outro site que tenha o Disqus também!

        abraço e sucesso!

  • Pedro Rodrigues

    Muito legal este episodio. Vou deixar uma pequena contribuicao: voces sabiam que a Noruega se tornou um dos paises que mais incentivam o uso de carros eletricos no mundo? Noruegueses sao os maiores compradores de Tesla, mas com um detalhe muito interessante – os incentivos do governo noruegues para uso de carros eletricos vem de ganhos com o petroleo vendido pelo pais! Para entender esta contradicao, recomendo: http://freakonomics.com/2014/10/16/how-can-tiny-norway-afford-to-buy-so-many-teslas-a-new-freakonomics-radio-podcast/

    • Obrigado pelo link e pro ampliar o assunto. Uma das funções da nossa seção de comentários é exatamente essa.
      Eu não conhecia essa particularidade da Noruega. Creio que, num futuro próximo, outros países devem adotar essa política.

    • Interessante mesmo, Pedro! Ainda mais porque a Noruega é um país riquíssimo em petróleo….

  • Fala Randal e Sacutti!

    Muito bom o programa, realmente rapaz, o carro ao mesmo que tempo que é uma alegria, tu poder ir e vir quando quiser, mas ao mesmo tempo é uma grande fonte de acidentes, infelizmente as pessoas não sabem usar o recurso, não estão preparadas para isso e acontecem esse acidentes terríveis aí que a gente já está até acostumado.
    Sobre o transito parado, acho que já não é uma coisa só de cidade grande, aqui em Blumenau que é uma cidade média pra grande sofremos bastante desse problema, no horários de pico é um inferno passar no centro, ou ir pros bairros, e por conta disso esse ano resolvi começar a vir de ônibus pro trabalho, venho sentadinho com meu fone de ouvido, ouvindo podcasts, não me estresso no transito e funciona muito bem, as vezes demora um pouquinho o ônibus mas faz parte da brincadeira.

    Legal a musiquinha da Formula 1 no final hehe, e confirmando também gostava muito de F1 antigamente e hoje acho uma bosta, portanto é geral mesmo a chatice que virou aquilo lá.

    Valeu galera

    Abraço

    • Mesmo na pequena Pederneiras, no auge dos seus 46 mil habitantes, já sofre problemas com trânsito, Leo. É um problema crônico no Brasil, incentivado pela falta de políticas para o transporte coletivo.

  • Paulo Eduardo (Padu)

    Muito interessante o podcast, e mais ainda a flexibilidade em termos de convidados que o NPC sempre consegue. Novamente, bato na tecla da sustentabilidade. Se o problema só se resolve quando se aperta o bolso, a solução está em um mercado que valorize o verde. Diminua impostos para empresas que financiem pesquisas em energias alternativas, o mesmo para aquelas que tem os produtos mais “verdes”. Ao mesmo tempo, taxe e cubra de impostos aquelas que mais poluem. Somente quando medidas que afetam diretamente as industrias, e também os consumidores, poderemos vislumbrar um futuro melhor. Pois do jeito que está, a humanidade está com os dias contados.
    Grande abraço!

    • Quanto a sustentabilidade, o principal problema que vejo hoje é que o “verde”, é caro. Falta incentivo para tecnologias mais limpas, talvez até propositalmente mesmo.

      • Paulo Eduardo (Padu)

        Engraçado que hoje em dia ser sustentável e comprar produtos “verdes” virou modinha e motivo de ostentação entre quem tem dinheiro. É um luxo pra quem tem dinheiro sobrando.

  • Rafael taira

    Poderiam ter falado da Formula E. Uma formula 1 que começou em setembro de 2014 e tem só carros elétricos. Depois mando um e-mail mais detalhado para vocês acrescentando ao podcast.

  • Rafael taira

    Carro japonês movido a energia elétrica – https://www.youtube.com/watch?v=-Msbz2d-bqg

  • Excelente episódio! Na Porteira Cast mantendo o nível de qualidade de sempre!
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    No fim de 2011, quando a polêmica sobre Belo Monte estava no auge, saiu um estudo dizendo que, para substituir a atual frota de automóveis brasileiros por veículos elétricos, seria necessário construir cinco usinas do tamanho de Belo Monte. Se uma hidrelétrica já tá causando essa polêmica toda, imagina cinco! Isso sem contar que uma boa parcela do que é produzido nas usinas – seja lá quais forem – é perdido na transmissão. Carro elétrico – na atual situação – não é solução para nada!
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    O grande problema é que aqui no Brasil existe a cultura de “se eu comprei um carro, vou usar um carro”. O trânsito embola porque muita gente usa carros desnecessariamente. “O carro deixou de ser um luxo e passou a ser uma necessidade”. Sim e não.
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    Moro em Botafogo, um bairro privilegiado do Rio. Tem ônibus e metrô para praticamente qualquer lugar da cidade. Por isso, eu não tenho carteira de motorista e não tenho a necessidade de ter. Em 90% das vezes, me viro com transporte público.
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    Muita gente vive na mesma situação que eu, mas insiste em colocar o carro na rua. Trabalhei durante nove meses em Ipanema. Havia pelo menos quatro linhas de ônibus que saíam do bairro que eu moro para o que eu trabalhava. No meu escritório, tinham mais pelo menos três pessoas que moravam em Botafogo e trabalhavam em Ipanema. As três colocavam seus carros na rua e raramente rolava sistema de carona.
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    Nesse caso, o carro é uma necessidade? Com ônibus que passavam com grande frequência e eu sempre ia pro trabalho sentado?
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    Hoje trabalho em outro bairro. Vou de ônibus e volto a pé para casa (40 minutos de caminhada, ouvindo podcasts). Vejo o trânsito e fico estarrecido. A maioria dos carros presos no engarrafamento são carros bons. Hyundays, Toyotas, Mitsubishis, carros de alto padrão de Chevrolet, Volkswagen, Ford… E na maioria das vezes, só com o motorista.
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    Cara, o cara que tem condições pra manter um Hyunday Tucson na garagem, certamente mora num bairro com farta distribuição de transporte público. Muitas vezes, com ônibus que vêm e vão vazios.
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    O carro é uma necessidade? Sim, se você mora num bairro muito distante ou com pouca disponibilidade de transporte público. Mas quem mora na Zona Sul do Rio e trabalha no centro ou em partes da Zona Norte, pode se virar sim com transporte público. Que tem muito a melhorar, mas nessas regiões mais vistas da cidade, são muito melhores do que se pinta por aí.
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    Esse foi meu desabafo, de quem cansou de ficar preso no engarrafamento entre Ipanema e Botafogo, porque as madames e os “madamos” iam pro trabalho desnecessariamente com seus carros caros.
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    Lucas Conrado
    25 anos
    Jornalista, podcaster do Papo di Minero e caminhador
    Rio de Janeiro

    • É impressionante como a realidade se altera dependendo da região em que se vive. Aqui no interior, o principal problema é a falta de transporte coletivo, pois as cidade são pequenas e muito próximas. Como eu disse no podcast, a própria lei seca é inviável por aqui graças a disso. Ou você sai com seu carro, ou anda a pé. E se for pra qualquer cidade vizinha, ou você arrisca, ou você não vai.
      O trânsito daqui piorou muito nos últimos anos. Não há Zona Azul em Pederneiras, pra melhor exemplificar. E simplesmente não há mais vagas para estacionar na rua durante a semana. É preocupante.

  • Salve, salve, Randall!!!

    Excelente programa, como sempre! E sobre um assunto que, em partes, gosto muito e, em partes, não sei nada! haha

    Mas senti falta de uma coisa: poderiam er falado da indústria genuinamente nacional. Fiquei esperando de verdade o pessoal mencionar marcas nacionais e contar um pouco da história e das dificuldades de se criar uma marca automobilística no Brasil. E temos muitas, apesar de serem pequenas ou grandes o suficiente para terem sido compradas por marcas estrangeiras.
    A Gurgel desenvolveu o primeiro motor nacional. Além dela, temos a Troller, a Agrale, entre outras.

    E é de se espantar, uma país como o nosso ainda não ter uma marca de automóveis de relevância e competitiva. Temos a Embraer fazendo aviões para o mundo, mas não temos carros nacionais.

    • Nerdanderthal

      Bem lembrado, Snaga!

    • Deveríamos sim ter ao menos citado a indústria genuinamente nacional, é verdade. Mas é importante dizer que ela nunca teve força alguma. E concordo com sua afirmação: é de se espantar, uma país como o nosso ainda não ter uma marca de automóveis de relevância e competitiva.

    • homero luz

      A Troller foi comprada pela Ford, mas tem Stark que tem uma linha muito parecida com a Troller de 4X4 e veículos militares, e já tivemos fora de carros mas em veículos pesados a Engesa(fabricante de tratores e blindados), FNM fabricante de caminhões e a CBT fabricante de tratores também, a engesa merece comentários a parte, fez um projeto tão bom que faliu, o MBT Osório que “derrotou” o M1 Abrhams MBT padrão do exercito norte americano, mas por pressão da industria de lá a Arabia Saudita fechou o contrato com o M1 mesmo

  • homero luz

    Muito bom programa apesar de falar dos veiculos com a quantidade de rodas errada, prefiro duas só, mas muita sobriedade quando se falou em preço de carros já que não cairam no mais do mesmo de falar somente em impostos, um caso interessante é a recente inauguração da fabrica nacional da BMW que não baixaram o valor do carro produzido aqui ao contrario do que a BMW fez nas motos que baixaram muito em relação as importadas, o veiculo eletrico eu acho inviavel, acredito mais no hibrido, como já tem onibus assim rodando aqui em Curitiba. e o transito ruim bem eu trabalho me deslocando entre clientes de carro, e isso me fez ouvir muitos podcasts enquanto dirijo as vezes outros motoristas olham sem entender o por que eu estou rindo no engarrafamento.

    • É provável que façamos um episódio sobre motocicletas, Homero. Na verdade, já tentamos gravar uma edição sobre esse assunto, mas não encontramos convidados. Quem sabe num futuro próximo, não é?

      • homero luz

        Já gostei da ideia de poder ter esse tema, realmente foi bem pouco explorado, existiu um podcast sobre motos o motocast, mas tiveram somente 4 episódios, e não tem mais site, ao menos nunca mais achei, mas enfim um tema bom acredito que vocês consigam fazer melhor do que o que existe por ai.

  • Eu nunca tive vontade de ter um carro, tanto é que aos 28 anos ainda não tenho carteira. Mas se um dia eu vier a mudar de ideia, meu sonho é ter um Troller da Toyota. Acho muito bonito esses carros altos. =)

    • Pois providencie logo sua habilitação, Thiago. Tenho certeza que isso te incentivará a possuir um automóvel.
      Como já relatei outras vezes, dirigi três anos sem habilitação, dos 15 aos 18 anos. Mas eram outros tempos.

  • Mega atrasado, mas comentando…

    Não sou dos maiores fãs de carro, apesar de dirigir praticamente todos os dias.

    E sinceramente, foi o que vocês falaram… Só vamos abandonar o combustível fóssil quando o planeta estiver à beira do caos.

    Abraços!

  • Igor Guedes

    “Na Porteira Cast” sempre surpreendendo! Há algum tempo eu venho pensando em qual carro comprar e como foi bom ouvir esse podcast de uma equipe que eu amo! Exatamente o que eu estava precisando!

  • Fala pessoal! Pulei alguns episódio pra conferir esse ótimo episódio. Cada vez gosto mais do NPC, pois cada episódio fala de assuntos que não conheço ou conheço pouco, agregando conhecimento 🙂
    No caso desse episódio, já conheço um pouco mais. Algumas curiosidades para adicionar:
    – Na Toyota, além do modelo de produção Japonês, mais eficiente, eles também criar o TRF (se não me engano), que era a Troca Rápida de Ferramentas. Com isso, eles podiam fabricar, na mesma linha de produção, diversos modelos de carros com velocidade maior que os americanos.

    – É legal também a diferença do motor a diesel e motor a gasolina. Quando entendi, achei muito interessante (sério, eu não sabia). Enquanto a gasolina precisa da vela para adicionar uma fagulha para a explosão, o diesel explode apenas com a pressão. Não achei o GIF mítico que tinha visto, mas achei estes que mostram outras coisas sobre o automóvel 😉 -> http://hypescience.com/10-animacoes-que-explicam-o-funcionamento-dos-carros/

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)