NPC 26 – A dominação cultural dos Estados Unidos

Randal Bergamasco 27 de maio de 2013 29
NPC 26 – A dominação cultural dos Estados Unidos

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We want you! Calma, não começou nenhuma guerra! Em nosso vigésimo sexto episódio, Randal Bergamasco (@randalberga) e Alexandre Sacutti (@IzavanSacutti), junto com o pautalivreano Rodrigo do Quarto Sinistro (@QuartoSinistro) e os aliados Ivan Motosserra (@ivanmotosserra) e o historiador Igor Guedes (@professorigor), ambos do Telhacast, vão querer vocês para falarmos sobre a dominação cultural dos Estados Unidos. Você sabe desde quando um povo domina culturalmente um outro? O que a cultura grega tem em comum com a dominação estadunidense? Nesta edição, descubra o que o cinema tem a ver com a “superioridade” dos Ianques; entenda por que a “Geração Coca-Cola” venceu; e se convença que seu computador tem um “mouse” e não um “rato”. Isso é apenas um “teaser” do nosso programa de hoje. E “don’t forget” de deixar “your opinion” pra gente, seja nos “commentaries”, via e-mail, Twitter “or” Facebook. “Welcome into the World of” informação, entretenimento e “just fun”!

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir a seção de e-mails (Correio da Roça), pule para 12 min. 13 sec.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– Pauta Livre News – Podcast onde o Rodrigo do Quarto Sinistro é integrante fixo
– Telhacast – Podcast onde o Ivan Motosserra e o Igor Guedes fazem parte

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Participe da promoção da série “O fino das Copas” do podcast “Papo do Fino”
– Alexandre Magno e a Cultura Helenística  (Infoescola)
– Pedra de Roseta (Site Só História)
– Curiosidades etimológicas: Ianque (Site da Veja)
– Leis americanas curiosas (Blog “Viver Nos EUA)
– Grandes inventores americanos (Blog “EUA num click”)
– Tiros em Columbine (Site “Adoro Cinema”)
– O culto dos americanos à arma de fogo (Site Educa)
– Letra do Legião Urbana: “Geração Coca-Cola” (Vagalume)
– Letra de Gabriel, O Pensador: “Filho da Pátria Iludido (Vagalume)
– AveCast (podcast sobre avicultura)
– Cosplay de Igor Guedes como Cavaleiro Jedi

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 20 de junho de 2013

  • Gente, vocês já pararam pra pensar que essa dominação cultural que enxergamos contra os Estados Unidos existe no Brasil? De brasileiro com brasileiro?

    Pra tornar a comparação bem brasileira e visível, vou usar um dos pontos mais brasileiros da nossa cultura (apesar de ele ser inglês): o futebol.

    Sou mineiro, do interior de Minas Gerais. Sempre que viajo pra Carmo do Cajuru (cidadezinha de 20 mil habitantes onde passo férias), vejo mineiros usando camisas do Flamengo, Vasco, Corinthians, São Paulo… Você vai pra Paraíba, Pernambuco, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Goiás… você vai encontrar inúmeros corinthianos, flamenguistas, são-paulinos… Uma reclamação constante dos mineiros: Atlético ou Cruzeiro vai jogar fora de Minas. A TV aberta exibe jogo do Flamengo ou do Corinthians, inclusive para Belo Horizonte. Onde há mais cruzeirense e atleticano que flamenguista ou corinthiano.

    O Neymar está em todas as propagandas e noticiários de hoje. Agora, vamos ser muito sinceros: Se ele jogasse o mesmo que jogou no Santos estando no Sport Recife, Goiás, Internacional ou Cruzeiro, teria a visibilidade que tem no Santos? Estaria em todos os noticiários e comerciais de hoje?

    Nesse ano, com a boa fase do Atlético, isso está mudando um pouco, mas, tradicionalmente, os programas esportivos transmitidos para o Brasil inteiro, dedicam cerca de 60% do tempo falando dos times paulistas e cariocas. Os 40% restantes são divididos entre Sul, Minas e Europa.

    Simplifiquei bastante, mas a dominação cultural do Sudeste é indiscutível. Quando a televisão fala que promove a “integração do Brasil”, desculpa, mas é uma grande falácia. Quando aparece o Nordeste, o Sul, o Centro Oeste é sempre esteriotipado. Nós, ouvintes de podcasts, conhecemos vários programas do Ceará, Pernambuco, Bahia… Ouvimos que o sotaque do Thiago Miro é diferente do Jurandir Filho, que é diferente do Eduardo Salles… Mas, na televisão, existe um único sotaque nordestino. Assim como existe um único sotaque sulista ou um sotaque mineiro que é totalmente diferente do que é falado em Belo Horizonte, Divinópolis, Juiz de Fora ou Poços de Caldas…

    Sou um mineiro mandando esse comentário para paulistas. Por favor, não encarem isso como uma crítica pessoal ou um ataque a São Paulo. Cresci em São Paulo, sou apaixonado pelo estado mas, nascendo do lado de cá da divisa, sinto na pele o que muita gente em todo o Brasil sente e nem sempre tem voz para externar.

    Espero que tenham entendido o espírito do meu comentário e não achem que eu quero começar uma guerrinha contra o eixo. Mas é algo que eu gostaria de falar… =)

    Lucas Conrado
    24 anos
    Mineiro de Divinópolis no Rio de Janeiro
    Repórter e podcaster do Papo di Minero

    • Sou paulista, mas não há como discordar de você, Lucas. E não tiro uma palavra sequer que você postou, você está certo. Sem dúvida, existe SIM dominação cultural no próprio Brasil – do Sudeste para o resto do país. Eu nem chamo de dominação, mas sim imposição.
      Acho que a podosfera colabora muito para divulgação das VERDADEIRAS culturas regionais. Como você brilhantemente disse, o Thiago Miro (Telhacast), Eduardo Salles (Papo de Gordo) e Jurandir Filho (Raduracast) são todos nordestinos e cada um comtem um sotaque diferente. Esse sim é o verdadeiro Brasil, longe dos interesses econômicos de vários grandes grupos de comunicação. Aliás, comentário pra “Correio da Roça”, viu…

  • Olás!

    Comecei a escutar e ainda não terminei, mas doeu muito no coração da otome aqui escutar que Samurai X é um desenho americano…
    Sei que ninguém é obrigado a saber disso, por isso informo:
    Samurai X é o nome dado nos EUA e no Brasil, e talvez em outros país, para um anime japonês chamado Rurouni Kenshin.

    Dito isto, volto a escutar o episódio e, se a informação foi corrigida antes do fim, já peço desculpas pela precipitação

    abraço

  • Parabéns Randal, cada vez seus programas estão cada vez mais sensacionais…

  • Eddy Bruno

    E aí Wandercleysons, Judylaines, MacPedrisons da Silva! Tudo bem?

    CHEGA DE FALAR DE PODCAST! VAMOS FALAR DA NOVA TEKPIX!!!!

    HAHAHAHAHAHAHAHAHÁ

    Americanismo? Nem vem, nao vou chamar o “drive” de video do meu pc de “passeio”, “dinamismo” ou “guiar” de video do meu pc kkkkkkkkkkk

    Bom gente, como estão? Espero que bem!

    Excelente episódio! Andei meio sumido, mas estou sempre ouvindo e estou aqui!

    Assunto extenso, muita coisa pra falar, mas voces conseguiram explanar muito bem sobre o tema. Eu gostei.

    Sobre o Kenshin Rimura, o criador – Nobuhiro Watsuki – ja disse várias vezes, que o mangá (quadrinhos) e o anime, estão recheados de referências a cultura americana, inclusive ao capitão america e homem aranha, das quais Nobuhiro é muito fã, alem de Star Wars e filmes de Western…

    Em toda historia sempre houve ou houveram civilizaçoes que dominaram uma grande parte do mundo ou da regiao em que se situavam.

    Mesopotâmicos, Egipcios, Gregos, Romanos, Turcos, Mongóis, Chineses, Ingleses, Americanos, Japoneses e em breve provavelmente, Chineses novamente.

    Enfim, não é eterno, obviamente, porque uma das coisas que aprendi na matéria de história é que sempre há uma mudança, uma transição de “dominadores” e “dominados”, nos períodos históricos.

    A história, como escreveu H.G. Wells, não é escrita de 50 em 50 anos. A história é escrita de 500 em 500 anos e é essa a graça do negócio.
    Daqui a 500 anos, o mundo estará diferente, a geografia estará mudada, os “limites territoriais e geopoliticos” serão outros e outro país, ou grupo de países, será o “dominador” do mundo e todos os outros vao gostar ou vao seguir as tendencias culturais, economicas e politicas desse país.

    Foi assim até agora. Assim desde os Mesopotâmicos até agora, onde os Chineses, Brasileiros e etc começam a aumentar, alavancar a sua digamos, “influencia” no mundo e continuará sendo assim.

    Eu só queria deixar algo pra pensar, porque as vezes isso me dá um nó na cabeça:
    George Washington, primeiro presidente e um dos articuladores principais da Independencia americana, era escravocrata, defendia e possuia escravos em suas fazendas, machista, nos moldes da época e extremamente conservador.
    Isso, hoje em dia, é até repulsivo(pra nós talvez, não para os americanos). Mas, se ele não fosse, será que o processo, a guerra, a “democracia” americana seria como é hoje? Enfim…
    Não estou dizendo que os fins justificam os meios, mas é um nó na cabeça pensar nisso hehehehe. Por isso adoro a História!

    Outra coisa. No início comentaram sobre a mediocridade. Eles nos mostram e nos vendem a nossa mediocridade, algo do tipo.

    “Os Simpsons” são a maior prova disso! O desenho ilustra perfeitamente essa questao de “mostrar a mediocridade estampada!”
    E pessoalmente, acho isso fantastico!

    Parabens, um abraço pra todos voces e muito, muito sucesso!

    Eddy – from Goiania – The Currutela of Centro Oeste!

    “Likeado” e “Shareado”!

    • Obrigado por expandir o assunto, Eddy. Quanto ao caso de Washington , creio que seja uma questão temporal-cultural, ou seja, é totalmente ligado aos conceitos que existiam na época. Como você mesmo disse, o mundo muda, não é?
      Quanto ao “Simpsons”, ampliando o que você comentou, o que mais acho interessante no desenho é que além de ilustrar os velhos estereótipos e preconceitos dos americanos em relação ao mundo, ele critica o próprio “American way of life”. É um dos meus desenhos favoritos.

  • Olá Randal, não ouvi o cast ainda, mas estou baixando, assim que acabar a minha maratona do Telhacast vou colocar ele no player. Abraços

    • Ouça-o, por favor. E se está ouvindo o Telhacast, está muitíssimo bem servido!

  • Olha eu de volta aqui!

    Ah, Randal, acho que seria legal dar uma contextualizada no comentário do taxista de Santiago. As notas de pesos chilenos vão de 1000 a 20 mil. O taxista, vendo que você era gringo, deu uma de 100 mil, que não existe. É que do jeito que foi comentado, quem não conhece o Peso Chileno pode não ter entendido o que rolou =)

    Aliás, Randal… Santiago é uma cidade tão simples/gostosa de se passear a pé (apesar do ar extremamente seco). Isso sem contar que o metrô vai pra praticamente todos os lugares. Garoteou com o taxi! hehehehe

    Abração!

    • Lucas, na verdade, eu me confundi. A nota que eu falo nos comentários é de dez mil pesos chilenos, e não cem mil. Sei que Santiago é uma cidade maravilhosa para se caminhar; mas é deveras longa a caminhada entre o Cerro San Cristobal até o Palácio de La Moneta. Isso sem dizer que caminhamos a manhã inteira no Zoológico (que tem o relevo extremamente acidentado) e subimos até o topo. Mas valeu pela correção.

  • Realmente, Rurouni Kenshin é japonês, entretanto, a crítica que eu fiz ainda é válida, Os EUA vendem até a resistência dos Japoneses contra eles mesmos em filmes como “O Último Samurai” com Tom Cruise e vários outros filmes da Ásia moderna!

  • Mais um ótimo episódio, pessoal. Como bem disse o Randal, teve posições muito bem apresentadas, sem o exagero dos reaças que normalmente se vê pela rede. Lembro de uma discussão no velho e falecido Orkut na comunidade sobre Cultura Popular em que um sujeito defendia que a televisão e os americanismos estavam matando a cultura brasileira. Sou jornalista e pesquisador do assunto e trabalho bastante com a ideia de cultura defendida pelo Rodrigo. Esta não é algo estático, que deve ser protegida ou preservada de qualquer influência. Ela é dinâmica e está sempre em constante mutação. A cultura mantém valores antigos, mas também se apropria de novos, os refaz, remodela e reimagina. Assim como descarta elementos que já não fazem sentido na atual conjuntura da sociedade. O importante é perceber a complexidade dessas relações.

    • Eu esperava que iriam surgir vários comentários de ouvintes que malhariam a cultura americana e sua dominação. Porém, a gente percebe que o cidadão do início do século XXI pensa diferente. Acho que a maioria desses “reacionários” ficaram lá nos anos 80 e 90, Andriolli.

  • O Ivan comentou sobre pessoas que preferem ritmos musicais americanos a nacionais, isso desconhecendo a própria cultura. Tenho certeza que ele pensava em mim nesse momento, nós já discutimos isso. Eu penso bem diferente dele.
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    Eu moro em Pernambuco, adoro o Heavy Metal americano e europeu e conheço praticamente nada sobre Frevo ou Maracatu (esse em questão chega a me irritar), ou seja, eu estaria dentro deste grupo que o Ivan fala. Só que não é o fato de você nascer em algum lugar que você TEM QUE gostar ou conhecer daquilo. Existem tantas coisas no mundo a se conhecer que prefiro ir atrás daquilo que me interessa. O Frevo, mesmo ouvindo bastante em época de carnaval, nunca me despertou um interesse em conhecer a história dele, mesmo sendo a música da minha terra. Na minha opinião, me aprofundar no Frevo ou Maracatu não me adicionaria em nada.
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    Se eu vou gastar um tempo conhecendo algo, que seja gasto com algo que gere interesse em conhecer.
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    Argumento falho 1: “Ah, mas se você estiver numa roda de conversa sobre frevo você não vai ter o que falar”. Foda-se. Não ficarei nem um pouco envergonhado de por isso, da mesma forma que não fico quando meus amigos que jogam RPG estão falando disso e eu não sei de nada sobre.
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    Argumento falho 2: “Você vai se tornar um bitolado”. Há a possibilidade, mas a culpa não é da área de interesse e sim da pessoa que já era idiota mesmo. Temos grandes exemplos que ocorrem com recém convertidos ou recém ateístas. Se tornam altamente irritantes.
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    Como o Sacutti finalizou muito bem, tudo de culturas estrangeiras podem e devem ser aproveitadas ou não estaríamos usando um computador pessoal com Windows e ouvindo podcast. E como o Rodrigo falou da tentativa da Europa em unificar o continente, eu adoraria um mundo onde você pudesse ir a qualquer lugar sem grandes burocracias.
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    Vlw, Randal e Sacutti. Grande episódio.

    • Eu sei exatamente como você se sente, Thiago, pois a gente vive algo muito parecido aqui no interior de São Paulo. Tradicionalmente, há muitas duplas de música sertaneja por aqui, e tanto eu quanto o Sacutti não gostamos desse estilo e não entendemos nada também. É bem por aí.

  • Eu apoio a criação de um podcast filosófico! Apoio mesmo e estou esperando ansiosamente que alguém se aventure nessa empreitada!

    No mais, parabéns pelo programa. Achei as opiniões bastante sensatas.

    Abraços!

    • Conheço um podcast sobre filosofica muito bom, Robson. Ouça o Papo Filosófico, podcast do blog http://www.aviafilosofica.com e você não vai se arrepender. Ainda são poucos episódios, mas vale muito a pena, viu?

  • Achei o programa muito bom, mas sou muito resistente ao “way of life”, esse estilo de vida que é passado ajuda a enriquecer a maior economia do planeta ao passo que cria cada vez mais miseráveis no mundo, não é somente cultural (no que concordo com quase tudo o que foi dito) mas o pernicioso de tudo isso é o aspecto econômico, cruel e degradante que esse estilo de vida do consumo desenfreado mexe tanto com as nossas vidas, tanto quanto com as futuras gerações. Abraços e parabéns mais uma vez.

    • De fato, o chamado “Way of Life” americano enriquece os caras lá do norte e deixam muitos no mundo inteiro na miséria. Acho que desde o começo da sociedade modernas, as coisas são assim, né, Nogueira. Mas como o Rodrigo disse, não me assustaria de ver outra nação tomar o posto atual dos EUA, que querendo ou não, está numa pindaiba há alguns anos.

  • Olá amigos, tudo bom?

    Muito legal o episódio, parabéns! Realmente esta questão da dominação americana é muito interessante, mas, é uma questão de tempo no meu entendimento. Impérios caíram, acho que tudo tem seu tempo de vida…
    Engraçado, eu quando era mais novo tentei ir para os EUA e tive um visto negado. Pois bem… Menos de seis meses fui trabalhar para uma empresa americana. Tem horas que não dá pra fugir.

    Na Porteira cada vez mais fantástico, parabéns pelas discussões e escolha dos temas!

    Abraços!

    • Do jeito que as coisas andam, não me espantaria se, daqui algumas décadas, eles começarem a IMPLORAR pela nossa presença po lá pra gente gastar nossa grana. Posso estar até viajando, mas quem sabe?

  • aLx

    Excelente programa, como sempre! Parabéns, Randal pelo excelente conteúdo que nos disponibiliza.
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    Em tempo, acho que hoje tudo está tão INTERNETionalizado que acredito que sofremos influências de todos os lados.
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    Desde cantores asiáticos e seus hardwares com preços imbatíveis, até influência do tamanho do peito ideal para as mulheres.
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    Abraços.
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    aLx

    • Realmente, a internet proporciona um intercambio maior de cultura, não só com os EUA. Acho isso muito positivo. E como o Rodrigo disse no programa, acho bastante interessante essa verdadeira “troca” cultural.

      • aLx

        E mais que isso, Randal, acho que a internet proporciona a inversão do “imperialismo”, afinal, imagino que os americanos tb recebam muito mais cultura de outros países ao invés de exportarem o seu way of life.

  • Rafael H. Taira

    Será que com a popularização dos animes, tokusatsus e eventos de cultura japonesa. Talvez esteja acontecendo uma dominação cultural do Japão no Brasil?

  • Ótimo programa sobre a dominação cultural! Faz pensar sobre e ainda tem o participante chamando de babacas os aculturados, muito bom. haha

  • Yuri Morales

    Escutando esse programa, me lembrou muito a música do Rammstein, Amerika, acho que resume um pouco alguns pontos citados.