NPC 41 – Política para iniciantes

Randal Bergamasco 30 de março de 2014 55
NPC 41 – Política para iniciantes

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Brasileiras e brasileiros! Começa agora o horário podcastal gratuito! E isso não é uma campanha política! Em nossa edição de número quarenta e um, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti) recebem o historiador Igor Guedes (@professorigor) e o sociólogo Oleno Petrere (@ndox138) para ensinarmos um pouco de política para iniciantes. Nesse bate-papo descomplicado, reflexivo e informativo, foi gravado no intuito de despertar o mínimo de senso político num país onde a população local não se importa com esse assunto. Você sabe o que é e onde surgiu a Democracia? O que é direita e esquerda? Como funcionam os três poderes que regem nosso país? No programa de hoje, conheça alguns “excelentes” projetos de nossos parlamentares; entenda no que a política impacta em nosso dia-a-dia; você faz questão de escolher um candidato em toda eleição ou prefere anular ou deixar seu voto em branco? Pois ouça esse programa mais que especial e atual e não se esqueça de participar através nossos canais de comunicação.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 13 min. 14 sec.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– Mundo podcast – Portal onde está hospedado o “Telhacast”, podcast que Igor Guedes participa
– Ao Sul do Capital – Blog de Igor Guedes sobre a América Latina
– Minas Colonial – Blog de Igor Guedes sobre história
– Área Freak – Podcast onde Oleno Petrere é host.

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– PESQUISA DE AUDIÊNCIA NPC 2014 – Encerrada
– PODPESQUISA 2014 – Encerrada

– Diagnóstico: amnésia eleitoral (Webcitizen)
– Site Oficial da Câmara dos Deputados
– PL 6476/2006 (Sobre a realização do Carnaval no último sábado de fevereiro)
PL2542/2000 (Institui a segunda-feira de carnaval como Dia Nacional de Oração)
– PL6741/2006 (Propõe a obrigatoriedade da dublagem)
– Projeto transfere sede do governo federal para Itu uma vez por ano
– Quem segura Nazareno Fonteles (Blog do Silva)
O que foi o AI-5 (Site Sua Pesquisa)
A disparada de Joaquim Barbosa, o Batman brasileiro (Site da Exame)
– Entenda como funciona uma Medida Provisória (Site do Senado)
– Como funciona o Voto Distrital (Site “Eu voto distrital)
– Coreia do Norte anuncia eleições com 100% dos votos para Kim Jong-un (Site da Folha)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 20 de abril de 2014.

  • Corrigindo informação sobre o judiciário:
    ele tem várias instâncias, e apenas nas superiores os Ministros são indicados.

    Os juízes de primeira instância são concursados, o que é uma forma de tentar evitar a influência de políticos regionais nas decisões.
    Na segunda instância os desembargadores vem de 3 lugares: parte é de juiz de carreira, outra parte é indicada pela OAB e outra parte é indicada pelo Ministério Público.
    Além dos Juízes, parte importante do judiciários é o Ministério Público, que é bem estruturado no país, e a Defensoria Pública, que na maioria dos estados é extremamente carente de recursos (o que prejudica a defesa dos menos ricos).

    Este é o poder cujo funcionamento é menos conhecido e só recentemente passou a ser fiscalizado, o que revelou coisas escabrosas como palácios de justiça suntuosos e comarcas do interior em que faltam até papel para que documentos e decisões sejam impressos.
    Como normalmente a imprensa noticia apenas o que acontece nas instâncias superiores (STF e STJ) a impressão que se tem é que lá é que a justiça ocorre, mas a realidade aponta que é na primeira instância que isso ocorre, e é onde faltam mais recursos e também fiscalização.

    Sobre o voto obrigatório ou facultativo: sou completamente a favor do voto facultativo. O candidato dará muito mais valor ao meu voto se tiver que me convencer a sair de casa para votar.

    Sobre o voto de cabestro: na maioria das vezes damos exemplos de cidades dos rincões do interior, mas nos bairros das periferias, morros e cidades nos entornos das capitais esta prática é mais comum e, de certa forma, encoberta e deixada de lado.

    No mais, muito bom o episódio e parabéns pela coragem de abordar o tema, que muitos preferem fazer de conta que não é importante ou não existe.

    abraços

    Nilda Alcarinquë
    46 anos – Jandira/SP

    • Obrigado pelas correções, Nilda. E valeu também em expressar sua opinião em assuntos tão polêmicos e ignorados pela maioria da população.

  • Tiago M. Steluti

    Obrigado pelo excelente podcast !!
    Sempre com temas relevantes e conteúdo esclarecedor.
    Sucesso sempre !!

    Grande abraço

    • Obrigado, Thiago! E passe outras vezes aqui nos comentários pra relatar o que você achou do episódio.

  • Oi pessoal da poteira. Eu sou o Boaz do ATPCast, também Cientista Político. Acompanho o programa de vocês há algum tempo e peço desculpas por não ter comentado ainda. Mas como este programa eu achei sensacional ele merece meus parabéns.

    Vocês e seus convidados expuseram uma visão ampla e quase que imparcial sobre o que é política sempre chamando ao envolvimento e reflexão sobre o tema. Gostei mesmo.

    No ATPCast temos também um programa sobre o que é política, mas com nossa visão mais parcial e conceitos um pouco mais avançados. Faremos uma série dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia. Mas chega de jabá.

    Parabéns pelo trabalho de vocês. Sou fã, mesmo não concordando com tudo.

    • Eu conheço o ATPCast, Boaz. Aliás, a gente fica muito feliz com sua “passagem” por aqui nos comentários do Na Porteira.
      A proposta dessa edição foi tentar ser o máximo imparcial possível. TENTAR, pois quando o assunto é política, como brilhantemente disse o Igor, “ninguém é virgem”. Nosso intuito foi fomentar a conscientização política dos ouvintes.

  • Quanto ao que a Nilda disse, sim, essa estrutura que me referi no cast vale apenas ao STF, mas era a instância que cabia naquele momento da conversa, nas instâncias menores a coisa funciona por concurso e etc. Quanto aos pontos que ela disse a respeito do voto de cabresto em comunidades carentes de grandes cidades, ela está coberta de razão, isso é uma realidade até hoje.

    Agradeço aos elogios do pessoal e lembrando que imparcialidade em se tratando de política é algo quase impossível, mas fiz o possível pra ser o menos parcial rs.

    Ouvi o cast aqui e ficou bem maneiro mesmo, valeu pelo convite Randal!!

    Abraço!

    • A gente que deve te agradecer, Oleno. E esperamos contar com você em outras edições, muitíssimo obrigado por ter ajudado a fazer esse podcast sensacional!

  • Paulo Eduardo (Padu), Niterói, RJ

    O mais legal do NPC é como vocês alternam temas descontraídos como o da edição 40, com temas mais sérios, como o desse programa. Além disso, a presença dos convidados de alto nível sempre enriquece o bate-papo.
    Quanto ao tema em questão, acho muito válido ressaltar duas coisas. Certa vez fui convidado para ir a assistir a gravação do programa “Na Moral” do Pedro Bial no Projac. Fui mais pela oportunidade, já que nunca nem tinha assistido ao programa e devido ao histórico do apresentador na Globo, não esperava muito coisa. Eis que num longo bate-papo com a plateia antes do programa, dentre muitos assuntos que ele puxou, desde filosofia e política à biologia, ele nos disse que consta na constituição americana o seguinte artigo: “Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser impedido.”. Resumindo, mesmo que na prática não seja exatamente isso o que aconteça, o direito dos americanos de portar armas reside no fato do povo ter o dever de insurgir contra o governo que não estiver fazendo o melhor pelo povo. Fui pesquisar assim que cheguei em casa, e era isso mesmo. Interessante como eles encaram a política por lá. Ah, e é no mínimo engraçado como o ator escolhido para apresentar o BBB detém tanto conhecimento geral.

    • Pois é, o Pedro Bial é um baita jornalista, Padu. Não sei se você sabe, mas ele era correspondente internacional da TV dos Marinho, chegou a cobrir eventos históricos como a queda do muro de Berlim e a Guerra da Bósnia. Porém, como essa emissora tem o dom de estragar os outros, olha qual o fim do cara…

  • Olá Randal,

    Sou ouvinte de vcs, e gosto muito de seus podcasts. Aprendi muito com está pod mais uma vez, meus parabéns! Ressaltando uma das falas do Igor, que me foi como desabafo e indignação, que concordo plenamente.

    Sobre o voto branco e nulo, realmente há muitos mitos que os cercam, mas um deles é estigmatizar que quem vota em branco não está contribuindo para o processo democrático, não exercendo sua cidadania, etc. Veja que até entre vcs me parece que na “eleição” de 4 eleitores para votar contra ou a favor do voto branco ficou empatado, isso mostra que a questão é mais séria e poderia ser melhor aprofundada no debate político do que é, ao invés de colocar a questão como um grupo de pessoas diferentes e rebeldes “sem causa”.

    Votar branco é tão cidadão quanto quem vota nalgum candidato, porque não? Simplesmente escolhemos a terceira opção: branco. Tanto é exercício de cidadania e contribui para o processo democrático que tem uma tecla somente p ele. O problema é que em 1996 (preciso de info mais precisa do ano) os políticos através de uma MP (tb preciso de info mais precisa) votaram tornando o voto branco como inválido, o certo é que tornaram o VOTO BRANCO INVÁLIDO, ou seja, “fuderam” com a vida e liberdade do eleitor mais uma vez, além de nos obrigar a votar ainda tolhem nosso direito de ter voz como voto branco, por essas e outras, que a não ser por um motivo muito especial e candidato do legislativo tb especial, sempre voto em branco, afinal, o representante do executivo poderia ser o BatJoaquim Barbosa (nele votaria) mas mesmo assim o sistema é tão podre que o derrubariam ou matariam nosso héroi em pouco tempo.

    Defendo o voto BRANCO E NULO, não pq isso obrigatoriamente forçaria novas eleições, pois, lembre-se, nos “fuderam” mais uma vez em 1996 invalidando nossa voz, mas mesmo assim, entre outras medidas, votar em branco e quanto mais votos em branco (abstenções É CRIME) mais irá suscitar o debate quanto a insatisfação da população. Fico “puto” da vida quando ao final de todas as eleições algum fdp vem as telas das TVs dizer: “vitória da democracia, tantos porcento da população votou e escolheu seus representantes”, isso É MENTIRA!!! Somos obrigados a votar e ainda põem em nossa cabeça que temos que escolher o “menos fidido” (como disse Sacuti, desculpe se errei o nome) pois “votar em branco não é a melhor opção”, quando na minha opinião, votar em branco É uma das saídas para discutir ou pelo menos disparar um gatilho de uma efetiva mudança.
    Imagine a reputação do governo “eleito” na política internacional ao saberem que a maioria da população NÃO quis seus governantes, mas mesmo assim “nossa dEMOCRACIA” impuseram-nos goela abaixo?

    Desculpe escrever tanto, mas esse assunto nos consome literalmente não é mesmo? Vou colocar um link de uma poesia protesto que escrevi no ano passado sobre a questão, se não puder colocar links aqui pode retirar, não tem problema. Mas o link está ai: http://www.uvasroxas.com.br/index/rep-blica-ou-r-p-blica.html

    • Não economize nas palavras, Lucianno! Como a gente diz com frequencia no “Correio da Roça”, esse espaço existe para vocês aí do outro lado escreverem o que quiserem.
      Quanto ao voto em branco, como eu disse para o Oleno durante a gravação, é um direito do cidadão. Como deixei claro, eu nunca anulo ou deixo em branco meu voto, uma escolha minha; só que vivemos numa democracia e todo brasileiro tem o direito de escolher ou não um candidato.

      • Obrigado Randal,

        Concordo quanto ao direito de escolher ou não um candidato, mas discordo que seja uma democracia na pratica, democracia entre outras coisas é dar liberdade para todas as representatividades opinarem, ainda que sejam minorias, e quem escolhe não escolher não é tido como alguém que cumpre sua cidadania, é isso que quero dizer, não quanto a vc ou sua opinião de escolher escolher, mas como vc citou “democracia”, enquanto o voto for obrigatório e o voto branco for inválido, isso não é democracia, não sei sua realidade ai, mas eu tb moro no interior (perto de Rio Verde – GO) mas por aqui, raríssimas vezes um candidato não compra voto ou faz conchavos (todo o Legislativo aqui há algumas eleições, quem se elegeu comprou voto), por isso, na minha opinião quem escolhe escolher está a favor de toda essa porcaria institucionalizada. Bom, mas estamos falando de opiniões, essa é a minha, obrigado por responder. Abraço!

        • Somos um pouco radicais nesse sentido, mas concordo plenamente com o que você disse!

    • Concordo Brother.

      Eu anulo meu voto há vários anos mas sou politicamente ativo, participo em várias instâncias desde a política do meu bairro até ações de conjectura nacional.

      só não voto em ninguém pois como disse, não me sinto representado por ninguém.

      Abraço!

      • Olá Oleno,

        Obrigado por responder. Quando um eleitor escolhe um candidato a vereador (ou qualquer outro) que sabe que é honesto e competente (como sei que os integrantes do podcast fazem) incentivo votar e militar pelo candidato, mas normalmente tal candidato perde, claro que raramente alguns ganham. Sobre o voto branco, não somente eu voto, mas trabalho por ele, sou seu cabo eleitoral, sempre seremos minoria, mas as pessoas precisam saber que isso também é consciência, cidadania e que o branco e nulo podem fazer muito mais que esse bando de safados/assassinos.
        Mas somos radicais mesmo, acredito que o problema mesmo está no eleitor, por isso, iniciativas como o podcast que vcs fizeram é um trabalho de militancia política maravilhoso, bem como outras atuações de vcs. Não atuo muito, mas tenho feito algo, outro dia fizemos manifestação na faculdade (como aquelas nacionais do ano passado), a repercussão foi tão grande que o Legislativo extraordinariamente reuniu-se à portas fechadas com o Executivo, antes da reunião começar, cheguei, e disse:
        – Vocês vão tratar do assunto da faculdade?
        – Sim – alguns vereadores disseram.
        – Quero participar da reunião.
        – Ma-ma-mas você não pode, serão só os vereadores e o prefeito – responderam timidamente.
        – Ok, mas estamos de olho. – respondi e fui embora.

        Enfim, pessoas e estudiosos como vocês merecem toda minha admiração e respeito, não tenho nem conteúdo para entrar num bate papo aqui, serei ouvinte fiel do pod para aprender mais, o NAPORTEIRA e o VISÃO HISTÓRICA (inativo) são uns de meus preferidos (ouço todos), vou procurar seu trabalho Oleno. Meus parabéns pelo esforço e dedicação, sei que não é fácil fazer e participar de podcasts (sem ganhar nada, fazem pelo amor mesmo) e ainda ter tantas atividades pessoais, políticas e profissionais para cumprir.
        Grande abraço a todos!

  • rafaeltaira

    Quando não se conhece sua própria opinião política. Deixo a seguinte frase de Alexander Pope: Deixem os tolos discutirem a forma de governo. O mais bem administrado,seja qual for, é o melhor.

  • rafaeltaira

    Os adultos brasileiros amam tantos os políticos quanto as crianças amam os professores.

    • Concordo com a frase, mas é algo que tem que mudar. Como nossos convidados brilhantemente disseram durante o podcast, a política reflete em nosso cotidiano e influencia nossa vida de forma constante e direta.

  • rafaeltaira

    o nome que eu mais ouço falar sobre política é um tal de zuenir ventura.

  • Eliana Rodrigues

    Parabéns! Como de praxe, mais um excelente episódio com convidados ilustres e tema de extrema relevância.
    Um assunto de média complexidade para alguns, mas que foi passado com bastante clareza e propriedade pelo Oleno e pelo Igor.
    Sou totalmente a favor do voto facultativo. Acredito que só com essa prática aumentaria o número de votos conscientes.
    Não posso deixar de mencionar que os comentários de todos os participantes, por estarem sempre em harmonia, elevam o nível da discussão e tornam o programa ainda mais interessante.
    Muito obrigada e abraços a todos!

    • A gente fica muito feliz por ter gostado do podcast, sensação de dever cumprido. E computado mais um voto a favor do voto facultativo. Pelo início do feedback do episódio, é quase uma unanimidade entre os ouvintes.

  • É bom aprender com o NaPorteira.
    .
    Cara, juntar o Igor e o Oleno, e se ainda tiver a oportunidade de colocar o Etiane juntos, é pra fazer as melhores discussões possíveis. Puts.
    .
    Se o assunto envolver política, esses são os caras para falar.

    • ^^

    • O Márcio Etiane também foi convidado, mas surgiu um imprevisto e ele não pode participar (uma pena mesmo). Mas venhamos e convenhamos, o Igor e o Oleno seguraram o assunto com maestria. Realmente, quando tema envolve política, são os melhores da podosfera.

  • Henrique Salem

    Ótimo programa , excelentes convidados !
    Assunto riquíssimo a ser debatido que merece até ser repetido .
    E parabéns Randal pela imparcialidade na condução do debate . ( ao contrario de alguns outros podcasts )

    • Obrigado, Henrique. A gente tentou ser o mais imparcial possível. Apesar que, na minha opinião, é um pouco difícil não deixarmos transparecer nossa convicções, mesmo que sorrateiramente, num assunto como este. “Ninguém é virgem politicamente”.

  • Edson Monteiro

    Bão também!

  • Grande Randal

    Equipe de peso para a gravação, hein?

    Muito bom, valeu!!!

    Abraços!

    • Pois é, e a própria bancada fixa do podcast também é de peso graças a minha “tonelagem”.

  • Thais

    Para os meninos aí que não fazem idéia o que são Ligações Peptídicas:

    Imagine uma escultura feita de lego. Ela é constituída de peças unidas por encaixes, OK?
    As ligações peptídicas são esses “encaixes” existentes entre peptídios (as peças, ou moléculas) que compõem as proteínas (escultura).

    Agora vou ouvir o resto do podcast
    Um abraço

    • Não acredito que alguém explicou essa “pérola” que o Igor disse no começo do podcast? Obrigado, Thais! Fica registrada a explicação a nível de curiosidade.

    • hahahaha muito obrigado pela explicação, mais simples do que eu imaginava… se eu tivesse professoras de química com exemplos tão bons quanto esse na época da escola eu teria menos trauma da matéria rs.

  • Dan Endo

    Olá meu nome é Dan Endo 39 anos, moro no Japão e acompanho vocês já faz um tempo, e tenho apreciado muito todos os temas abordados.
    Sobre este episódio, achei um ótimo assunto, mas pena que sua extensão extrapole o limite de tempo de um episódio, espero que voltem a abordar o tema no futuro, pois acho que muitas pessoas simplesmente dizem não gostar de política, mas não se dão conta que a política também é a arte de discutir um assunto até se chegar a um consenso, coisa que fazemos no dia-a-dia, no trabalho, em casa e com nossos amigos.
    Continuem com o ótimo trabalho, um abraço.

    • Pois é, certamente política será o tema de outros episódios, Dan. Pois juro que fiquei impressionado com o feedback e com o número de downloads desse episódio, foi sucesso absoluto! Obrigado.

      • Dan Endo

        Uma prova da competência na condução do assunto, mais uma vez parabéns.

  • Caio

    Olá! Tenho 24 anos, sou comerciário e moro em Barretos/SP.
    Esse foi meu primeiro NPC – gostei TANTO que baixei e ouvi umas 156484354357354313214 vezes!
    Obrigado por tornarem público um assunto delicado de forma simples. Eu sempre tive dificuldade em entender alguns conceitos políticos e vocês me ajudaram bastante! 😀
    Estou ansioso pelo próximo programa! Sucesso!

    • .. pois recomendo então que ouça e baixe as edições anteriores, Caio, pois a “pegada” é bem parecida. Muito obrigado.

    • Fico muito satisfeito enquanto sociólogo ao ler isso! e como tu gostou pode fazer a maratona do NPC que você vai curtir com certeza!

      Abraço!

    • Dan Endo

      Putz, eu vivia em Barretos antes de vir para o Japão.

      • Caio

        Eita mundo pequeno, Dan! rs

        Randal e Oleno, com certeza ouvirei as outras edições! Por favor, continuem com o conteúdo de qualidade! 😀

  • RD

    Olá.
    Um dos convidados neste episódio falou sobre o controle da mídia e sobre o que está acontecendo na Argentina. Alguém ai chegou a acompanhar o que de fato diz a Lei dos Meios que foi aprovada lá e que levou a essa “perseguição” ao Clarim? Eu confesso que não estou plenamente inteirado (e que tenho alguns receios sobre como será/está sendo implementada), mas vale a pena um estudo para não falar sem conhecimento e criticar algo que pode vir a ser bom.

    Resumidamente, essa lei busca democratizar a comunicação naquele país. A intenção (pelo menos é isso que é dito) é evitar monopólios dos veículos de comunicação. A Lei dos Meios define, por exemplo, que a produção televisiva, os canais de televisão, na Argentina têm de ser dividido entre três segmentos:

    33,3% de canais privados e comerciais (que hoje são a imensa maioria – assim como no Brasil)
    33,3% de canais públicos (canais que deveriam ser sem interesses comerciais e sem aparelhamentos políticos)
    33,3% de canais comunitários (canais regionais e locais, feitos por pessoas comuns e/ou instituições sociais e que, grosso modo, falassem sobre o cotidiano e a cultura das pessoas).

    Isso para que a sociedade e todos os outros segmentos também tenham direito a voz
    Se não me engano, a lei também proíbe a propriedade cruza de meios de comunicação (quer dizer, uma mesma empresa não pode ter ao mesmo tempo uma televisão e um jornal, por exemplo. Algo que a Constituição brasileira também proíbe)? ;

    Alguém discorda que os veículos de comunicação no Brasil são muito concentrados?
    Vocês sabiam que a Constituição brasileira proíbe a chamada propriedade privada de veículos de comunicação
    Sabiam também que algumas das concessões de televisão no Brasil já estão vencidas há anos e que foram prorrogadas sem uma nova licitação ou sem uma consulta à sociedade?

    Pretendo estudar mais isso, até para ver o como esta lei está sendo aplicada e se não está sendo usada para de fato perseguir uma empresa (o Clarín) indevidamente.
    Um abraço e ótimo final de semana,
    RD

    • Não sabia desses fatos que você apresentou, RD. Na verdade, a imprensa brasileira vende outra imagem dos acontecimentos na Argentina. Pra ser muitíssimo sincero, sempre soube bastante superficialmente sobre o assunto. Preciso conhecer mais sobre o caso para me posicionar melhor. Obrigado por ampliar a discussão.

  • Caríssimo, concordo que o Clarín concentre em suas mãos um imenso potencial midiático. Entretanto, o Grupo Clarín é a principal fonte de denúncias sobre supostos casos de corrupção da administração Kirchner.

    O mais estranho é que Néstor Kirchner (o vesgo, como diria o bom e velho presidente do Uruguai) renovou todas as licenças do Clarín e só passaram a persegui-lo após as denúncias.

    A lei no fundo é boa, a família Sarney domina rádios, redes de tv e jornais no Maranhão trazendo só prejuízos ao estado. Seria ótimo vê-lo obrigado a se desfazer de boa parte disso. Entretanto, a presidente da Argentina ataca o Clarín única e exclusivamente pelas denúncias.

    Isso é restringir a liberdade de expressão!!!

    Analisar a lei pura e simplesmente eu concordo, mas analisa-la dentro do contexto sociopolítico argentino eu sou totalmente contra a censura de um meio que vem denunciando esse governo corrupto da “esposa do vesgo”.

    • Dan Endo

      Se não me engano, já houve um episódio com a participação de um argentino explicando como as coisas funcionam por lá.
      E Igor, sou um fã de sua dialética, principalmente quando você usa o seu bordão, ” o efeito nefasto”, você é o único que vejo usando essa palavra nos podcasts.

      • Dan Endo

        Se você não for o Igor Guedes, desculpe aí.

        • Sou eu mesmo meu caro! Agradeço pelos elogios e, falemos sério, a Cristina K é realmente nefasta e, como diria Mujica, pior que o zarolho!

  • Bairus

    Olá pessoal passando primeiramente aqui para deixar o vídeo do acidente do filme No limite da realidade para quem quiser ver. Não aparece nenhuma cena muito forte , mas e chocante. http://www.youtube.com/watch?v=Dgm1T3wc4rw

  • Parabéns pelo episódio, é muito importante conhecermos e participarmos da política! Todos os podcasts deveriam ter, pelo menos, um episódio tratando sobre o tema, já a maioria dos brasileiros não chegam nem a ser inciantes nesse campo.

    • A intenção nossa foi fomentar o debate político, Danilo. Também esperamos que haja outros podcasts sobre o assunto.

  • Wagner

    Caros,

    Primeiro que escuto Muito bom!!!
    Parabens pelo otimo trabalho!!!

    Obs: Maratonando!!!

    • Se você gostou desse episódio, garanto que vai gostar do restante. Continue a nos ouvir e deixe sempre sua opinião.

  • rafaeltaira

    espero que esse cast tenha bons reflexos nos eleitores brasileiros que forem escutá-los.

    • Essa é a nossa intenção, Rafael. Se um único ouvinte refletir tudo o que dissemos durante na hora do voto, mais um de nossos objetivos estará alcançado.