NPC 43 – O Brasil segundo os estrangeiros

Randal Bergamasco 9 de maio de 2014 42
NPC 43 – O Brasil segundo os estrangeiros

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Good morning, good afternoon, good evening! Como le vá, señor? Estais preparado? Pois estamos a começar mais um novo episódio! E em nossa edição quarenta e três, o Na Porteira Cast vai mostrar agora o que pensam sobre nosso país algumas pessoas que não nasceram aqui. Assim, você conhecerá o Brasil segundo os estrangeiros. E nesse interessante programa, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti) recebem o americano Josh Plotkin (Brazilian Gringo), o português Pedro O’Portuga (@PedroOPortuga) e o argentino Valentin Arechega para que eles nos contem suas impressões sobre nosso Brasil varonil. Você sabe quais nossas diferenças em relação aos Estados Unidos, Portugal e Argentina? Imagina quais são as nossas semelhanças? Nesta edição, descubra a música brasileira que se tornou hit lá fora; saiba qual o brasileiro com maior fama internacional; tome um belo “puxão de orelhas”; e ouça algumas dicas estrangeiras para que nosso país se torne um lugar melhor. Isso é apenas a entrada desse banquete podcastal repleto de ritmo, calor humano, gingado e críticas que apostamos que valem a pena ser ouvidas.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 14 min.35 sec.

:-: SITE DOS CONVIDADOS: :-:
– Brazilian Gringo – Site do Josh Plotkin

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Canal de Josh Plotkin no Youtube

– Brazilian Gringo Style (Vídeo recomendado pelo Josh)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 30 de maio de 2014.

  • Ouvindo, valeu Randal e Cia. First?

    • Sim, é o primeiro! E como os sul-coreanos vêem os brasileiros? Deixa o comentário aí!

  • M

    Só corrigindo o amigo Portuga: quem falou em homem cordial não foi o Chico, foi o Sérgio Buarque de Holanda. =)
    O podcast está cada vez melhor!

    • Correção anotada, M. Isso acontece! E a gente fica feliz em saber que você curtiu o conteúdo.

  • Jessica

    Ótimo episódio. Adoro podcasts que trazem diferentes visões de uma cultura, e vocês fizeram isso muito bem. Um dos grandes problema dos brasileiros é essa visão de vira-lata e de dar tanto valor pro que é de fora. Acho que esse pensamento é até culpa da falta de conhecimento, porque quanto mais você aprende sobre outras culturas vê que existem problemas em todos os lugares. Por outro lado, pode-se descobrir que a visão que você tinha sobre um país estava errado, isso vale pro preconceito que brasileiros tem com os países da América Latina. Muito do que sei de espanhol aprendi conversando com pessoas da América Latina, principalmente México. Eles tem uma cultura tão rica quanto a nossa e tenho muita vontade conhecer esse país.
    Vocês também falaram que brasileiros não conhecem muito a música portuguesa, concordo. Eu só conheço um grupo chamado “Os azeitonas”, eles fazem um som muito legal. Então, fica a dica.

    Deixo aqui mais uma dica: o podcast “O nome disso é mundo”. Uma visão brasileira do mundo. Me ajudou a desconstruir muitos preconceitos.

    • Concordo totalmente plenamente com você quanto ao “complexo de vira-lata” que você citou no comentário, Jéssica. Como você já deve ter percebido, aqui no Na Porteira não tem isso não: somos todos latino americanos COM ORGULHO, e sempre expomos nossas rica e diversificada cultura.
      Ah, eu conheço “O nome disso é mundo”. Aliás, um excelente podcast.

  • Rubens

    Muito bom esse assunto… E parabéns ao Randal e sacutti sempre abordando bons assuntos… Levei um puxão de orelha do portuga mas é a pura realidade… Abraço pessoal

    • Obrigado por ter passado aqui, Rubão! E apesar de não ser brasileiro, o Pedro foi totalmente certeiro no que a gente tem que melhorar.

  • Eu jurava que os estrangeiros, principalmente no caso do Portuga que nunca veio ao Brasil, tinham uma visão feia do Brasil, similar a mostrada nos Simpsons. Não discordo do que os Simpsons disse, mas gostei de saber que eles veem o Brasil como um lugar em que as pessoas gostam e aproveitam a vida.
    .
    Não me imagino vivendo num lugar onde sua vida é dedicada a trabalhar e nada mais, como é nos EUA.
    .
    Sonho um dia ir/viver em Londres. Acho a cidade belíssima.

    • Se você tiver contato com vários estrangeiros, isso é unanimidade entre eles. Já tive contato com finlandeses, sueco, americanos e neozelandeses e todos confirmam o que o Pedro e o Josh disseram. Taí uma das coisas boas do nosso povo (pelo menos na minha opinião).

  • Diego

    Mais um podcast fantástico. Não me canso de elogiá-los. Os assuntos estão cada vez menos óbvios e mais interessantes.

    E esse episódio foi magnífico. Os discursos finais do Josh Plotkin, Valentin Arechega e Pedro O’Portuga foram muito bons. Esses episódios sobre outros paises, viagens e tudo o mais quase que me fazem esquecer os terríveis engarrafamentos que enfrento enquanto ouço vocês.

    Agora, vamos as críticas. O Sacutti realmente precisa investir em um microfone melhor. Ouvi claramente todos os convidados, mesmo com seus sotaques carregados (e olhe, no alto falante do celular!) e não consegui ouvir absolutamente nada do Sacutti. Se não fosse o Randal repetindo as perguntas, não teria entendido nada.

    E gostaria de colocar aqui uma idéia: por que não transformar o Na Porteira em um agregador de outros podcasts, fora os de vocês? Vejo muita gente boa passando pelos episódios que possuem seus próprios podcasts e que poderiam integrar a equipe. Seria algo como “a união faz a força”, parecido com o que o Braincast e AntiCast e Matando Robôs Gigantes e Jovem Nerd fazem.

    No mais é isso, meus amigos! Parabéns!

    • Acho que o final do podcast foi o ponto alto da conversa. É unanimidade que somos um povo excepcional, mas temos muito o que melhorar. Quando vemos opiniões externas e críticas totalmente construtivas, a gente tem que ouvir e refletir.
      Quanto ao áudio do Sacutti, tivemos que gravar usando o microfone da webcam dele. No momento da gravação, o equipamento queimou e fomos obrigados a improvisar. Como não tínhamos outra data disponível, levamos desse jeito mesmo. Peço desculpas e a gente vai se esforçar em não produzir algo com o áudio comprometido.
      Quanto a agregar conteúdo, Diego, nunca pensamos nisso. Sinceramente, não acho que isso aumentaria a audiência; talvez a maior vantagem fosse o aumento do conteúdo do blog com outros podcasts. Mas é uma sugestão, vamos avaliar certinho.
      Obrigado por expressar sua opinião, Diego. E qualquer outra crítica construtiva, por favor, não pense duas vezes em postá-las aqui.

  • Como sempre um programa excelente, parabéns Randal pelo planejamento e execução desse ótimo debate. Pequenos comentários:

    – achei a lição de moral do Tuga no final bastante antipática, ensinando a acompanhar política. Portugal é um país imerso em corrupção e ineficiência, exportando pobreza para vários continentes há séculos. Não é um exemplo de política transparente ou ineficiente. Como diz a vinheta com sua voz que aparece lá no Comentadores, “achei isso totalmente desnecessário”.

    – Entre Brasil e Argentina, eu acho o clima amistoso, quando encontramos algum argentino ou vice-versa, eu tenho a impressão que a relação é boa, acolhedora e empática. O que estraga é o bendito futebol. Por mais que tenha amigos argentinos, eu confesso que até torço para o Brasil perder a Copa, desde que a Argentina não vença de jeito nenhum…

    – mídia vs. média, é interessante a origem latina. “Meio” em latim é “medium”, que no plural vira “media”, palavra adotada pela língua inglesa. Então “media” significa “meios” de comunicação, termo que caiu em desuso. Acho que os portugueses usam “média” com inspiração na língua inglesa, ainda que relutante, senão falariam “meios”. Já nós brasileiros, como de costume, escancaramos e já pronunciamos como os ianques de uma vez, “mídia”, por mais que a raiz seja latina.

    – na posição de cabeça-de-gasolina, informo-lhe que a Indy não é tão popular assim, na verdade é uma categoria beirando a obscuridade e a decadência. Os norte-americanos não ligam para a Fórmula 1, mas seu bálsamo motorizado não é a Indy e sim a Nascar, categoria que é assustadoramente popular, talvez a mais popular do planeta. Dá uma sacada em Bristol http://cdn.faniq.com/images/photos/photo_large/81/110481-1571.jpg

    abração a você e ao Sacutti, o Na Porteira nos faz ter esperança na internet 🙂

    • Acredito sim que Portugal tenha seus problemas, Carlos. Afinal de contas, que país do mundo não os tem? Só acho que são diferentes. Na minha opinião, a “lição de moral” do Pedro foi válida sim, pois é uma visão de quem não é brasileiro e um “espectador” de nosso problemas. Você joga xadrez? Já ficou ao lado de uma partida enquanto duas pessoas jogam? Você percebe várias jogadas, e quem está jogando, não. Acho que é bem por aí.
      Quanto a rivalidade com a Argentina, como eu já deixei bem claro em todos os podcasts que falamos sobre o assunto, não os vejo como inimigos. Isso é algo implantado pela imprensa em relação ao futebol e que a população leva pra outro lado. Encaro os argentinos como irmãos, mas no futebol, é outra história. Eu separo as coisas e não compartilho dessa rivalidade patética “em tudo”.
      Quanto a Nascar, realmente, foi falha minha! Obrigado pela correção!

  • Henrique Salem

    Aqui no Japão , acredito que boa parte dos japoneses tem poucas informações sobre o Brasil , apenas alguns noticiários de vez em quando sobre o carnaval , praias , futebol , violência e documentários sobre a Amazônia .

    Talvez com a Copa do Mundo e a Olimpíada , melhore um pouco a quantidade de informações , pois normalmente o país que sedia esses eventos , é o foco de muitas reportagens que mostram os aspectos sociais e culturais de seu povo .

    • Só tenho medo das notícias sobre a Copa que estão chegando por aí, Henrique. Pois aqui no Brasil eu nunca vi tamanho clima de revolta.

  • Dan Endo

    Engraçado, mas escutando o podcast percebi que hoje vejo o Brasil da mesma maneira que um estrangeiro, acho que por estar muito tempo longe de minha terra natal, e também por não me incluir em nenhum gueto aqui no Japão, pois os brasileiros fazem um Brasil em cada canto que se juntam.

    A visão que os convidados apresentaram do Brasil, é exatamente a mesma vista aqui do Japão, os japoneses tem uma visão parecida com a dos americanos, ou seja, pouquíssimas informações acerca do Brasil e do povo brasileiro, apenas o que é veiculado pela mídia e nada mais, talvez por olharem muito para o próprio umbigo.

    Mas com uma coisa tenho que concordar, o povo brasileiro é um povo muito hospitaleiro, um pouco ufanista em muitos aspectos, mas visto de fora as qualidades se sobressaem mais que os defeitos, e é difícil explicar aos japoneses o porque dos brasileiros serem tão alegres e irreverentes, geralmente digo apenas que é a cultura do brasileiro, que apesar de tudo acredita que tudo vai melhorar, mesmo com essa mania que temos de reclamar e de depreciar nosso país e nosso povo, o tal complexo de vira-lata que já é bem conhecido.

    Pra terminar quero deixar meus parabéns por mais um episódio excelente, continuem com o belo trabalho de vocês, um abraço.

    • Acho que não tenho nem o que acrescentar em seu comentário. Como você já está fora há algum tempo, penso que não existe ninguém com mais propriedade para falar sobre o assunto. Obrigado por participar e confirmar o que disseram nossos convidados.

  • Na Porteira me surpreendo cada vez mais com assuntos diversificados que não vejo em outros podcasts. Achei bem curioso o ponto de vista dos convidados ser tão positivo em relação ao nosso povo, quando na realidade eu esperava justamente o contrário.

    Parabéns pelo episódio tão bacana e enriquecedor. 🙂

    • Acho o que ajuda bastante a cultivar essa visão positiva é o contato dos convidados com o país, Vitor. Afinal de contas, o Josh mora aqui, o Valentin viveu aqui por um bom tempo (e vai voltar) e o Pedro tem bastante contato com nossos compatriotas. Os preconceitos e estereótipos caem a partir do momento que você conhece algo ou alguém.

  • Olá ! Parabéns pelo cast.Por viver muito tempo no Japão gostaria de falar só uma curiosidade.Indiferente do resto do mundo, quando se fala em futebol aqui a primeira pessoa que eles falam é do Zico(considerado um Deus por aqui) e não Pelé como o restante do mundo.Abraço

    • Muito bem lembrado, Marcelo! Afinal de contas, Zico foi o maior incentivador do futebol por essas terras. Boa colocação.

  • Hamilton Lemos

    Excelente programa!

  • Grande Randal e Sacutti, tudo bom?

    Como sempre, excelente episódio! Vou te falar que este foi até acima da média que vocês produzem. Muito bom mesmo. Ótimo tema, ótima pauta, excelente convidados!

    Já tive contato com alguns estrangeiros durante a vida, mas foi algo que nunca parei pra perguntar pra eles, sabia? Talvez porque eles acabavam entrando no dia a dia do trabalho, era algo que acabava passando… Só sei que, diferente do que muita gente pensa, aqui é um país que é muito difícil (e burocrático) para fazer imigração. Tive um chefe inglês que reclamou horrores do processo no consulado para conseguir tirar o visto (algo até pior do que passamos para ir para os EUA, por exemplo).

    Pessoal, senti o áudio do Sacutti um pouco falho ou foi impressão minha? Parece que não estava tão claro quanto o do Randal.

    Como sempre, muito obrigado pelo conteúdo! Agora é ficar na espera para ouvir o que vocês vão aprontar no próximo…

    Abraços!

    • Outros ouvintes também reclamaram do áudio do Sacutti, Gudima. Realmente, o microfone dele queimou justo na hora da gravação. Tivemos que improvisar, usamos a captação da webcam dele e a qualidade ficou horrível. Faremos o possível para que isso não se repita.

      • Imprevisto acontecem, o resultado foi excelente, mas achei importante pontuar.

        Abraços!

        • É IMPORTANTÍSSIMO pontuar, Gudima. Esse feedback é ESSENCIAL para que a gente identifique e melhore qualquer problema.

  • Paulo Fernando

    Mais um excelente programa, serviu para desmistificar muitas “verdades” que temos. Naporteira, anticast e telhacast são hoje os podcasts com as pautas mais interessantes e relevantes na podosfera que conheço.

  • Pedro O’Portuga falou tudo, é incrível ver que uma pessoa que mora fora do nosso pais tem a visão muito mais ampla sobre os problemas que acontecem e formas de resolver do que a maioria de nos aqui, e isso também é vergonhoso.

    • Às vezes, quem está de fora consegue enxergar melhor, Leo. Pois quem está “dentro do jogo” tem influências várias influência, muitas delas emocionais, que atrapalham o panorama geral dos problemas.

  • Salve, Randal!!!

    Cara, eu ouço podcasts por pacote. Não assino feed de ninguém, então posso ficar meses sem acessar algum e, quando acesso, baixo todos os últimos programas que tenham tema do meu interesse. Foi o que aconteceu aqui no NPC, então este comentário vale para “Portugal”, “Conspiração Pouca é Bobagem” e “O Brasil Segundo os Estrangeiros”.

    O programa de conspirações é um que ainda quero fazer. Já sugeri pro Thiago, mas você conhece a fama de ditador dele, né? Infelizmente o tema não passou no crivo do prefeito! hahahahaha Mas esse aqui do NPC ficou ótimo, ponderado, sem nenhum daqueles conspiradores de plantão que acreditam nas histórias mais absurdas, mas sem nenhuma zueira com as histórias (eu particularmente não acredito em nenhuma dessas conspirações).

    Quanto à visão dos estrangeiros, fiquei realmente surpreso. Não sei se os participantes ficaram inibidos de falar a verdade sobre o que pensam de nós, mas não imaginava que falariam tão bem e não imaginava que eu receberia lições de moral de um português e um argentino! E isso me leva ao terceiro comentário.

    “Portugal” foi um programa fantástico! Dentre os três, o melhor! Espero que que o Brazilian Gringo realmente vá pra frente e que esse português (não lembro o nome dele) faça sucesso! O cara mandou muitíssimo bem no programa (em ambos os que participou) e falou verdades sobre nós brasileiros de uma maneira sóbria, sem ofender, criticando os pontos certos. A participação dos dois brasileiros, mostrando suas visões estrangeiras sobre Portugal também foi ótima. Aprendi muito sobre o país, quebrei preconceitos e até fiquei com vontade de conhecer a Terrinha de nossos primos! E dei muita risada com a imitação de brasileiro feita ao final do programa. Gostei tanto que mostrei pro meu pai, que ficou rindo também. Foi algo inédito pra gente! Nunca tínhamos visto um português imitar no sotaque! Muito bom mesmo!!!

    Continue assim, Randal! Sucesso meu velho!!!

    • Corrigindo, o site do portuga é Gringocast. O Brazilian Gringo é do Josh e eu já vi alguns vídeos e gostei bastante também! Principalmente a paródia que está linkada aqui na página! Muito bom!

    • Não se preocupe em comentar “por atacado”, Snaga. O importante é registrar sua opinião e expandir o assunto.

  • Grande Randal e Sacutti, mas um ótimo podcast! Acho muito legal vocês conseguirem trazer convidados de fora do país pra participar do programa. Escutando o Josh, fiquei na esperança de que nossa imagem lá nos EUA esteja melhorando. Nunca esqueço que, cerca de 6 anos atrás, um amigo meu foi morar uns meses em Oregon. Ele estudou num colégio lá com americanos, e disse que a maioria achava que nós falamos espanhol, e disse que muito dos garotos achavam que dividíamos nosso dia-a-dia com macacos, onças e cobras, uma visão totalmente estereotipada. Outros amigos meus que foram pra lá anos atrás dizem o mesmo. Eu sinceramente não consigo acreditar, não consigo ou não quero né!? rs

    • O episódio relatado por você me lembrou muito aquele episódio dos Simpson (o primeiro) que eles vêm para o Brasil. Mesmo na época eu não me senti ofendido, pois infelizmente é a visão que eles têm sobre o país. O desenho apenas ilustrou isso.
      Outro comentário que poderia ser selecionado pro “Correio da Roça”, mas já o gravamos ontem!

  • Caríssimos Randal e Sacutti,

    Mais um “Na Porteira” excepcional. Pauta pertinente, convidados muito bem escolhidos, aliás foi muito bom ver o Valentin representando nossos hermanos e conhecer Josh e o Pedro que, ao contrário do esteriótipo de “burros” dos portugueses apresentou uma fala impecável.

    Gostaria muito de estar nessa tropeada em meu burrico de remonte argentino trocando ideias entre pares.

    É uma pena que os produtos portugueses tão tradicionais e bem aceitos no país venham decaindo como o Azeite Gallo de meu xará Guedes:

    http://aosuldocapital.blogspot.com.br/2013/11/azeites-brasileiro-e-argentino.html

    O bom é que os azeites argentinos e o brasileiro apresentaram ótimos resultados.

    Gostaria que o Pedro, do condado portucalense, tb comentasse este vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=Iq6A17_rpQY

  • Nerdanderthal

    Desculpem a minha grande ausência em podcasts. Tenho passado por problemas e muito trabalho, não sobrando tempo para comentários, mas sempre tenho tempo para ouvi-los, principalmente o Na Porteira, uma das melhores heranças que grande amigo Lucas Amura me deixou.
    Obrigado pelo excelente programa.
    Como muitos já falaram, foi mesmo surpreendente para mim a visão que os estrangeiros convidados têm do brasileiro.
    Nunca viajei para fora do Brasil para fazer comparações, mas o nosso povo tem a péssima mania de se desvalorizar, de contar a velha piada de que Deus fez um país maravilhoso, mas “vocês vão ver o povinho que vou por ali”.
    Os problemas aqui são muitos, não há dúvida, porém a imprensa vem com alguns números estatísticos, comparando o Brasil a outros países, tipo “aqui temos 300 homicídios por semana”, “500 pessoas morrem por mês em acidentes de trânsito”, “temos n analfabetos”, etc.
    O Brasil é um país continental, seus “números” deveriam sempre serem dados por metro quadrado.
    Administrar países considerados desenvolvidos cujas extensões, muitas vezes, são menores que muitos estados brasileiros, não pode ser comparado com o nosso.
    O Brasil precisa sim, para se tornar definitivamente um dos melhores do mundo, que nós brasileiros acreditemos mais em nós mesmos.
    Abraço a todos e prometo comentar mais.

    • Desdenhar o país e não apontar soluções é bem fácil não é, Nelson? Realmente, sabias palavras: o que falta para os brasileiros é tratar nosso país como uma nação, e não como a casa da sogra onde todos querem pegar um pedaço de bolo maior do que a galera que está na festa.
      Acho que todos nós nos surpreendemos a respeito da visão dos estrangeiros sobre a gente. Esperamos que o programa seja um pequeno empurrão pra tentar acordar o Brasil. Até quanto a população local não vai perceber que vivemos num país maravilhoso e para melhorá-lo, depende só da gente?

  • Muito interessante notar que, apesar de tudo, o Brasil é visto “bem” fora do país. Os próprios brasileiros tem o costume de denegrir a imagem do Brasil, mas os “turistas” aproveitam o que tem de melhor. Claro que existem problemas, mas nos outros países também podem existir problemas e nós, como turistas, podemos ver o que eles tem de melhor. O melhor é que vocês conseguiram pessoas que moram ou moraram aqui. 🙂

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Fred

    A imagem que os mexicanos têm do Brasil, segundo eu vejo, é boa, mais não parecemos muito interessados em aprender o português. A língua portuguesa é pouco atrativa ao que parece, para a gente, No Mexico se prefire aprender o inglés, fránces o até japonés, a música brasileira tampouco é muito popular só algumas que foram muito populares e se espalharam por o mundo como o tic-tac do carrapicho, ou as musicas do michel teló mas Em geral a cultura brasileira não tem muita presença nem muita influência no mexico. o que mais é conhecido do Brasil no mexico é o carnaval o futebol e o cristo do Rio de janeiro, a gente também celebra o carnaval e se acostuma escutar às vezes a samba e outros gêneros de musica brasileira. Fiquei decepcionado quando comecei a entender e falar em portugues pois percebi que no brasil tem os mesmos problemas que o mexico: corrupção, desigualdade, os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, Concordo com valentin de que deveríamos nos unir, por exemplo na europa eles têm sua união europeia e su moeda e forte, nós deveríamos nos unir também para melhorar não apenas na economia, mas também em outros aspectos. Eu percebo que o mexico está um pouco distanciado ou isolado com respeito ao brasil e aos paises sudamericanos e que devería haver mais interação entre latinoamerica toda incluindo america central, caribe e o mexico