NPC 30 – Reboots, remakes e adaptações

Randal Bergamasco 19 de agosto de 2013 36
NPC 30 – Reboots, remakes e adaptações

Reproduzir

Eu acho que você já viu esse filme, hein? E não é apenas impressão sua não, pois a indústria cinematográfica tem inundado os cinemas do mundo todo com reinícios ou refilmagens de franquias famosas, além de várias adaptações de livros, games e quadrinhos. E em nosso trigésimo episódio, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (IzavanSacutti) recebem Juliano Lopes (@jg_lopes) e Rogério Passos (@playful911), ambos do podcast Ovos Zumbis, além de André Faccas (@andrefaccas) do Quadrimcast para falarem sobre reboots, remakes e adaptações cinematográficas. Você sabe a diferença entre essas categorias de filmes? Quais você acha que são bons reinícios de franquias e quais não valem nada? Nesta edição, relembre das primeiras versões do Batman; compare os efeitos especiais da versão antiga e da mais recente de “Fúria de Titãs”; e a gente te pergunta: alguns filmes merecem ser refilmados? E afinal de contas, bons efeitos especiais valem mais que um bom roteiro? Compre seu ingresso na primeira fila, traga sua pipoca, acerte seu fone e curta essa conversa nada imparcial sobre esse assunto tão polêmico!
AVISO: Esse episódio não tem o intuito de ofender qualquer ouvinte sobre suas preferências cinematográficas. As opiniões emitidas aqui são totalmente subjetivas e representam a opinião de cada participante.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir o “Correio da Roça”, pule para 14 min. 03 sec.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– Ovos Zumbis – Podcast do Juliano Lopes e do Rogério Passos
– O Chá dos Cinco – Podcast onde Juliano Lopes também participa
– Quadrim – Site onde o André Faccas escreve e participa do Quadrimcast

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Amolando Faccas #4 – Qual é a diferença entre Reboot e Revamp? (Quadrim)
– Gif com cena de Batman sendo atacado por um tubarão (Zap!)
– Batman usando seu spray anti-tubarão (YouTube)
– Batman surfando com o Coringa (YouTube)
– Batman e cena da bomba (YouTube)
– Trailer de “Sharknado” (Youtube)
– Godzilla na ComicCon 2013 (YouTube)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 10 de setembro de 2013.

  • Cleberson Rodrigues

    Como assim o Podcast de hoje saiu amanhã?

    • Foi erro na postagem mesmo. A data oficial de lançamento seria dia 20, mas como costumamos fazer, adiantamos para o dia 19. Corrigido.

  • Cristiano

    Opá, já vou por pra ouvir…

  • Nossa, como eu falo.
    Desculpem…

    • Tem mais que falar mesmo! Foi pra isso que você foi convidado! Huahuahuahua!

    • Tá perdoado, mas que isso não se repita, hahahhaaha.

  • Muito bom podcast! Pra variar um pouco, estou comentando antes do fim! hehehe
    .
    Enquanto vinha pra casa ouvindo o programa, me perguntei: esse novo Karate Kid é um remake ou um reboot? (Talvez vocês respondam mais pra frente, mas a dúvida tá ainda enquanto ouço o programa). Taí um remake/reboot que eu gosto.
    .
    Eu tenho birra com remakes, reboots e continuações. Apesar de meu filme favorito ser uma continuação (O Império Contra-Ataca), cara, não vejo a menor necessidade de 80% das continuações que temos hoje no cinema. Pra mim é puro caça-níquel.
    .
    Algumas continuações são necessárias, porque a história foi planejada assim. Mas outras são só pra ganhar dinheiro fácil. Pra que Transformers 4? Pra que Velozes e Furiosos 6? Pra que Procurando Nemo 2?
    .
    Como falei lá em cima, meu filme favorito é O Império Contra-Ataca. A década de 1980 trouxe os melhores filmes de Hollywood, na minha humilde opinião. Os Goonies, Karate Kid, Indiana Jones, ET… alguns aí tem continuações, mas ainda assim são ideias originais. Os caras criaram a história, ambientação, personagens, etc…
    .
    Hoje em dia, no gigantesco caça-níquel que Hollywood virou (tá mais pra Las Vegas), só tem remake, reboot e continuação. Querem tirar dinheiro dos caras que gostam das obras originais que vão ao cinema pra ver os filmes refeitos.
    .
    Aliás, sabe qual é a nova tendencia que está surgindo aí? Relançar filmes em 3D. Procurando Nemo, Toy Story 1 e 2, O Rei Leão, Jurassic Park e Star Wars são alguns exemplos. E vem mais aí. Os caras não se dão mais nem ao trabalho de reescrever o roteiro. Preguiça…
    .
    Minha carteirinha da faculdade acabou a validade. Se eu já ia pouco ao cinema, agora que não vou mesmo. Não to afim de financiar essa falta de criatividade que Hollywood se tornou.
    .
    Aliás, só vou em caso de encontros… hehehe
    .
    Lucas Conrado
    24 anos – Rio de Janeiro
    Repórter e podcaster do Papo di Minero

  • Bem, vamos por partes:
    – Prefiro não opinar sobre o novo “Karatê Kid”, pois não o assisti ainda;
    – Como deixei expresso no podcast, eu particularmente não me incomodo com reboots, remakes, adaptações e continuações. Mas concordo que em 90% dos casos, é apenas pra tirar nossa grana. “Shut up and take my Money!”;
    – Sou super fã de Jurassic Park, por exemplo, mas não gastaria meu dinheiro para assistir um filme que eu vi mais de 10 vezes (é uma das minhas franquias favoritas) só por causa do 3D.

  • Randal, o link do GIF do Bátima x Tubarão está quebrado, aparentemente o Blog do Corvo retirou. Como todos merecem ver essa pérola única, segue outra fonte prá tu atualizar no post:

    http://zapnet7.blogspot.com.br/2011/02/santa-isca-de-pesca-batman.html

  • Fala Galera.
    Eu particularmente acho que o Saudosismo dourado e a Memória afetiva é o cancer desta geração, igual ao Politicamente correto em demasia.

    No Espetacular Homem Aranha, temos um Filme muito bom que é odiado pelos Publico de quadrinho, se é ruim, vá ler quadrinho.
    Na mesma vertente, publico de livros odeiam adaptações cinematográfica. Já viram adaptações do Stephen king? No geral, todos são ruins, o melhor é o que o King não gostou.
    Eu acho que nesta geração o fato de odiar e estar pronto pra hetear a qualquer custo é muito alto. O pessoal não consegue colocar nos pratos da balança e selecionar um 70% ou 50%, sempre é 0% ou 100%.
    A Palavra adaptação, Reboot, Remake já causa o haterismo. As pessoas em geral não conseguem desligar a memória afetiva e já colocam a necessidade de Hatear em primeiro prisma. Eu gosto de Remake, Reboot ou seja llá mais o que vier, pois é algo a mais, se é bom ou não, poderia ser qualquer coisa.
    Temos que ter em mente que filme é filme, quadrinho é quadrinho, livro é livro, Necessitamos de adaptações, necessitamos de remakes e necessitamos de reboot. Compartilho a ideia do Randal, eu me desligo completamente pra ver um filme, jogo no lixo tudo que eu recebi antes e me concentro no filme.
    Parabéns Randal pelo Podcast.

    PS.: Dicordo completamente sobre o que disseram sobre A Trilogia do Senhor dos Anéis.

    • Nem tenho o que falar, pois sua opinião é identica a minha. Só que você foi com um pouco de “ódio” no coração!

      • Randal,

        Bem, Não é bem assim um odio no coração, mas a onda de hetear está no mesmo barco do discurso de quem nem pode “atirar o pau no gato” mais. Eu sonho com um Ramake de Metrópolis, de Star Wars e de muitos outros filmes antigos. Metrópolis é um Sonho cinematográfico, Star Wars precisa de um remake pra ver se fica bom e muitos outros que não são legais, mas a memória afetiva nos faz adorar o filme.

        Conan, do Schwaza não é legal, Vingador do futuro já era tosco na época dele, Robocop era legal, mas robô trvado já não satisfaz o público.

        As artes são cíclicas e sofrem revoluções e evoluções, ficar louvando o passado é erda de tempo. Temos de ter os filmes antigos om o carinho que merecem, mas impedir que a coisa prosiga é retrogado. Vamos pra frente e vamos receber. Filmes ruins vão e vem, seja Remakes/reboot ou não.

    • Fala Daniel, blz?

      Cara, concordo em partes. Vamos lá:

      Na questão do saudosismo, não é algo de nossa geração, ou você nunca ouviu seu avô, pai, etc. começar uma frase com “ah, no meu tempo …”. Isso é inerente ao ser humano, inerente a se apegar a memórias e sentir afeto por coisas (e defendê-las). Tem hater prá tudo nesse mundo, até hater de carros, por exemplo, quando se troca a cara inteira de um modelo, o que tem de nego reclamando que “a versão de 1995 desse carro foi a melhor”.

      Eu, como deixei claro (ou tentei), não sou tão ao sul, nem tão ao norte. Mas discordo de você no fato de “livro é livro”, “quadrinho é quadrinho”, e por que? Porque, se livro é livro, quadrinho é quadrinho, e cinema é cinema, é fácil, não os cruze. Se você tem uma personagem seu, você pode fazer o que quiser. Mas a partir do momento que você decide beber na fonte existente (seja livr, quadrinho, etc), você tem que respeitar ao menos o que lá está. A personagem tem uma vida, uma história, e você optou por usá-lo. Quer transformar o Kingpin de um branquelo azedo num negão módafoca? No problem. Quer tirar a bengala que ele usa e trocar por uma baguete? Não vejo porque não. Agora, quer tornar a personalidade dele algo totalmente divergente da HQ? Opa, opa, opa. Aí é que o bicho pega para mim, entende?

      Lembra, por exemplo, do buzz gerado pelas barbas dos anões do Hobbit? Eu caguei prá isso, adorei os anões, e se eles agem como sabemos que eles o fazem no livro, com a mesma coerência de personalidade intríseca a eles, qual o problema? A personalidade está mantida.

      Da questão, por exemplo, do reboot do “Amazing Spider Man”. Desgosto dele por aquilo que falei, não acho necessário ainda (um dia quem sabe) mas para mim, não acrescentou nada demais, não atualizou efeitos, foi apenas mais do mesmo. A cena da ponte que achei que seria foda, por exemplo, teve mais impacto no trailer do que no filme.

      Esse tipo de coisa me desanima, pois como falei no cast, gosto de um CGI bem feito como qualquer pessoa, mas não sei ignorar o roteiro. Os filmes que cresci vendo tinham ele em abundância (e alguns não, mas enfim), e eu aprendi a gostar da obra como um todo, e para mim, modernizar o CGI é ajustar uma parte, que sinceramente nem me fez tanta falta assim. Mas, again, é minha opinião.

      Do LotR, na verdade dei graças a Deus pela ausência do Tom Bombadil, e assim como sou grato ao titio Peter pelos filmes magistrais que ele fez, sou incapaz de ignorar como ele é ruim de corte (mas a parte de corte melhorou brutalmente no Hobbit) e adora 30 climax por filme (tem quem goste, não é meu caso).

      Mas veja, mesmo discutindo essas coisas, caímos no abismo de estarmos sendo saudosistas, de estarmos evocando nossas memórias afetivas em relação a obra. Não tem jeito isso, humanos sempre vão tomar lados. O que não dá, como você colocou bem, é se 8 ou 80, porque senão, você nunca vai conseguir ver algo.

      O que me irrita mesmo é o fato de que temos uma indústria tão grande de cinema em Hollywood, e tudo que fazem são reboots e remakes, quando poderiam se concentrar em criar tanta coisa boa e original. Para mim, adaptações desde que decentes são sempre bem vindas, mas ao invés de reboots e remakes, acho que antes precisamos de idéias. E não acredito que tantos roteiristas assim não consigam algo original.

      • Fala Juliano Primo.

        Bem, concordo em partes também. Um exemplo que vc citou sobre usar os personagens e mudar o conceito desles. Pode não parecer mas Xmen a trilogia agradou o povão, Wolverine Origem agradou o povão Prometheus agradou o Povão.

        Filme não é Fã service, é pra ganhar dinheiro, se houver um fã service melhor, mas não é pra isto. Adaptações são polêmicas pois ela fere nas coisas que as pessoas amam.

        Prometheus, (mesmo não sendo um Remake/reboot, só para exmplo), achei um filme bom. tem Incongru~encias, sim tem, mas é apenas diversão. Biólogos tirando máscara num ambiente alienígenas pode ser aceito partindo que aquilo a´li é ficção, mas o Haterismo escrachou o filme.
        A Primeira trilogia do Cabeça de Teia me fez ficar muito irado com a teia Orgânica, mas desliguei e assisti, dos três filmes, apenas o Segundo eu acho bom.
        Eu sou a Lenda, outro Remake que gostei muito. Olha quantas variantes desta história tivemos só no cinema, a do Will Smith é a melhor desparada.

        Bem, eu acho que devemos nos adaptar sempre, devemos desligar a razão e dar um foda-se pras experiências anteriores. É tão fácil aceitar um Supermam Comunista, mas é difícil engolir um Supermam matando o ZOD? É tão fácil aceitar um Wolverine Gay beijando o Hercules mas é difícil aceitar a Fenix Negra no terceiro Xmen? Acho que nas HQ’s há tantas histórias paralelas que mais umano cinema não seria tão ruim.

        • Fala primão! hahahahaha
          Sim, concordo que não seja fã service, por isso mesmo acho que, citando X-Men, qual o problema do Wolvie usando roupa preta no lugar da (irc!) amarela e azul? Nenhuma.
          Mas … como citei no cast, um estúdio apostou naquela idéia porque ao longo dos anos pessoas (fãs, essencialmente) compraram a idéia daquela personagem, e elas, claro, serão as primeiras a querer ver o feito. Como para as demais, pouco importa isso tudo, porque não agradar, na medida do possível, o fã? Sim, sei que é difícil agradar a todos, mas ao menos manter a mesma coerência na concepção da personalidade do cidadão é pedir demais? Eu não acho. Para o público em geral, isso passará desapercebido, e para os fãs, será ao menos um mimo, como a dizer “valeu por tornar possível trazer isso prá telona”.
          A adaptação fere mesmo, mas dá prá diminuir a ferida tendo bom senso e equilíbrio, coisa que falta prá Hollywood. Por exemplo: gosto do X-men 1 e 2, gosto também de Prometheus, mas Wolverine Origem é algo que não dá prá engolir, porque pegaram algo pronto (tem uma HQ com esse nome inclusive) e cagaram tudo. Aí fica difícil.
          Do 3o. filme citado, a escolha foi ousada, e eu jamais a faria. Brian Synger a fez, mas saiu no meio do projeto, o que tornou o que poderia ser uma ótima adaptação numa merda colossal, infelizmente. É mais o caso do “money money money” na frente de todo o resto. Volto a repetir, não precisa fazer 100% fiel, mesmo porque você jamais vai agradar a todos os fãs, mas um pouco de coerência não mata. Quem mata é o Wolverine com um fator de cura foda, hahahhaaaha.
          Eu me adapto fácil, mas acho que o Superman matar é algo estranho, pois não é da psique, não é o M.O. dele. Mas não me incomoda tanto assim, porque na trilogia do Christopher Reeve, ele matou o Zod e seus 2 comparsas a sangue frio na Fortaleza, ele voltou para se vingar do tiozinho na lanchonete que surrou ele quando ele estava sem poderes … enfim, como no cinema já existiu essa liberdade, não há como voltar atrás. Mas é inegável que isso tem peso, veja MK x DC Universe, tiraram até os fatalities, e por que? Porque heróis não matam. Sad but true.
          De novo: que venham adaptações. Mas que, sempre que possível, que venha um pouco de bom senso e coerência prá acompanhar, e sejamos felizes vendo nossos heróis na telona.

  • Parabens Randal e Sacutti, episódio muito divertido. Pelo tema ser uma das minha paixões que é o cinema nao poderia deixar de comentar.
    Pessoalmente nao me estresso muito com adaptaçoes ou remakes, as vezes pode vir coisa boa disso, mas mesmo que sejam ruins elas não estragam as obras originais.

    Quanto a questao das pessoas reclamarem de só termos remakes e etc atualmente, nao concordo muito. Pode até ser que tenhamos mais pela demanda de filmes ser maior, mas sempre tivemos isso, obras literarias sempre foram adaptadas, muitas vezes nem sabemos que tal filme veio de um livro. E querendo ou não como a midia de quadrinhos e videogame se tornaram mais famosas nada mais natural que tais adaptações nao ficassem apenas por livros.

    Bom, nao tenho muito o que acrescentar, só dizer que estou na espera do proximo episodio. Abraços.

    • Mais um para o time dos que não se importa com reboots, remakes e adaptações!

  • Olá Pessoa! Primeiramente gostaria de dizer que fui agradavelmente supreendido ao ouvir este programa, me divertiu muito! No geral me sinto mais “informado” ao ouvir o Naporteira. Na porteira era pra mim, até este programa, sinônimo de informação, e agora também será sinônimo de diversão! Quanto ao tema, acho que reboots são necessários quando alguma coisa saiu errado ou quando seguiu-se para uma caminho que não estava agradando, como foi com Batman. E reboots por motivos unicamente financeiros e simplesmente ignoro. Foi o caso de o “Espetacular homem-aranha”, não vi e não verei. Mais uma vez, um programa sensacional! Valeu!

    • Os responsáveis por essa “pegada” diferente no Na Porteira foram os convidados, que derrubaram a casa! Particularmente, achei interessante, pois dá uma maior pluralidade de estilos de condução de pauta em nosso acervo. Mas nosso intuito é sempre informar, não mudamos nosso estilo. E valeu por deixar registrado aqui sua opinião sobre o assunto.

  • Desculpa a demora pelo comentário, é que as vezes eu me atraso mesmo, mas já ouvi faz um tempinho.
    Minha opinião sobre Remakes e Reboots, faça a coisa bem feita, achei o homem aranha desnecessário e precisaria esperar um pouco mais de tempo, mas foi bem feito então por mim até passou, agora filmes de super herói eu to de saco cheio velho, não aguento mais Wolverine, Homem de Ferro pra encher linguiça, Os Vingadores foi o ápice agora é só queda livre. Essa galera dos estúdios de cinema não tem mais nenhuma idéia nova, é só reciclar as coisas antigas e ver se a galera gosta, muito chato isso.
    Excelente programa como sempre galera, grande abraço e precisando estamos aí!!!

    • Não importa o tempo necessário para comentar, o interessante pra gente é que registre aqui sua opinião!
      Aliás, Leo, como te disse no Twitter, não sabia que o Aerolitos tinha um episódio mais antigo IDENTICO a esse nosso lançado. Já aconteceu isso conosco quando lançamos nosso episódio sobre “Eram os Deuses astronautas”, pois já havia um podcast com esse tema lançado pelo Papo Lendário. E assim como o fizemos naquela ocasião, falaremos sobre ele no “Correio da Roça” e deixaremos um link no post.

      • Ah Randal, mas esse negócio de programa com o mesmo tema eu acho de boa, se semana que vem sair um telhacast sobre o assunto eu vou ouvir de novo pois gosto de saber a opinião destas pessoas sobre o assunto, para mim quanto mais opiniões diferentes da minha melhor.
        Abraço

  • Opaaaa galera,

    Acabei de ouvir o epi e gostei muito de todos os participantes!

    Não gostei do spoiler de Man of Steel, filme muito novo e não deu tempo de parar de ouvir!!

    Não me importo muito da ‘origem’ do material, mas o filme tem que ser bom e como constatado no epi, esconder bem a gana dos executivos =)

    Parabéns galere!

    [ ]s

    • Foi mal pelo spoiler. Eu deveria ter inserido algum aviso. Na verdade, os convidados avisaram, mas falaram rapidamente.

  • Reboot ou remake? Não importa. O que já tá enchendo a paciência em Hollywood é a falta de criatividade. É a continuação disso ou a repaginação daquilo. É Marvel para cá e a DC Comics para lá. Eu sei que o cinema é uma indústria, precisa ganhar dinheiro e blá blá blá, mas está cada vez mais difícil achar uma história boa, sem falar nos filmes policiais e de ação que são sempre mais do mesmo.
    .
    Apesar do meu mal humor nesse comentário, foi diferente esse Na Porteira, por ter ficado um cast de humor com cinema, mas ainda assim aprendi.
    .
    .
    PS: Há um novo podcast (Os Comentadores, do Portal Telhacast), que em sua primeira edição fez elogios ao Na Porteira, cuja opinião concordo.

    • Na verdade, percebo que esse “mau humor” é predominante aos fãs de cinema quando o assunto é reboot ou remake. E quanto ao “Os Comentadores”, eu ouvi o podcast e gostei muito, por sinal. Obrigado.

  • Opa, demorei mas cheguei!

    Adorei o programa, como sempre, ficou muito legal este balanceamento entre o pessoal de casa e os xiitas radicais. Rs…

    Bom, eu não sou radical. Acho que certas coisas podem ser reescritas e em muitos casos o resultado fica até melhor. Não tenho preconceito, mas não gostei de certos resultados. O novo homem-aranha por exemplo, eu fui assistir com um pé atrás já, e bem, detestei. Mas foi gosto, não foi preconceito. O novo Super-homem, por exemplo, todo mundo falou mal e eu gostei muito. Enfim, gosto é gosto…

    Valeu como sempre, pessoal! Abraços!

    • Mais um para o time dos “não xiitas”. E como disse no cast, gostei muito do “Espetacular Homem Aranha”. E quanto ao Man of Steel, acho o filme do ano até o presente momento. Bem, como você disse, gosto é gosto.

  • Gente…ri tanto com vocês, que chega uma hora que não sei mais se estou prestando mesmo atenção no que estão falando, ou se estou rindo de vocês rindo hahahahahahahah

    • A gente não mudou a nossa linha editorial, ou seja, continuamos sendo um programa sério. Mas nessa edição, agradeça ao Faccas, o Juliano e o Rogério. Eles deram o ar cômico da coisa.

  • Padu

    Conheci por acaso o podcast de vocês ouvindo o Quadrimcast, quando o Facas disse que tinha participado desse programa. Vou admitir que esse podcast foi uma surpresa pra lá de positiva. Achei muito legal saber que existe um podcast que foge um pouco do padrão da podosfera e fala de assuntos tão variados. Vocês estão de parabéns. Falando desse programa especificamente, concordo que hoje em dia muita gente não gosta de certas obras apenas por achar legal ser hater. Mudanças e concessões são necessárias. Acho que O Senhor dos Anéis, mesmo com as adaptações, fez tanto sucesso por que, independente das mudanças, é um puta filme. Se a obra final for boa e carregar a essência do original, não há motivo pra mimimi. O filme foi tão bem sucedido que fez leigos irem ler o original. Mas o contrário também acontece. Exemplos recentes: O Último Mestre do Ar e Eragon. Os filmes são tão fracos e bobos, que fez muita gente pré-julgar a obra original, que é infinitamente superior a essas ridículas adaptações.

    • Nossa proposta é exatamente essa, Padu. Ou seja, queremos fugir de vários assuntos que se tornaram padrão na podosfera. Recomendo que ouça os episódios mais antigos, há uma temas bem variados.
      Bem, você citou “O último mestre do ar”, lembrei-me que esse filme está no meu ranking de “filmes que vi no cinema e perdi meu dinheiro”.

  • Diego Alves

    Randal, com certeza acho essa onda de remakers preocupante, pois existem muitos roteiros originais por aí e não dão atenção a eles. E gosto sim de ver reboots e remekes, pois gosto de ver várias versões de uma mesma história. Mesmo depois saindo do cinema xingano o cara por uma visão que detestei. E se tem um remake que queria ver seria do filme Willow na Terra da Magia, um filme que marcou minha infância kkkk e um reboot seria mesmo do filme do he-man kkk

    • A gente percebe que a grande maioria dos ouvintes que se manifestaram de qualquer forma não se preocupam com remakes ou reboots. Essa modalidade é mais questionada por especialistas, cinéfilos e amantes dos quadrinhos.
      Quanto a “Willow”, não tinha pensado nisso.