NPC 32 – Japão

Randal Bergamasco 25 de setembro de 2013 45
NPC 32 – Japão

Reproduzir

Ohayō, kon’nichiwa, oyasumi! Você está pronto para irmos até do outro lado do mundo? Pois em nossa edição de número trinta e dois, o Na Porteira Cast vai falar sobre o país do sol nascente: o Japão. E para nos ajudar a apresentar para você um pouco mais dessa nação que é um exemplo em todo o planeta, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti) recebem as ilustres presenças da blogueira Tati Akamine (@tati_akamine), do também escritor de blogs Fabio Sakuda (@XILFX) e do integrante do podcast Jwave, Juba (@juba_kun), para um papo resumido, mas abrangente, sobre a terra do Imperador Akihito. O que podemos aprender sobre a geografia do país? E realmente tão difícil aprender japonês? No programa de hoje, descubra como não errar sua estação de trem num país com o alfabeto diferente do nosso; surpreenda-se ao saber que nem só os tufões ou terremotos podem causar medo a um brasileiro; e a cultura japonesa é tão influente quando a invasão cultural dos Estados Unidos? Pois prepare seu saquê, traga seu sushi e venha conhecer mais o Japão.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 12 min. 18 sec.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– Portal Genkidama – Portal onde Fabio Sakuda escreve
– XilFX – Blog do Fabio Sakuda
– Jwave – Blog onde está o Jwave Podcast, onde o Juba participa
– Made in Japan – Blog onde Tati Akamine fala sobre o estudo do Japonês
– Made in China – Blog onde Tati Akamine fala sobre sua vida na China

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– NPC 06 – Negócio da China (com a participação de Tati Akamine)
– O Japão e suas principais ilhas (Blog Not1)
– História da Escrita Japonesa (Blog “Aprenda Nihongo”)
– Você sabia que a maioria das ruas do Japão não tem nome? (Site Megacurioso)
– Alta tecnologia faz prédios resisttentes a terremotos (Último Segundo)
– Trem no Japão (Blog O Japão Curiosidades)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 20 de outubro de 2013.

  • João

    História da Escrita Japonesa não é do Blog Guide to Japanese, mas do Aprenda Nihongo…

  • Muito bom episódio, mantendo o alto nível do podcast. Me identifiquei muito com os assuntos pertinentes a absorção da cultura estrangeira, idioma e adaptações aos efeitos dos fenômenos da natureza. Como morador da Flórida/EUA há 14 anos e por ser pai de dois adolescentes, observo diariamente esses fenômenos de mistura cultural.
    Muito bom trabalho, prosperidade e vida longa ao “Na Porteira Cast”!

    • Acredito que esses “perrengues” descritos pelos convidados são, sem dúvida alguma, vividos pelos brasileiros que vivem em outros países. Imagino o quão complexo deve ser a adaptação da vida num lugar que a língua e a cultura é diferente, por mais próximo que esses elementos sejam da nativa.
      Quanto aos fenômenos naturais, aí sim temos uma situação que é bastante desconhecida pelos brasileiros, que basicamente sofrem “apenas” com as chuvas intensas e os longos períodos de seca,

  • Aprendi sobre a “terceira cultura”, realidade nova criada pelos imigrantes que adaptam os seus costumes e idioma às novas condições em que vivem. Falo sobre o portunglês que falamos em casa com as crianças, da nossa adaptação aos feriados nacionais locais e os que trazemos da nossa origem, comidas que aprendemos a comer e acrescentamos um temperinho nosso… tudo isso nos transporta para essa terceira cultura, que nos faz imigrantes em qualquer lugar, seja no país em que estivermos ou se voltarmos para a nossa origem. Já não podemos dizer que pertencemos a lugar nenhum, mas somos frutos dessa “terceira cultura”. As vezes nos iludimos com lembranças românticas sobre como era bom antigamente, e nos deixamos levar pela saudade de pessoas e lugares em que vivíamos até que a “reality check” acontece e nos tocamos de que o que passou, passou e nem as pessoas que ficaram para traz são mais as mesmas e nem nós somos mais os mesmos… “a fila anda brother”… Hoje os furacões fazem parte do nosso cotidiano, e a saudade também…
    Grande abraço!

  • Exato, filha não, ela era filha do Nenru.

    • Aliás até lembrei que o nome Gandhi foi dado por motivos politicos de Nenru, agora não lembro se Nenru se escreve assim.

  • Olá Randal e Sacutti, tudo bom?

    Não vou elogiar pra não ficar repetitivo, mas vocês como sempre, conseguem surpreender e se inovar a cada escolha de tema e episódio, parabéns.

    Adoro o Japão. Desde os animes e Super Sentai que descobri quando pequeno, até música (já tive contato com J-Rock e J-Pop, acho muito bom) e os costumes do povo. Namorei uma garota há anos atrás e era neta de japoneses, por isso até sei uma palavra ou outra e também alguns detalhes deste povo incrível. Tenho uma amiga que estudei no primeiro grau que vive lá hoje em dia e de vez em quando acompanho algumas fotos dela pelo Instagram. É um lugar realmente muito interessante!
    Tive a oportunidade uma vez de ir pra lá, mas era uma daquelas loucuras de pós-adolescente e ainda bem que não fui (não por conta do lugar, mas por outros fatores). Mas com certeza, é um lugar que eu gostaria de conhecer.
    Quanto a língua, um ponto interessante… Certa vez, servi de “guia” para um japonês amigo de uma amiga minha aqui em SP. Levei-o no museu do imigrante e ele leu uma inscrição lá escrita de algo que não conseguiu compreender. Disse que era um japonês arcaico e que não sabia o significado. Legal, né?

    Novamente, obrigado demais pelo conteúdo!

    Abraços!

  • Boa noite galera!
    Poxa que programa legal para quem pensa em ir viajar para o Japão. Confesso que não sou muito ligado ao Japão nem outros pontos do mundo, gosto muito do Brasil mesmo com os problemas, mas caso pensasse em morar fora para aprender uma lingua com certeza o Japão estaria na lista de países a serem pensados.
    Os convidados mandaram muito bem, não conheço os outros podcasts, mas foram muito esclarecedores falando das suas experiencias, da lingua e dos casos acontecidos pela terra do Sol Nascente. Alias, Sakuti tem algo ver com o Japão? Ah agora vi no post que é Sacutti, mas continua a mesma pergunta.
    Grande episódio galera, continua com o nível excelencia na porteira como sempre!

    Abraço

    • O Sacutti se encaixa naquele grupo de pessoas que não tem nenhuma gota de sangue japonês, mas gosta da cultura nipônica, Léo. O Juba do JWave também tem a mesma característica.

  • Henrique Salem

    Parabéns Randall , Sacuti e convidados ..!

    Mandaram muito bem nesse programa , os fatos e relatos descritos pelos convidados , é mais ou menos a vida dos brasileiros que aqui vivem .

    Grande abraço à todos e estou sempre ligado no NPC !

    • Obrigado, Henrique. E legal você ter passado por aqui e confirmado as informações. Afinal de contas, você também está no Japão, não é?

      • Henrique Salem

        Estou no Japão sim Randal !
        Trabalho de motorista de caminhão à 13 anos , e por aqui tem muitos outros brasileiros que também trabalham nessa área . Ouvimos muito radio do Brasil através dos aplicativos de smartfones e também Podcasts .

        • Sim, eu me lembro do seu caso, Henrique. Lembro-me de um comentário anterior seu. A gente fica feliz em poder levar entretenimento enquanto trabalha aí do outro lado do mundo.

  • Caramba… acreditam que o Na Porteira está com tanta moral no Os Comentadores que já tem ouvinte recomendando vocês na zona de comentários? Legal, né?
    .
    O cast começou com Juba Kun? Então já começou muito bem!!!
    .
    Aliás, em certo momento ele fala:
    “VOLTAR (… ao Brasil) E PERCEBER QUE AQUI AS COISAS NÃO FUNCIONAM COMO DEVERIA É FRUSTRANTE!
    .
    Sabe, tenho muito medo de ir para um país organizado, onde as coisas sejam sérias e depois não me readaptar à bagunça que temos por aqui.
    .
    Enfim, mais um excelente podcast.
    .
    Abraços.
    .
    aLx

    • Conheço várias pessoas que foram para outros países sérios e têm dificuldades em se readaptar com essa bagunça chamada Brasil. Isso é fato, aLx, converse com qualquer pessoa que viveu por um bom tempo na Inglaterra, Canadá ou EUA.

  • Olás meninos do Porteira!

    Faço parte da turma que não tem um pingo de sangue oriental e sempre foi traída pela cultura japonesa.
    Talvez parte deste interesse se deva ao fato de ter morado no norte do Paraná até os 11 anos, onde há uma colônia japonesa bem representativa e, por causa disso, um programa chamado “Imagens do Japão” fazia um bom sucesso aos sábados de manhã, mostrando um mundo bem diferente do nosso e até novelas japonesas, com som original e legendas.
    E sempre vi desenhos japoneses na TV (na época eu sabia que eram desenhos japoneses por causa dos olhos grandes): A Princesa e o Cavaleiro, Sawamu o demolidor; Patrulha Estelar, Dom Drácula, Marco, Heidi e tantos outros que passavam de maneira despretensiosa muito antes de Cavaleiros do Zodíaco.
    E o Ultraman era um dos meus heróis e tentava não perder os poucos episódios que passaram por aqui. E não gosto de Power Ranges por que são os culpados de pararem de passar tokusatsus no Brasil

    O tempo passou, e agora que moro na grande São Paulo sempre dou um jeito de ir no bairro da Liberdade, eventos de animes e o Festival do japão.

    E como boa tia, viciei meus sobrinhos em animes e mangás.

    Fico por aqui, senão isto vira um depoimento-post de mais de página..

    um abraço

    Nilda
    Jandira/SP – 45 anos
    Cobradora de Impostos

    • Mais uma que é do time do Sacutti e do Juba. Como a cultura japonesa tem adeptos, mesmo os que não são filhos nem netos de orientais…!

  • Paulo Eduardo (Padu)

    Fala Randal e Sacuti! Mas um ótimo podcast, o que já virou rotina no site de vocês.
    Quanto ao tema do podcast, acho válido acrescentar o grau de influência da filosofia dos samurais na mentalidade do povo japonês dos dias de hoje. Mesmo a classe tendo sido extinta em 1868, a influência da mesma é grande demais para ser ignorada. Recentemente li um livro chamado Hagakure O Livro do Samurai, que é uma coletânea de textos escritos por um samurai do século XVIII. Uma das coisas que mais me chamou a atenção é que nas diversas cenas do cotidiano que ele descreve, a pessoa nunca pode deixar de viver com honra. Era comum você matar alguém que te ofendeu, mesmo que fosse punido com pena de morte depois, pois era considerado melhor você morrer digno do que viver na vergonha. E o mais interessante, na maior parte das execuções, não era alguém que matava o acusado, e sim o próprio culpado que era obrigado a cometer o ritual do seppuku, conhecido mais por aqui como harakiri, o famoso suicídio japonês, que fui descobrir não se tratar de uma prática apenas dos samurais.
    Enfim, meu comentário acabou ficando grande demais, mas achei válido acrescentar. Um abraço pra todos!

    • Seu comentário foi tão válido que é Correio da Roça na certa!

  • Rafael Taira

    A cidade que eu moro quase não tem muita influência cultural desse país. E ai as vezes fico me sentindo meio isolado. Esse cast é bem legal pra quem quer viajar para lá.

  • Olá Randal,

    Gostei muito do programa, já conhecia um pouco sobre a história e a cultura japonesa que realmente é fascinante muito por ser bem diferente da nossa. Acredito que o mais importante do lugar são sempre as pessoas e a cultura que absorvemos. Abraços

    • Um dos maiores atrativos da cultura japonesa para nós brasileiros é pelo fato dela ser tão exótica.

  • Olá, pessoal! Demorei, mas vim!

    Quando vocês falaram das palavras japonesas de origem portuguesa, me lembrei da época que meu irmão namorou uma filipina (o namoro aconteceu no Brasil, ela era filha de uma funcionária da embaixada das Filipinas aqui no Rio).

    Um dia, ela trouxe aqui em casa um mapa e vários papeis do país dela. Era engraçado que, no meio das palavras, tinham algumas iguais às nossas. No momento, estou me lembrando apenas de “mapa” e “pato”. Se tiver alguém com conhecimento das Filipinas aí, poderá dizer com mais propriedade que eu, mas acho que o tagalo (um dos idiomas falados por lá) teve influências dos portugueses.

    Sobre brasileiros e japoneses, tem duas histórias que eu gostaria de comentar:

    1) Quando o Palmeiras foi disputar o Mundial Interclubes no Japão, tinham 2 jogadores num elevador do hotel. Eles começaram a fazer piadas com japoneses. Como os nativos não entendiam nada, eles estavam zoando livremente. Aí que zoaram um cara. Ele olhou pra eles e falou “não sei se vocês perceberam, mas eu sou brasileiro, filho de japoneses”. Climão no elevador. (foi um jogador que contou).

    2) Muitos casais de brasileiros ou vão pro Japão com filhos muito pequenos ou então têm filhos por lá. Aí acontece dos brasileiros precisarem voltar ao Brasil, com os filhos um pouco maiores e já meio acostumados à cultura japonesa, tão diferente da nossa.

    Quando chegam no Brasil, eles têm muitas dificuldades de se adaptar. Pensando nesses casos, a Unesp está desenvolvendo um programa de adaptação dessas crianças ao país. Segue o link de uma matéria que escrevi sobre o tema (http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2013/03/unesp-cria-projeto-de-integracao-de-dekasseguis-cultura-brasileira.html)

    Os pais devem sempre manter um pouco da cultura brasileira em casa, falando português e explicando ao filho que existe a possibilidade de voltarem ao Brasil. O impacto da mudança será menor.

    Grande abraço a todos!

    Lucas Conrado
    24 anos
    Repórter e podcaster do Papo di Minero
    Rio de Janeiro

    • Só uma correção, Lucas: o Tagalo sofre influência espanhola, e não portuguesa. Lembrando que as Filipinas eram uma colônia espanhola e o próprio nome do país remete ao um monarca da Espanha.

      • Canelada minha! hehehehe,,,

        Valeu pela correção.

        Abração!

  • Rafael H. Taira

    Moro em Vinhedo. Essa Cidade apesar de ficar 60km do bairro Liberdade.Tem poucas influências orientais. Aqui a influência é mais européia,tanto que os valores orientais as vezes não batem muito com os europeus.Por exemplo aqui não tem Saque. Se quiserem mais detalhes, depois conto para vocês em 1 e-mail.

    • Pederneiras também tem pouquíssimos japoneses. Tentando me lembrar rapidamente, acho que consigo enumerar três famílias, no máximo. Em São Paulo, a maior concentração de nipônicos está na região de Marília. Em Bastos, por exemplo, a cidade é lotada de japoneses.

  • Rafael H. Taira

    Só uma correção é 80km e não 60km do bairro da liberdade.

  • gostei mto do episodio , só fiquei com vontade de saber as coisas ruins de morar no japão , pq quando o participante ,que esqueci o nome ia falar, o assunto foi mudado !! abraçso!!

    • Realmente, os convidados poderia ser questionados sobre issom Edu. Como o assunto era bastante extenso, a gente simplesmente não pontuou essa pergunta na pauta. Mas é uma ótima observação.

  • Olá, galera do Na Porteira.

    Escuto vocês faz pouco tempo, mas já ouvi alguns episódios. Gostaria de comentar um ponto da conversa de vocês. Fiquei com a impressão de que houve – como é comum – a depreciação do povo brasileiro, por fazerem um “mini Brasil” e não se adequar a cultural local. Ora, mas é exatamente o que o povo japonês fez em São Paulo, no bairro da liberdade (inclusive, a maior colônia japonesa do mundo fora do Japão). Quanto a comprar apenas em mercados brasileiros: japoneses fazem a mesma coisa no Brasil. A família da namorada de um amigo meu – que é japonesa – só faz compras na liberdade. Então esse é um fenômeno longe de ser apenas “brasileiro”.

    Um abraço, e continuem o ótimo trabalho.

    • Muito boa observação, Maurício. Tenho vários amigos que viveram no sul e eles sempre relataram o quão isolados são os alemães em reação a população local. Há lugares daquela região onde só se fala a língua germânica.
      É uma pena que a edição 33 já está totalmente pronta – e junto com ela, o Correio da Roça – pois seria bem legal falar sobre seu comentário ao vivo. Fica para próxima e obrigado por expandir o assunto.

  • Longe de querer fazer propagando, mas eu fiz um texto no meu blog falando do Livro do Samurai, que falei num comentário anterior. Vou deixar o link só como leitura adicional, para complementar o assunto pra quem tiver interesse. Meu blog é muito pequeno, faço mesmo só pelo prazer de escrever, mas não pude deixar de aproveitar a oportunidade de levar a discussão adiante.

    http://portfolio-da-vida.blogspot.com.br/2013/10/hagakure-o-livro-do-samurai_19.html#more

    • Links relativos ao assunto são bem-vindos, Padu. Funciona quase como a “continuação” do episódio. Obrigado.

  • Muito legal esse episódio sobre o Japão, aprendi bastante, foi “mind-blowing” saber que as escritas têm suas similaridades entre chinês e japonês. Não entendo muito, mas sou admirador da cultura japonesa. Esse é um país que pretendo visitar, e não deve demorar.

    • Pois é, Carlos. E pelo que os participantes disseram – principalmente a Tati, que esteve lá apenas por turismo – você não terá muitas dificuldades, apesar da escrita e cultura tão diferentes.

  • Bruno

    Muito bom o programa.

  • Raysa

    Gostei muito do cast. Vim parar aqui por causa da indicação do JWAVE! Gostei da proposta do “Na Porteira” porque também sou “da roça”!
    XD bjs

  • Pessoal, assim como a maioria dos episódios de vocês, aprendi muito com esse também. Bom, não conheço o Japão, então tudo foi novidade heeheh

    Muito interessante a parte que foi comentada sobre como os japoneses cobram serviço de qualidade e essas coisas. Me lembrei de algumas aulas da faculdade sobre o modelo de produção japonês, citando empresas como a Toyota, que consegue produzir rapidamente e com excelência.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Randal Bergamasco

      Ouça nosso programa sobre automóveis, Eduardo. Lá falamos sobre Toyotismo.