NPC 19 – Reflexões sobre a podosfera

Randal Bergamasco 7 de janeiro de 2013 87
NPC 19 – Reflexões sobre a podosfera

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Feliz 2013! No final e no começo do ano costumamos “fechar pra balanço” e contabilizar o que foi bom ou ruim, e o que podemos melhorar. E nesse clima de reflexão, Randal Bergamasco e Alexandre Sacutti dividem sua bancada podcastal com Jadson Moura (@matutocast), Armando Augusto (@ArmandoGalleni) e Thiago Miro (@ThiagoMiro), além do “ouvinte profissional” de poscasts Igor Gudima (@igudima) para um bate-papo descontraído e repleto de polêmicas sobre a PODOSFERA BRASILEIRA. Afinal de contas, é possível contabilizar quantos podcasts existem no Brasil? E o que você prefere, conteúdo mais informal ou algo mais informativo? Saiba o que a gente pensa sobre a publicidade na podosfera e o risco real do surgimento de uma “bolha” nessa mídia. Descubra também se existe a possibilidade da podosfera nacional desaparecer. E conheça também o que todos nós pensamos sobre o futuro dessa mídia. Ouça e não deixe de participar, pois a opinião dos ouvintes sobre o atual “panorama podosférico” é muito importante. Então, vá e comente, deixe sua crítica ou dica. Queremos saber o que você pensa sobre o assunto.

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
Caso não queira o “Correio da Roça”, pule para 12 min. 30 sec.

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– NossoCast – Podcast do Armando Augusto
– Matutocast – Podcast do Jadson Moura
– Telhacast – Podcast do Thiago Miro e onde o Igor Gudima escreve

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– Twitter Podcast BR
– Episódio do Telhacast sobre “Falling Skies”

– Bolha dos anos 2000 (site Brasil Escola)
– Podcast do Nossocast sobre Queen
– “Morte e vida Podcast” (texto do Lucas Amura sobre a podosfera)

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 30 de janeiro de 2013.

  • Ficou excelente Randal.
    .
    Caraca, eu tomei uma saraivada de “pi” no início. 🙂
    .
    Gostei muito de gravar, poderia ter lançado o bruto que já estaria bom. Estamos aí pra quando precisar novamente.

    • E sempre um prazer tê-lo aqui conosco, Thiago. E você foi o rei das polêmicas! Teve suma importância no produto final desse podcast.

  • Eu considero podcast uma das coisa mais interessantes que apareceram ultimamente. Eu, por exemplo, tenho (hoje) uma pasta com 171 programas, destes quase 100 assinados no meu agregador (não uso itunes) e os demais acesso pelo navegador e baixo individualmente. Fico horas ouvindo, já fiz várias maratonas. Comprei um hd externo de 500 gigas que está lotado e estou pensando comprar mais um de 1 tera. Todos que participam desta edição do Na Porteira “NPC 19 – Reflexões sobre a podosfera”, fazem parte da minha lista. Um abraço. Daniel, 29, Ponta Grossa/PR.

  • Olá amigos do NaPorteiraCast!

    Falar da qualidade do episódio está se tornando corriqueiro e praticamente uma redundância. Atualmente tenho aguardado a vinda de um novo NPC bem mais do que alguns podcasts considerados “tradicionais”.

    Houve algumas coisas que, apesar de entender o lado do NPC em preservar algumas identidades, por outro seria bom se elas fossem reveladas sem os “pis”, pois tais informações acabam se tornando nos termômetros para bons podcasts prosseguirem (maus desistirem, e indecisos decidirem =). Acho que consegui adivinhar alguns nomes, mas penso que, neste caso específico, a ocultação deles pode ter sido mais prejudicial do que benéfica.

    Tenho insistemente dito ao longo dos últimos meses, em diversos comentários aqui e acolá, que já não sou o Podcasteiro, mas que se estivesse em meu poder escolher um “sucessor”, eu teria o nome dele já reservado.

    Aqui revelarei quem é. Trata-se do Igor Gudima. Tenho acompanhado bem de perto tudo o que ele comenta sobre a mídia podcast e sobre o podcasting em geral. Suas informações são muito precisas e seus comentários são bem moderados e pontuados. Não tenho dúvidas que o Igor é a pessoa que melhor entende de podcasts atualmente a partir da posição de um ouvinte. Um verdadeiro podcasteiro.

    Uma pergunta: qual podcast faz propaganda no meio do episódio? Vocês falaram sobre esse tipo de podcast, mas gostaria que me indicassem qual é.

    No mais, meus efusivos parabéns ao Randal e Sacutti, e meus agradecimentos pela menção ao meu texto. A todos os envolvidos nesta produção excelente, uma das melhores dos últimos tempos sobre o podcast, recebam minhas reverências. 🙂

    Abraços!

    • Nossa intenção foi preservar as outras publicações, Lucas. A gente quis comentar alguns aspectos e até atitudes da podosfera, e seria de mau grado expormos alguns podcasts a essas críticas. Estamos todos no mesmo barcos, queremos ver essa mídia crescer. Não queremos de forma alguma prejudicar nossos amigos podcasters. Quanto ao Gudima, me resumo a concordar com você completamente; não tenho nem mais o que acrescentar sobre ele, não é mais necessário
      Mais uma vez, obrigado pelos elogios!

    • Lucas “A Voz” Amura^^. Não sei se o cast com comercial no meio é o que vou citar mas este tem as características que eles mencionaram. O podcast da CidadeGamer.com.br é assim, entra propaganda da “The Magic Box” no meio dos programas, estilo vinhetinha mesmo, com a voz do Vivaqua. Abraços – Thiago Dias – 4Cast. (acho que estou postando novamente mas não foi intencional, o primeiro postei anônimo)

    • A gente prefere omitir o nome dos podcasts para preservá-los. Só posso garantir que a publicação que usamos de exemplo não é o Cidade Gamer, Thiago.

    • aLx

      Verdade! Elogiar o NpC ficou chato!
      .
      =D
      .
      Abraço.
      .
      aLx

    • Nossa, um elogio deste do Podcasteiro, não tenho nem como agradecer. Adoro a mídia, tento incentivar o consumo justamente por gostar demais. Por sorte, acabei fazendo amigos no caminho, o que acabou juntando o útil ao agradável. 🙂

  • Excelente episódio!
    Gostaria de dar minha opinião com relação à bolha.
    Não acredito que o podcast seja uma bolha até porque o conceito de bolha foi utilizado não pelo tamanho que o comercio na internet. O que aconteceu na bolha foi que muitas empresas físicas, acreditando que a internet seria o futuro de todo comercio e até que as lojas físicas acabariam investiram pesado em ecommerce. Porém com o passar do tempo e a insegurança da internet não tornou isso possível e do dia para noite os patrocinadores e financiadores simplesmente se retiraram.
    Por isso que digo que o podcast não é uma bolha, pois não existem muitas empresas financiando a mídia. O que acredito que aconteça é que com certeza a mídia crescerá e ganhará força e apenas os fortes, os que fazem um conteúdo de qualidade de relevancia, sobreviverão!

    Abraços!

    • Internet + comércio = bolha. De boa parte dos podcasts não dependem do comércio eletrônico (ou seja, publicidade), não há bolha. Bela teoria, Minotto. Eu não tinha pensado dessa forma.

    • O termo bolha vem da área financeira, bolha especulativa ou bolha financeira. Na época ocorreu uma grande especulação em torno da internet, o que ocasionou em muitas pessoas ganhando muito dinheiro por idéias “geniais e revolucionárias” e por volta de 10 de março de 2000 muitas delas acordaram falidas.

    • aLx

      Outro detalhe interessante antes da explosão da “bolha” era o valor exagerado dos sites. Alguns — sem muito motivo — foram negociados por MILHARES de Dólares.
      .
      Q loucura, né?
      .
      Mas acho que ansiedade é coisa típica da internet. A bolha aconteceu para trazer maturidade.
      .
      =)
      .
      aLx

  • Parabéns pessoal, obrigado pelos elogios. Gostei do programa, não conhecia e achei ótimo, tanto a qualidade quanto o conteúdo. Sucesso amigos, vocês tem talento e ótimo papo.

    • Gostou? Então ouça os episódios anteriores e aguarde os próximos. Valeu!

  • Muito bom o cast, atualmente tenho 29 feeds em meu agregador, e vai chegar a 30, pois vou adicionar o Nossocast.
    Duas coisas que vejo em vários podcasts e que me irritam bastante são: recados/jabás infinitos e reagir as criticas (de ouvintes) criticando o ouvinte. Existem podcasts em que 1/3 do tempo se faz propaganda de canecas, camisetas e outras coisas, e se fala os contatos do podcast nas redes sociais, e a pauta é levada de forma corrida e mal feita pois não há tempo. Já escutei em varias ocasiões podcasters que não suportam receber criticas, quando recebem alguma critica fazem questão de ler o email do ouvinte no ar, para criticar erros de português e dizer que as reclamações são mimimi, e repetem sempre o clichê “Tem gente que gosta”.
    A empresa bipada no cast seria a fiction Corporation?! As propagandas dela já encheram.

    • A gente começa a constatar uma coisa nesse episódio: existe muitas pessoas que ouvem dezenas de podcasts pelo Brasil afora. E isso é muito animador pra gente, podcasters.
      Quanto as respostas das críticas negativas de podcasters para os ouvintes, concordo plenamente com você. Já ouvi inúmeras vezes várias podcasts famosos descerem a lenha na crítica do ouvinte, sendo que a atitude mais correta seria um simples pedido de desculpas.

  • Fala meus queridos, tudo bom? Ótimo programa, vocês tocaram em um assunto que tem permeado as conversas de Skype, e o fizeram com total excelente, parabéns.

    Quanto a bolha podosferica, eu a descreveria de outra forma, não de uma bolha. Eu vejo a podosfera como um Iceberg. Todo mundo vê só um montinho de neve, que no caso seriam os “conhecidos” os “famosos” e que na minha opinião estão perdendo ou já perderam a total qualidade.

    Embaixo da água temos uma big estrutura composta por excelentes podcasts que fazem por que gostam e tem amor a midia, na maioria das vezes.

    Não vejo problema em escutar um jabazinho ou outro, mas as pessoas estão começando a exagerar a tal ponto que já estou deletando a maioria do meu feed. =/ Por mim pode fazer, mas saiba fazer de uma forma que não sangre o ouvido e acabe com a paciência dos ouvintes.

    Um abraço.

    • Mais uma opinião sobre a bolha. Está anotado, Bruna!

    • Eu também, Bruna, Já reduzi bastante meus feeds. No meu agregador pessoal, além do que uso no @Podcast_br, já tive mais de 100, hoje em dia são em torno de 40, ainda não contei.
      .
      Tenho ficado um velho chato, tenho ouvido cada vez menos podcasts que não me adicionam qualquer coisa.

  • Geeente, que podcast mais perfeito. Adorei o episódio. Sobre os comentários, eu fico na maior depressão quando comento num podcast e não me dão reply e vejo que todos os outros comentários em volta foram respondidos. No Cruzador Fantasma estávamos tentando fazer este esquema de mandar abraço para as pessoas que comentaram e que não foi possível ler. Também tentamos inventar uns formatinhos diferentes em alguns programas mas é bem difícil acertar a dose, muita gente acha estranho.
    Outra coisa que me dá depressão é achar que apenas podcaters ouvem podcast. Acho lindo que todos os dias vários estejam surgindo e é claro que nem todos serão de boa qualidade e isto é natural, é consequência do acesso a tecnologia mas enfim, o ponto é que eu quero produzir conteúdo pra que qualquer pessoa ouça, por isso volta e meia puxo a orelha de colegas quando fica aquela falação de piada interna pois acho que isso afasta o ouvinte q nao tem a referencia e fica boiando. Uma outra coisa fundamental, e eu repito isso o tempo todo, é o que o Luciano Pires ensinou para nós no Telhacast, que é ter sempre um objetivo para seu programa.

    • Quanto a formatos, a gente sempre tem que tentar inovar, Kell. Como o Thiago falou no cast e eu concordo, o que é legal pode ser copiado sim. Quanto a podosfera em geral, eu concordo com o Armando, pois acho que existe mais coisa legal do que podcasts de má qualidade. Quanto as palavras do genial Luciano Pires… será que preciso falar algo? Obrigado, Kell!

    • Disponha 😛

  • Eu pessoalmente prefiro os comentários no final do podcast, os comentários são mesmo pro nicho que frequenta o site… acredito que o assunto sendo logo tratado só atraí mais o público… opinião minha embasada apenas nos meus próprios gostos…

    Agora o que é o MDM?! os caras cagam e andam pro profissionalismo e mesmo assim tem um público nomesmo nível do MRG e Rapaduracast…. Cagam e andam que enm pra terem microfones decentes pra gravação.

    • Quanto ao “posicionamento” do comentários no programa, ou seja, no começo ou no final, é uma polêmica a parte, Renver. Uns preferem no inicio do cast, outros no fim. Eu acho que cabe a cada um escolher qual o padrão utilizar. Eu prefiro no começo, pois encaro a leitura de E-mails como “continuação” do programa anterior. Mas não me importo com os podcaters que opitão por deixá-lo no final. É uma questão de padrão editorial.

  • Bom dia, boa tarde, boa noite. Olha, já vou comentar o pograma…

    Pessoal, parabéns pelo programa. Minha origem caipira me faz ser um pouco suspeito (como resistir aos rrrrrr goianos e interioranos?), mas o bate papo foi uma delícia. O tema é atraente e a forma como vocês conduziram foi muito boa, didática até.
    Confesso que vejo de muito longe essa preocupação do “modelo Nerdcast”. O Café Brasil, por exemplo, está a anos luz desse modelo, jamais passou pela minha cabeça reproduzir o que eles fazem (na verdade só conheci o programa deles depois de ter feito mais de 70 episódios do Café Brasil), pois parti de uma conceituação muito clara antes de começar a fazer o podcast, que nasceu a serviço de uma causa. O Café Brasil foi formatado como uma palestra e assim se desenvolveu. Não me sinto pautado pelo Nerdcast ou pelo Rapadura, que são altamente profissionais e bem sucedidos e – atenção – MODELOS A SEREM SEGUIDOS SIM. Mas eles lá e eu cá. E pra falar a verdade, já fiz programas com 3 ou 4 convidados e quando terminamos de montar foi inevitável dizer: putz, como é fácil reunir 4 caras e deixar o papo rolar solto! O programa fica pronto num instante! Mas a edição é um inferno. Talvez por isso o formato atraia tanta gente: a turma ouve e acha que é fácil. Difícil é criar pautas, pesquisar, escrever o programa todinho, procurar as músicas, planejar entrada e saída delas e tudo aquilo que nossa formatação exige.
    Quanto a “seguir o modelo”, sinto-me honrado e homenageado sempre que alguém me diz que se inspirou no nosso programa para montar o seu. Roberto Carlos começou imitando João Gilberto, os Stones usaram os Beatles como modelo (de como não fazer…) e assim vai. É a qualidade do conteúdo, da entrega e do marketing que determinará quem ficará. Por isso não vejo com preocupação os modelos sendo seguidos.
    O Nerdcast e o Rapadura são os maiores, mais bem sucedidos, extremamente profissionais e muito bons no que fazem. Eu os admiro sinceramente. Mas tem muito mais do que eles na podosfera. Tá na hora de trocar o disco.
    Sobre as propagandas, tenho uma grande preocupação, especialmente pelo fato do Café Brasil ter apenas 25 minutos. Tem que ser curtas, não adianta ficar puxando o saco do anunciante e – no nosso caso – não temos focado em vender produtos, mas sim no branding de nossos anunciantes. Acho simpático deixar claro aos ouvintes que estamos no ar com a ajuda do Itaú Cultural, da Nakata, do Auditório Ibirapuera e da Pellegrino. Isso cria uma empatia. E vibro cada vez que um de nossos patrocinadores diz todo satisfeito que está recebendo emails de nossos ouvintes com agradecimento por patrocinarem o programa que eles adoram ouvir. Que outra mídia proporciona esse tipo de retorno? Nossa intenção é fazer com que as propagandas entrem suavemente no programa, sem quebrar climas, sempre com textos diferentes e tentando mostrar que o ouvinte tem algo a ganhar se se aproximar de nossos patrocinadores. Tem funcionado muito, vamos para o terceiro ano com o Itaú, que sempre fecha programações semestrais, o que é uma maravilha em termos de planejamento. E não encontramos resistências dos ouvintes, pelo contrário, a aceitação foi total. Mas é aquele modelo: testemunhais curtos e objetivos, no começo e no final do programa.
    Um recado ao Igor Gudima: rapaz, você está fazendo o papel de um polinizador. Voando de flor em flor e deixando o pólem aqui e ali com seus comentários e sugestões. Parabéns. É um papel de abelhinha que, mesmo sem estar no holofote como “o” podcaster, está se mostrando fundamental para o desenvolvimento da podosfera.
    Randal, Alexandre, Jadson, Armando e Thiago, desculpem o comentário longo, e obrigado mais uma vez. Estamos juntos, vamos trabalhar para fazer de 2013 um ano especial para a podosfera brasileira.
    Um abraço a todos
    Luciano Pires
    PS: senti falta de uma voz feminina no pograma. Uma caipirinha…

    • Luciano Pires comentando no Na Poreira. E é ele, o estilo do texto só pode ser dele mesmo. Imaginei até a voz na hora da leitura. Peraí, deixa eu me recompor…

    • O Café Brasil e o WeRGeeks são exemplos que coloco na mesa pra mostrar que a propaganda não apenas não precisa influenciar o conteúdo, como até se torna agradável de ouvir.

    • Acho que na campanha “buscapé na hora” eles erraram a mão.

    • aLx

      Caras,

      Não seria legal um programa do Luciano Pires conversando com o Lucas Amura sobre Podcasts?

      hum?
      hum?

      =D

      aLx

    • Luciano Pires e Amura JUNTOS? Realmente, seria épico!

    • Nooooossa! Onde tá vendendo o ingresso?

    • Luciano Pires citando meu Nome ,já ganhei meu dia!

    • Nossa, um comentário do Luciano Pires. Que incrível! Lembrei da palestra dele que fui ver, muito bom! Muito obrigado pelo elogio, vou continuar meu papel de “abelha” sim, adoro a mídia, é mínimo que posso fazer. Abraços!

  • Queridos amigos caipiras e demais convidados, bom dia!

    Sou Alexandre “NerdMaster” do Paranerdia e adorei a discussão do episódio de vocês.

    Os podcast que tentam monetizar seu conteúdo com propagandas ou podcasts patrocinados são uma necessidade para a própria mídia podcast.

    Explico: como todas as outras mídias, o podcast está tentando entrar no mercado publicitário para se tornar realmente uma mídia viável e mais popular.

    Hoje o podcast ainda é uma mídia “de nicho”. Não temos um público do mesmo tamanho que o rádio ou a televisão. “Perdemos” em quantidade mas “ganhamos” em QUALIDADE.

    No Parolando 70, conversei com Luciano Pires sobre o Café Brasil e sobre a mídia podcast em geral e um dos temas abordados foi justamente a fidelização dos ouvintes de podcast. O cidadão que ouve podcast teve que:

    a) entrar no site, baixar e ouvir o programa e deixar (ou não) comentários
    b) entrar no site, assinar o feed, receber o programa e voltar ao site pra comentar.

    Ou seja, quem ouve podcast é porque QUER OUVIR!!

    Daí vem a necessidade de profissionalizar a mídia com a monetização. Não que “fazer dinheiro” se torne o motivo de se fazer o podcast.

    Vocês falaram muito bem que podcast é UM HOBBIE e que só deve ser feito se der PRAZER ao podcaster. Mas um Hobbie pode sim dar dinheiro a pessoa que o faz, como artesanato também!

    O PAranerdia é um exemplo disso. Tenho até o momento 70 programas e só agora ele começou a se pagar. Ainda não dá “lucro”, mas já deixou de dar “prejuízo” (se é que vocês me entendem)

    Bom, é isso que eu acho e gostaria de dar os parabéns a vocês pela coragem de abordar tema tão polêmico!

    Vida Longa e Próspera

    • Ótimas observações, Nerdmaster. Também acho a monetização do podcast necessária e geralmente ela acontece de forma natural. E nunca vi uma nova publicação começar a dar “lucro” assim que é lançada. Sábias palavras.

    • Eu prevejo, anotem isso, podcasts fazendo: “Vamos parar agora pra dar um recadinho, Iogurteira….” ou algo tão irrelevante quanto.
      .
      Dúvidam? Printem isso e nos vemos em breve.

    • Este comentário foi removido pelo autor.

    • Basta que um dos “grandes” faça primeiro…

  • Olá Pessoal! Que inveja desse Cast! Não porque ele ficou exelente, mas por não ter participado da discussão. Sensacional! Perdi as contas de quantas vezes o ouvi desde a publicação (e estou ouvindo mais uma vez, nesse exato momento). Entendi e respeito a opinião de cada um sobre cada uma das questões propostas. Mas sou mais partidário da postura do Thiago Miro. Acho que “verdades” devem ser ditas sempre, e ouvidas se possível. Mesmo com todos os “Pis” colocados no início do programa, da pra saber exatamente de quem estão falando, e não acho que “blipar” tenha sido uma boa opção já que estamos discutindo sobre o crescimento da mídia. Gente, são as críticas e sugestões que nos fazem mudar, tomar o rumo correto, ninguém trilha o caminho rumo ao sucesso sem observar os sinais. Tenho certeza que os citados, e blipados, não ficarão ofendidos com nenhum comentário feito, pois foram realizados com muito bom senso. Eu particularmente não gosto e não me relacionam com pessoas que não sabem receber críticas. Parabéns mais uma vez, e eu não terminei de comentar esse episódio, ok? ^^

    • Como eu disse anteriormente, preferimos omitir todos os podcasts, podcasters e patrocinadores dessa mídia no intuito de preservar-los. Nossa intenção foi de refletir, e não de depreciar o trabalho de outras pessoas que, assim como nós, batalham duro para essa mídia crescer.

  • Sobre cópias de formatos e coincidências, aconteceu algo muito parecido com a gente no 4Cast também. Nos primeiros episódios que gravamos, decidimos incluir no final do programa dicas de coisas para fazer, como ver um filme, fazer um passeio, assistir um show etc. Achamos que seria legal para dar uma aliviada no assunto principal, que sempre era sobre carreira e mercado profissional/corporativo. Um belo dia comecei a procurar por outros podcast pra ouvir e descobri o Brainstorm9 ou B9 como alguns conhecem. Só o site já existe a mais de 10 anos e eles tem mais ou menos a mesma pegada que a nossa. Só que com um foco maior na área de publicidade e criação. Lá, no final de cada programa, eles sempre lançam o quadro “Qual é a boa”. Fiquei super chateado pois achava que tínhamos um formato original. E nós existimos a pouco mais de 9 meses. Quem procurar um podcast que aborde um assunto semelhante ao do B9 e chegar até nós, certamente vai achar que é cópia de formato, mas fazer o que? E o nome “4Cast” então? Escolhemos o nome e não fizemos nenhuma busca. Demos mole nesse ponto…. Seis programas depois descobrimos que o domínio já tinha sido registrado por empresas e programas diversos levavam o 4Cast em alguma parte do nome. O que fazer agora^^? Já era! E negócio é esperar aqueles que possam se incomodar com isso darem e feedback e explicar. O que é muito comum com ouvintes de “Nerdcast” e “podcast” que apedrejam qualquer um que esteja “copiando” o formato deles. São queles que não diferenciam “referência e homenagem” de “plágio e falta de criatividade”.

  • aLx

    Bom, eu ia falar um pouco sobre a BOLHA DA INTERNET, fênomeno econômico que acorreu anos atrás, mas o Fernando Minotto já deixou bem explicado o que aconteceu historicamente naquele momento.
    .
    Para quem quiser ler um pouco sobre o assunto:
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    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolha_da_Internet
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    Concordo sobre esta questão de podcasts grandes não conseguirem ler todos os comentários. Mas vejam o exemplo do Paranerdia, o Alexandre NerdMaster faz questão de responder a maioria dos comentários. O mesmo com o pessoal do 4Cast. E isso mostra para o comentador que o Podcaster LEU seu comentário.
    .
    Isso, sinceramente, já me basta.
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    Não tenho a VAIDADE de querer ser lido (sempre).
    .
    =D
    .
    Grupinhos sempre se formam. SEMPRE. E alguns acabam irritando. Mas como um amigo disse recentemente em uma conversa, é melhor se focar em coisas boas do que nas ruins.
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    O tal GRUPINHO que vá ao Diabo que Carregue.
    .
    NerdCast Covers também são outra realidade. O que fazer? Esperar que amadureçam como PROGRAMA e desenvolvam sua personalidade própria. Até pq, sejamos pacientes:
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    Todo mundo precisa de um ponto de partida. Mas cada um constrói seu ponto de chegada!
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    Este programa ficou excelente.
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    Gostaria de recomendar, como programa complementar, o Aerolitos 19 onde tive a honra de gravar junto com o Igor e o Minotto e a cambada do Aerolitos.
    .
    http://www.aerolitos.com.br/aerocast-19-profissao-comentador-de-podcast/
    .
    Abraços.
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    aLx

    • A recomendação do aLx procede, pois esse episódio do Aerolitos dá uma ênfase maior à visão do ouvinte da mídia, ou seja, complementa o nosso programa. Fica a dica.

  • Publicidade, anúncios, “tchiclin”… Cara, esse assunto daria um outro podcast, achei cada ponto de vista tão valioso, todos tão diversos, sobre tantos cenários diferentes, que me deu vontade de fazer um TCC sobre o assunto hehehehehe. Vou me limitar as opiniões mais “acaloradas” sobre o assunto. Entendo a irritação do Thiago Miro quanto a anúncios que não tem haver com o programa. Mas para o ouvinte, é uma questão de estado de espírito. Esse tipo de anúncio realmente te incomoda? Pule, ignore, siga com a vida. A coisa fica séria mesmo é pro lado do patrocinador ou do veículo, no caso o podcast. Se houve um erro de estratégia, pesquisa, julgamento, certamente esse erro foi cometido pelo anunciante. Talvez o anunciante tenha visto uma oportunidade de resultados a partir de números mal interpretados. Mas o prejuízo será compartilhado por ambos, anunciante e podcast. Mas cada caso é um caso. Tendemos a interpretar ações sem ter os número em mãos. Quem disse que “78%” de ouvintes de um determinado podcast não tem cães, compram pela internet com frequência e são da região Sul do pais? Se não é o caso, o anunciante jogou dinheiro fora, o veiculo perdeu credibilidade. Mas outra verdade é o que funciona para um não funciona para outro. Anúncio de “filmes” em podcast de filmes… usar o mesmo anúncio de “filmes” em podcast de humor funciona? Não serão os ouvintes de um e de outro os mesmos? Mesmo que os temas dos podcasts sejam diferentes no geral? Não temos os números, entenderam? Por isso que sou totalmente a favor da critica a algumas práticas, mas não tem receita de bolo. Mas adoraria estudar cada caso, aliás, estou fazendo esse exercício mental nesse momento! Obrigado por colocar minha mente para funcionar em cima de algo útil! Randal, apaga o coment do Dhaemitri por favor, é minha identidade secreta, usada indevidamente XD

  • Falaram tanto de “Bolha da Podosfera” ae… Acho que o sentido que tentaram dar para o termo foi a decadência ou fim da mídia. Independente do termo ou sentido, eu vou deixar aqui um pensamento que talvez tire o sono de muito podcaster, iniciante ou não (me coloco nesse balaio ok?). Vamos a ele…
    Imaginem que só existe um ouvinte de podcast em todo Brasil, eu por exemplo. E que eu só gosto de podcasts de GAMES. Eu reservo oito horas do meu dia para ouvir podcasts, de segunda a sexta. No restante do tempo eu TENHO que fazer outras que não posso fazer ouvindo podcasts, como trabalhar, dormir etc. O fato é que eu só tenho 40 horas por semana reservadas para ouvir podcasts. Hoje SÓ EXISTEM 40 Podcasts sobre Games, com uma hora de duração cada. Ouço todos! Só que surgiu um novo programa sobre GAMES… que eu peguei para ouvir porque um dos programas que eu estava habituado a escutar atrasou, sei lá. Só que eu fiquei apaixonado por esse NOVO programa, e continuo gostando de todos que já ouvia. O que eu vou fazer para encaixar 41 podcasts em 40 horas disponíveis?! Hein, Hein? Acho que não preciso responder… O que estou querendo dizer pessoal, é que está questão martela minha mente desde a primeira vez que ouvi um podcaster dizendo que “na mídia podcast não existe concorrência como na TV, você pode ouvir um ou outro programa quando quiser!” Desculpe, mas eu discordo… Não exite concorrência AINDA! Pode nunca haver rivalidade! Mas se a podosfera continuar a crescer, vai haver concorrência SIM. Muitos podcasts começam, muitos terminam… Poucos são bons, muitos são ruins… Mas é uma questão de tempo e números. Eu usei este exemplo para ficar fácil o entendimento do MEU caso. Infelizmente, eu tive que abandonar alguns podcasts, de temas variados. Não porque eram ruins, mas porque apareceram outros que me interessaram mais, e porque não tenho tempo de ouvir todos, me obrigando a fazer a opção. A conta não fecha mais. As vezes resgato um ou outro mas não há como manter a regularidade. Senhores, peguem meu exemplo e apliquem aos nichos que quiserem… ou melhor, apliquem ao segmento “Nerd” ou “POP”. Uma hora não vai haver mais tempo de se ouvir todos os programas MUITOS BONS sobre esse tema. Alguém aê pode pensar que apenas 1 em cada 100 é bom de verdade… Mas e a cada 1000, ou 10.000?? Ahhh meus amigos… vai faltar tempo e orelha! XD Isto está longe de acontecer, eu acho. Mas como eu disse, é uma questão de tempo e números. 😉 Um abraço e obrigadíssimo por levantarem estas questões!

    • Eu usei o termo “bolha” como uma grande crescimento e um decrescimento, onde só quem é bom e gosta do que faz vai sobrar. As pessoas que tornarem o podcast um meio de vida ou mesmo como uma renda complementar teram problemas quando isso acontecer.
      ……..
      Ninguém ouve os mesmos podcasts. Tem os que você ouve e eu não e vice-versa, isso faz com que todos tenham alguém ouvindo. Tem espaço pra todo mundo que faz conteúdo de qualidade e relevante.
      ………
      Podcasts de notícias bizarras, por exemplo, não preciso de uma mão pra contar os bons, os outros copiam o MRG. Não ouço o MRG, mas se existem dois podcasts com a mesma temática, prefiro ouvir aquele que já estou acostumado. Outro exemplo: Eu contei 30 podcasts sobre O Hobbit, ouvi em torno de 5, dos 5 podcasts que já ouvia normalmente.
      ……….
      A maior dica que dou pra quem está começando, quando me pedem a opinião, é ser natural, não forçar piadas, estudar o tema pra ter o mínimo de erros e ter perseverança, porque o crescimento é lento, a menos que você ganhe um RT do Rafinha Bastos.
      ………..
      Por último, se você conhece mais podcasts do que tem tempo de ouvir, te vira. 🙂
      Eu tenho uma pasta onde guardo os episódios pra ir ouvindo, alguns passam pra frente na fila assim que são lançados.
      ………..

    • 1º Paragrafo : É exatamente sobre esse tipo de problema que estou falando. Se você usa podcast como forma de expressão, perfeito. Se você tiver um ouvinte, tá pago. Se for o caso que citou… então ferrou.
      2º Paragrafo: Concordo #1. Concordo #2. Concordo #3
      3º Paragrafo: Ou seja, você sequer se permitiu algo novo. E se a “massa” decidir não ouvir os outros 25 como você, hãn hãn^^?
      4º Paragrafo: Anotado Sensei^^
      5º Paragrafo: Olha só você! Agora que está promovendo Casts tem em torno de, sei lá, 200 pra ouvir pelo menos um programa, para poder conhecer e talvez recomendar? E quando você tiver 2000? Te vira? XD Quero ver! Abraços!

    • 115 feeds assinados. Você quer podcast de quê? eu tenho algo pra indicar.

    • Hum… Tem podcast de côco? ^^ Num me arruma problema vai 😛

    • Demorou, mas consegui.
      .
      Podcast de Côco.
      https://dl.dropbox.com/u/47563568/podcastdecoco.mp3

    • Cara,

      o mais épico nessa temática é do descontrole ( na minha opnião)

      http://descontrolepodcast.com/2011/01/09/010desctrl-historias-de-coco-parte-a/

  • Ôôô Randal, põe o “pruguin” do Gravatar aê por favor, tem hora que comento com Google, com URL, anônimo… Erro meu sobre nome… Não uso (conheço) nenhuma dessas opções do site, é demais pra minha cabeça^^! Beijos!

    • Na verdade, temos planos de não só mudar nosso gerenciador de comentários, mas também migrar tudo para o WordPress. Peço apenas um pouco de paciência conosco!

    • Gravatar é uma regalia do Wordprees, apenas.

  • Fala cambada, excelente cast… vcs estavam na minha lista aqui de futuros casts para ouvir… pelo visto comecei bem… pois achei fantástica a discussão.

    Possuo um podcast a pouco mais de 6 meses, com o público voltado para a área de desinger/publicidade, beleza também existem vários por ai, mas tentamos levar um pouco mais para o lado daqueles podcasts que não tem lá tanta credibilidade para falar de alguns assuntos (rs não temos mesmo), mas que em sua grande maioria são os expressam a opinião da realidade da profissão de uma maneira mais descontraída e que (acreditamos nós) simpatiza com nosso público.

    Ainda estamos tentando puxar uma fatiazinha dos “concorrents” digamos assim os quais nos espelhamos e curtimos muito o trabalho, a velha história quanto mais melhor, mas realmente existe uma resistência foda.

    Abz… e vou voltar heim.

    • Pode voltar. Aliás, deve!

    • Quando você decide angariar pessoas de um nicho específico, você pode ter menos público, mas de imensa maior qualidade.

    • hehehehe pode crer… esse é o segredo da felicidade kras… mira baixo…. kkkkkkk

  • Olá pessoal, tudo bom?

    Adorei tanto participar quanto ouvir agora. É uma mídia fantástica, acho que sou suspeito pra falar.

    Estou adorando acompanhar as discussões aqui no comentários, muito bom!

    Adorei os outros conceitos em relação a bolha que surgiram nos comentários, mas ainda prefiro usar este nome. Na minha cabeça é ainda mais fácil o entendimento.

    Obrigado novamente por me chamar pra participar, e querendo chamar de novo, estou por aqui, com toda certeza.

    Abraços!

    • Foi um prazer tê-lo conosco, Igor. A gente espera que tenhamos outras oportunidades!

  • Muito bom o cast, muito elucidativo. Concordo que o podcaster tem que ser monetizado, mas deviam ser mais criativos, pois da forma que alguns vão estão se tornando maçantes. Já ouvi vários podcasts e estão se tornando clones onde até o nome se remente ao Jovem nerd. Por isso, pela lucides e pelos tema e a forma de abordá-los vocês estão de parabéns! Continuem nesta crecente!
    Abraços

    • Obrigado, Amendoo. E acho que os novos podcasts têm que ser diferentes, tem que inovar. Creio que se inspirar em outros podcasts é uma coisa, mas copiar, aí não, né.

  • Fala galera.
    Vocês ja sabem que o episódio foi ótimo então vou pular os elogios.

    Acredito que o processo de terceirizar a edição é natural.
    Apesar de ameaçadora a idéia, em tudo acaba ocorrendo o processo natural de automação.
    Alguém cria, alguns copiam, se torna popular e artesanal até um momento que alguem desenvolve uma linha de montagem e industrializa.

    Muita gente não tem conhecimento, equipamento ou tempo para editar um podcast mas, isso não significa que essas pessoas não tenham conteúdo.

    A mídia está crescendo e se adaptando ao crescimento.

    Sobre fazer um episódio sobre baralho para vender baralhos.
    Eu não ouvi esse episódio.
    E achei ótimo saber antes que era um episodio dedicado a um produto por que eu tenho a liberdade de pulá-lo.
    O povo ainda não sabe diferenciar internet de tv.
    Na internet não falta conteúdo e você pode sair em qualquer momento.
    Acho que o dever do podcaster é criar conteúdo e cabe unicamente ao ouvinte filtrá-lo.

    Gostei muito do nerdcast sobre a guerra que ambienta o Assassins Creed e ele foi muito mais propaganda do que o de baralho porém ninguém reclama.
    Se ao invés de baralho de poker fosse um baralho de magic com “histórias de cardgame” acredito que não teriam tantas reclamações.

    Eu entendo publicidade nos episódios. Não gosto, mas entendo.
    E por ser algo relativamente novo, ainda não se sabe como fazer.
    A publicidade em TV é velha pra caramba e ainda tem gente que não sabe como fazer.

    Bom gente, esse comentário ta muito grande e eu preciso trabalhar nessa linda manhã de sábado.

    Falou, nos vemos na porteira.

  • Este podcast está com a leitura de emails muito grande… Randal, o que acha de um episódio com leitura de emails? seria legal, não necessitaria de pauta e seria de fácil edição, pois há o script pronto. Pense nisto.

    Bem, eu não acredito em uma Bolha, acredito na seleção natural. Muitos nascem, muitos morrem, mas no final só os fortes sobrevivem.

    O jovem Nerd, virou lugar comum usar como exemplo, fizeram otimos episódios-jabás de extrema qualidade. Eles aprenderam às duras penas como fazer, vez ou outra dão uma mancada, mas sempre estão inovando, fazendo um Podcast sobre doenças neurológicas bizarras para fazer jabá de um livro sobre zumbis. Eu acho que a propaganda deveria ser diferenciada nesta mídia que é tão diferenciada.

    Lembre-se do que eu disse sobre um episódio de comentários deste episódio, seria muito bom, pois os “redatores” são a alma do NPC.

    • Eu pensei nisso também, Daniel. Porém, as gravações dos próximos episódios estão sendo feitas no final de janeiro, impossibilitando a gente de fazer tal “episódio especial”. Estou com uma bela bomba na mão, vamos ver como eu resolvo isso.

    • Ia me esquecendo #EuGostoDoRandal

    • Lança a leitura semanal
      .
      #EuGostodoRandal

  • Olás!

    Nem ia comentar aqui, mas resolvi meio que repetir algo que disse nos comentários do Visão Histórica 28:
    A maioria dos ouvintes de podcasts está acostumada a um formato: 2 ou mais pessoas conversando sobre um assunto e, de preferência, com pitadas ou doses homéricas de humor/piadas.
    Podcasts com apenas 1 pessoa falando são um formato que me é estranho e, admito, não conseguia escutar sem uma boa dose de esforço pessoal. Isso até que percebi que o meu estranhamento se dava pura e simplesmente por uma questão de “gosto aprendido”, e este tipo de gosto pode ser mudado.
    Com tudo isso quero dizer apenas o seguinte: a qualidade é o que importa, independente do formato, tamanho ou mesmo tema.

    Posso dizer que para quem mora sozinha, como eu, uma das melhores coisas é poder escutar um podcast enquanto faço aquelas tarefas cotidianas indispensáveis numa casa. E só posso dizer obrigada por dedicarem seu tempo para produzirem bons podcasts.

    • E tudo uma questão de formato e de você se acostumar com ele. O “Café Brasil” do Luciano Pires, por exemplo, é apresentado por uma só pessoa, tem apenas 25 minutos e é seguramente um dos melhores podcasts nacionais.

    • Nilda – 44 anos, Jandira-SP

      Vou confessar que até semana passada não conseguia gostar o Escriba Café, e não entendia o porquê disso, já que tem um conteúdo excelente.
      Agora estou trabalhando para me “descondicionar” do formato bate-papo e já consegui escutar sem implicar com o podcast.

      E, por favor, não acreditem que não dá para se escutar um podcast com mais de 1:30 h sem achá-lo maçante. É apenas questão de costume e de qualidade. Não se deixem levar pelas mesmas regras que as outras mídias.

  • Voltando para comentar mais um pouquinho…

    Não me importo de escutar podcasts comerciais, desde que deixem bem claro que são comerciais. Não deixei de escutar o Nerdcast quando eles anunciaram que iriam aderir ao esquema “macacão de piloto de F1”, mas deixo de escutar um episódio de qualquer podcast se não achá-lo interessante. E deixarei de escutar um podcast se sentir que estou sendo tratada como idiota (não precisei fazer isso até hoje…)
    Mas o que precisa mesmo mudar é a cultura do ouvinte de podcast: nenhum podcaster tem obrigação de pagar para gerar um conteúdo e disponibilizá-lo de graça.
    Então ou aceitamos 200 inserções de propaganda nos episódios ou nos dispomos a financiar de modo mais direto os podcasts que gostamos e queremos que continuem a manter sua regularidade e qualidade.
    É claro que as propagandas tem que ser feitas com bom senso, respeito pela inteligência do ouvinte, etc… Não são um mal em si. Nem são a única alternativa de financiamento da mídia. Mas é preciso que o ouvinte diga do que gosta e do que não gosta, e contribua com o aprimoramento da mídia podcast no país.

    E a única coisa que acredito que possa estourar é a paciência de quem se esforça para produzir algo com qualidade e conteúdo e não tem nenhum tipo de retorno. Em comentários ou financeiros, a depender do objetivo do podcaster.

  • Atrasado, mas vim deixar meus 2 reais de opinião.

    Acho que a bolha podcastal já está aí, e não acho que venha a crescer muito mais. Sou novo como podcaster, mas velho como ouvinte. Minha opinião mais direta sobre o assunto é: quanto mais melhor! Poucas pessoas conhecem a mídia de uma forma geral, tanto em se tratando da população em geral, quanto em usuários frequentes de internet. Acho que quanto mais surgirem, maior a propaganda, e na internet sabemos que o boca a boca é fundamental! O resultado disso aí é que no fim aqueles que surgirem achando que vão ganhar dinheiro fácil fazendo, vão se desiludir, e aqueles que fazem por paixão, ou por querer passar uma mensagem, serão os que se manterão ao longo do tempo. Mas pra mim é muito claro, se nós que fazemos a mídia, e queremos que ela cresça, é fundamental que ela tenha visibilidade, e garanto pra vocês em termos mercadológicos, temos que torcer que pra que ela cresça muito em visibilidade ainda. Logo, que venham mais podcasters e que eles tragam muitos mais intusiastas. Quando ela se popularizar de verdade, é que poderemos ter margem pra melhores barganhas comerciais. Enquanto isso só as pessoas que realmente amam o processo de produção de um programa é que continuaram firmes.

    • Bem, eu particularmente acho que ela vai crescer muito mais sim, grande “O Marteleto”. Acho que ainda há espaço para o número no crescimento de ouvintes e, posteriormente, mais podcasts aparecerão. Porém, daqui alguns anos, vamos ver quantos realmente vão restar.

  • Sacanagem isso Randal… você colocou muitos PIs…
    E o que você tem contra os casts de cultura pop?? Heim?? rs

    To brincado, excelente cast, sobre o que vocês comentaram da explosão da Bolha da Podosfera, eu não acho que ela vai explodir, mas sim murchar, pois como tem sempre novos podcasts aparecendo, também tem sempre podcasts acabando…

    E sobre as propagandas, eu também não gosto quando elas são muito diretas, concordo que elas devem ser mais sutis, sem quebrar o clima do episódio…

    Mas enfim, é isso, grande edição, ótima trilha, ótimo conteúdo e participantes… Em resumo, um mais Excelente episódio…

    Grande Abraço

    • Não tenho absolutamente nada contra a cultura pop. Muito pelo contrário, também sou um profundo admirador. O que eu fiz foi apenas uma observação e uma sugestão.

  • ruz

    Olá meus caros colegas de porteira!
    Sou o André Ruz, 30 anos, Bauru-SP, do CaipiraCast, tudo bem?
    .
    Gostaria primeiro de dar os parabéns pra vocês. Estão num nível excelente, eu demorei pra comentar pq fiz uma semi-maratona e terminei de ouvir esta edição ontem!
    .
    Aproveitei que fui comprar coisas pra campus party, e fiquei ouvindo um atrás do outro. Gostei bastante do nível do Na Porteira!!
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    E também, muitíssimo obrigado pelo jabá que fizeram do CaipiraCast, fiquei muito feliz meesmo!! aliás, todos nós do podcast ficamos!
    .
    Conheci vocês recentemente, mais precisamente, no começo dessa semana, não tinha ideia que alguém do interior do estado fazia podcast, ainda mais tão pertim de casa!!
    .
    Outra coisa, adoro o TelhaCast, o Thiago Miro, e ainda estou quase conseguindo imitar a voz e o sotaque dele. logo eu já estarei pronto!! E ainda não convidamos outros casters porque ainda estamos pegando o jeitão da mídia, mas logo a gente sai da toca.
    .
    Eu acho que essa bolha vai estourar em breve. Conheço podcasters grandes que estão infelizes, não estão fazendo o que realmente gostam, e não encontram muito retorno por algum motivo que eu também não imagino o que seja, porque o cast também é bom. Acho que vai estourar nesse sentido. Galera fazendo cast a 3 anos e até agora não viu nada entrar no bolso, e por aí vai. Nossa frequencia é meio baixa por enquanto por causa dos nossos outros compromissos e hobbies, mas a tendência é melhorar o ritmo.
    .
    A propósito, assino 50 podcasts no meu itunes, e ouço muito na rua vindo pro trabalho (a pé, claro, como bom caipira), ou até mesmo no ônibus, mas sempre em vias públicas. Levo no máximo 30 minutos pra chegar. Justamente por isso que eu não gosto de bloco de e-mails no começo do cast, primeiro porque eu ouço muitos casts, e tento otimizar esse tempo o máximo possível pro conteudo, e segundo porque eu não gosto de ficar sacando o ipod num lugar público, e mesmo que eu saque, é difícil ficar acertando o tempo pra hora que começa o cast, mas enfim, cada um faz seu estilo, certo?
    .
    Abraços, meus caros colegas!

    • E o convite continua feito, Ruz. Caso haja a oportunidade, poderemos gravar juntos sim, sem dúvida!

  • Não é muito a minha reflexionar sobre este assunto, por isso vou guardar minha opinião…

    Só fiquei triste sobre as previsões futuras da mídia podcast…

    Episódio empatico com conteúdo!!!

  • Senti falta de falar da freqüência de publicação que é um assunto sempre presente quando se discute sobre essa mídia, já sobre o que está no episódio: Propaganda, Segmentação e Sobre Terceirizar a Edição, gostaria de comentar o que eu acho bom no que geralmente é considerado como ruim, isso de acordo com o meu perfil de ouvinte de podcast.

    == Freqüência ==

    Em meados de 2006 quando se eu ficava maluco por novos episódios pois os que eu assinava muito rápido eu conseguia ouvir todos assim que saiam, por isso, eu acabei ouvindo em maratona mais de uma vez o Papotech e o GeekBR.

    Hoje eu até “prefiro” podcasts com um espaço maior entre cada episódio por que aí eu consigo ouvir todo mundo. Isso se encaixa bem com o que já foi discutido pelo @Thiago Dias. E acrescento que acho muito maneiro ouvir sobre o mesmo assunto mais como visões diferentes.

    A forma que eu encontrei pra “me virar” é separar os episódios por quantidade de atenção que eles exigem de mim como espectador (ia colocar ouvinte só que tem de incluir conteúdo em vídeo), ou seja, os que exigem mais atenção tais como podcasts em outra língua e/ou didáticos eu escuto quando estou me locomovendo os outros eu escuto enquanto estou trabalhando.

    == Propaganda ==

    Talvez por eu ser um entusiasta da media podcast, venho acompanhando desde 2004 + ou -, fico com um orgulho alheio ao ouvir propaganda nos episódios porque penso lá que estou deixando de ser um hipster e agora sou alguém consome uma mídia que é levada em conta também pelas formas tradicionais divulgação de produtos e serviços.

    == Segmentação ==

    Aí pra mim vem outra palavra em mente, que é a inovação, e ela sempre acontece quando pessoas com perfis diferente fazem a mesma coisa. Pra mim é natural pessoas com perfis parecidos gostarem das mesmas coisas, por isso acho que o tema cultura pop é tão comum, e por isso existam tantos podcasts ( nesse primeiro momento ) com a mesma temática. Aqui vai um gancho pra o próximo tópico que é…

    == Terceirizar a Edição==

    A medida que _vareia_ os assuntos menos pessoas que entendem da produção de conteúdo também pode aumentar, pois imagina que pra se tornar possível um podcast de culinária a “Pamirinha” tenha de aprender a editar o audio e publicar isso em um feed? Assim ela pode se dedicar a mensagem e não com detalhes técnicos de como viabilizar isso.

    Acho que o grande barato da internet ( que acho que veio pra ficar isso aí) é essa possibilidade de experimentação e quem valida isso é o próprio consumidor e isso vale pra tudo, tanto pra podcast, vlogger, blogger e tudo que é possível publicar na internet e a capacidade de se reinveitar e se adaptar a novas formas é o que define qualquer organismo como inteligente (isso pareceu um comentário solto).

    Eu acho que já estou me estendendo muito e esse assunto da muito pano pras mangas.

    Nem preciso dizer que gostei do cast, um bjo na boca e até a próxima-lhes.

  • Gostei do cast Randal, mas queria ter ouvido os piiiisss com os nomes dos podcasts citados.
    Abraços

    • Por uma questão de ética, Nogueira, preferimos ocultar os nomes. Queremos preservar os outros podcasts.

  • Apesar de antigo, curti o episódio pessoal! Apenas passando pra “bater o cartão”. 😉

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

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