NPC 17 – Eu sou poliglota

Randal Bergamasco 3 de dezembro de 2012 25
NPC 17 – Eu sou poliglota

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Holla, muchachos? How are you? Alles Blau? Ni revenis! Não entendeu, né? Neste episódio, Randal Bergamasco e Alexandre Sacutti, junto com Rodrigo “do Quarto Sinistro” Barros lá do Pauta Livre News, conversam com o poliglota Lucas Amura exatamente sobre pessoas que falam vários idiomas. Você sabe o que é poliglotismo? Quando uma pessoa pode ser considerada poliglota? Nesta edição, conheça várias curiosidades sobre os idiomas falados no mundo. Aprenda algumas palavras que em outros idiomas parecem significar algo, mas têm outro significado. E pra você que já falar duas línguas, saiba o que deve ser levado em conta para escolher uma terceira. Isso e muito mais neste bate-papo em alto nível e divertido. E não se esqueça de comentar ou nos enviar sua opinião por e-mail, viu?

:-: NÃO QUER OUVIR A LEITURA DE E-MAILS? :-:
– Caso não queira ouvir a seção de e-mails (Correio da Roça), pule para 17 min. 46 seg.

:-: NÓS EM OUTROS PODCASTS :-:
– Ovos Zumbis #27 – TV: Saudades da Manchete (Alexandre Sacutti participou)

:-: SITES DOS CONVIDADOS: :-:
– www.lucasamura.com.br – Site do Lucas Amura
– Pauta Livre News – Podcast onde Rodrigo do Quarto Sinistro participa

:-: COMENTADO NESTE EPISÓDIO: :-:
– O que é Esperanto? – Site Kurso
– Exemplo de texto em Basco –  Site da Real Academia de Língua Basca
– NPC 06: Negócio da China – Edição do Na Porteira Cast sobre a China
– Livemocha – Aprenda vários idiomas de graça
– Falsos cognatos em Espanhol – Portal São Francisco
Letra de “Gangnam Style” em alfabeto latino e tradução em português – Site Vagalume

:-: PRÓXIMO NA PORTEIRA CAST: :-:
– Previsão da publicação do próximo episódio: 21 de dezembro de 2012

  • Olha mais um NPC no ar. E sendo sobre idiomas, sei que vai ser ótimo. Baixando agora e depois de eu ouvir, comento. 🙂

    • Seus comentários são sempre bem-vindos, Gudima!

    • Que bom, valeu!!!

      Em primeiro lugar, não sei porque não respondi a pesquisa sobre o melhor episódio do primeiro ano. Deve ter passado despercebido, sei lá porque… Bom, eu adoro o NPC 09, justamente sobre línguas! Acho muito bom!

      Este episódio foi fantástico! Vocês chamaram dois convidados excelentes para o programa, a qualidade de informação do Na Porteira é excelente, como sempre!

      Eu falo inglês, mas já fiz curso de espanhol também, apesar de quase não usar e já ter esquecido quase tudo. Mas quando fui pra Argentina, até que me virei bem. Meu bisavô era russo, tenho inclusive um livro que eu peguei da casa da minha avó e tentei dar uma olhada para aprender sozinho. Mas não consegui, é muito difícil. Fico abismado com quem consegue aprender sozinho e tem esta aptidão. É muito bom mesmo!

      Gostei muito da parte que vocês falaram sobre fonética. Minha esposa é pós-graduada em tradução e dá aulas de inglês e atualmente está fazendo um curso sobre o assunto. Vou passar este episódio pra ela ouvir, ela vai gostar!

      É isso, ótimo programa, como sempre! Como disse o Lucas Amura, o Na Porteira é uma das revelações na Podosfera deste ano.
      Abraços!

    • Nossa, eu não sabia que você tinha sangue russo! E valeu pelos elogios, Gudima! Спасибо (obrigado em russo).

    • Lembrei de outra coisa!!

      Eu fazia parte do atendimento ao cliente na empresa onde eu trabalho. Por ser uma multinacional de transportes, conversava com pessoas do mundo inteiro. E realmente, o inglês dos chineses era sempre o pior de se entender. Não dá, é carregado, é difícil, sem condições.

      Pois é, o Gudima é russo. E o Igor tb, então, já sabe. Hahaha!

      Abraços!

  • Episódio espetacular seu porteira.
    .
    Particularmente sofro muita influência da música quanto aos idiomas que estudo. Por conta do Guns N’ Roses estudei inglês e hoje sou um fluente intermediário, tudo autodidata. Por conta do Rammstein fui estudar o alemão, por conta do Nightwish fui estudar o finlandês.
    Enfim, Heavy Metal pode contribuir muito para a educação.
    .
    Gosto muito quando o Rodrigo participa de podcasts com assuntos sérios. O que conteúdo ele tem a oferecer fica muito mais evidente.
    .
    Agora, o que mais me chocou foi a voz do Lucas Amura. Não ouço os outros podcasts em que ele participa, então, esta foi a primeira vez que ouvi sua voz. Impressionante.
    Segundo o próprio, no twitter: “Eu uso um filtro de voz, minha voz de verdade é igual a do Bob Esponja”. O cara é phoda.

    • Quando a voz do Amura, juro que fiquei até com vergonha! Ele vem da escola do Rádio, que presa pela boa dicção e voz marcante, característica essa que nem sempre está presente em podcasts. Quanto a relação música x idiomas, é uma ferramenta a mais de aprendizado, sem dúvida. E a participação do Rodrigo, sem comentários, não é? Além de trollador profissional, o cara é um gênio!

  • Bruna Alves

    Fala meus queridos, adorei o programa. Aprender um outro idioma é fundamental ainda mais quando se quer desbravar novos horizontes. Não tenho muita paciência para estudar, porém tenho um amigo que aprendeu alemão e norueguês sozinho. Ele usou um método de associação dos idiomas a partir do inglês que ele também fala muito bem. No mais um super abraço. =)

    • Estudei alemão, e sem dúvida é mais fácil associar esse idioma com o inglês, pois têm algumas semelhanças, ambas são línguas germânicas. Tenho um amigo que aprendeu norueguês, a gente sempre comparava algumas sentenças. Realmente, esse idioma tem influência do alemão sim.

  • Silvia Akiba

    Acabei de ouvir o episódio e vim correndo comentar! Esse episódio está espetacular! Muito enriquecedor! Morro se rir com o Rodrigo no Pauta Livre, acho que ele tem as melhores tiradas, mas quando o assunto é mais sério, ele também tira de letra! E que participação incrível do Lucas Amura! Adorei a visão dele sobre como aprender uma nova língua pode te trazer tantos outros benefícios e não só se comunicar! É ganhar uma vida nova! Isso me tocou bastante! E me familiarizei muito com o que ele falou sobre brasileiros no exterior, pois moro no Japão e às vezes demora para cair a ficha do que perdemos quando não nos aprofundamos no idioma local. De muitos aqui, a ficha nem chega a cair. Atualmente estou estudando inglês e japonês e tenho vontade de começar o espanhol também! Desculpem por escrever tudo num parágrafo só! Rs Pelo celular perco a noção! Rsrs Um grande abraço para todos vocês e fico no aguardo de mais ótimos episódios como este!

    • Oi Silvia. Que comentário bacana! Muito obrigado pelas palavras.
      Então, se me permite dizer, aproveite que está no Japão e estude tudo o que puder estudar. Quando morei aí, comprava muita coisa sobre a língua e cultura japonesa em inglês mesmo, o que me ajudou a conhecer esse país de uma forma muito melhor do que se ficasse só na dependência do português ou dos colegas “tradutores”.
      Você está tendo uma oportunidade riquíssima! Não se desanime. 🙂
      がんばってください!^-^

  • Realmente, a participação do Amura e do Rodrigo foi fantástica! Você está no Japão então? É nosso primeiro feedback de fora do país, viu? E não se importe a respeito do tamanho do texto. E a gente não se importa não de onde é escrito, pode ser desde um celular até numa máquina de escrever.

  • Silvio Bueno

    silvio bueno de pederneiras-sp, funcionário publico.
    Ola meu caro amigo, como sabe acompanho todos os podcast do naporteiracast, e tenho percebido uma melhora constante, o que me agrada muito ja que a preocupação com a qualidade das informações e trilha sonara são evidentes.
    Concordo em numero, genero e grau, com a opinião do Lucas Amura , de que o Naporteira é uma dos podcast mais promissores da atualidade.
    Só faltou vocês citarem o ator que mais matou na historia do cinema (662 morte) Dolph Lundgren, afinal o brutamontes Fala fluentemente sueco, inglês, espanhol, alemão, francês além de ter noções de japonês e italiano, e seu QI é de 160 pontos, igualando-se a Bill Gates e Stephen Hawking.
    É isso vida pensante no interior, abraços e boa sorte meu camarada.

    • Sim, Silvio, você já é um ouvinte cativo, sem dúvidas! E valeu pelos elogios. Não conhecia essas particularidades sobre o “Dolphinho”…

  • Esse é um assunto que muito interessa :), excelente o episódio. O Amura participou de um episódio do podcach que falava sobre línguas artificiais que também valeria a apenas citar, o site ta fora seria maneiro achar alguém que tem um backup pra noses.

    Outra citação interessante além do http://livemocha.com/ tem também https://www.verbling.com/ pra quem quer aprender um novo idioma com falantes nativos.

    Um abrax

  • Nilda, funcionária pública, 44 anos, Jandira-SP (admito que sempre esqueço de me identificar)

    Realmente muito bom este episódio.
    O Rodrigo e o Lucas Amura deram uma pequena aula sobre diferentes culturas e abrir a mente para novos conhecimentos. Sou uma zero a esquerda em termos de aprendizado de outras línguas, mas me viro bem no português.

    E sobre conhecer a própria língua para aprender outras: há uns 8 anos me aventurei a aprender inglês e percebi o quanto meus colegas, a maioria adolescentes, tinham dificuldades em entender os conceitos e estruturas da língua pelo simples fato de não entenderem os conceitos e estruturas do português!
    Não sou uma especialista e me perco na maioria dos termos técnicos, mas mesmo assim conseguia me sair melhor que eles.
    Não passei do básico, mas só porque o aprendizado de outra língua não é uma prioridade na minha vida.

    • Catzo, não é que o google ressuscitou o nick Inkling?? preciso excluir isso da net…

  • Rodrigo e Lucas, sou fã desses caras! Programa sensacional. Muito conteúdo e diversão na medida certa! Parabéns Randal e Sacutti!

  • O Marteleto roubou minha frase! Pra não ficar igual direi o seguinte. Lucas Amura e Rudrigo, sou fãs desses caras. Excelente.

    Abraços

  • Olha só!!
    deixo todo elogio ao NPC lá no Recomendo do Telhacast.

    Mas este programa me fez tter vontade de estudar um novo idioma, planos para o próximo ano. A presença do Rodrigo e de Lucas nem é preciso elogiar.
    NPC o podcast mais cosmopolita do interior.

  • Desde o 1º Naporteiracast que ouvi, se não me engano o nº 5, que fico esperando o próximo sair na certeza que será um “felomenau” podcast. Ótimos temas com ótimos convidados. Também moro em uma cidade pequena no interior do ES e talvez isso seja um dos motivos que tenho tanta empatia com vcs. Parabéns e continuem assim.
    Quando ao episódio, falo o inglês medianamente e acho que uma pessoa que se interessa (e aprende) por vários idiomas tem um algo a mais que pessoas “normais”. Eu por exemplo tenho a vontade de aprender o italiano, mas só. Tem que ter muita força de vontade e também vontade, para um dia ser um Lucas Amura da vida.
    Parabéns
    Rafael, Técnico Agrícola, Ecoporanga-ES

  • Faaaaaaaaaaaaaaaaala Randal e Sacutti, NaPorteirianos deste meu Brasil Varonil-il-il (Zé Bonitinho mode).

    Adorei o episódio, sorry pela demora de comentar neles, mas estava com vários atrasados. A medida que vou ouvindo eles, vou comentando, hehe.

    Deste episódio: Lucas Amura, que voz é essa hein? Faça um seguro dela! Mas, como sempre, ótimo episódio, descobri muita coisa sobre os idiomas citados que nem sonhava em saber. Rodrigo também mandou muito bem, cast bem entrosado e que rolou aquela química que torna um episódio interessante.

    Mas o mais interessante mesmo foi o final do Lucas, aonde ele cita sobre a arrogância brasileira, vi isto diversas vezes à minha volta. Uma vez estava no Hopi-Hari, aqui em SP (uma Disney de pobre, haha), e tinha diversos cartazes de “Não pise na grama, por favor”. Aonde o pessoal se aglomerava para tirar fotos? Numa árvore, que estava nesta área não permitida. Os oficiais do parque ficavam atrás dos grupos o tempo inteiro, e ao virar as costas … eles voltavam a fazer.

    Outro exemplo: sabiam que a DisneyWorld tem um vídeo específico para grupos brasileiros? Pois é, infelizmente brasileiro confunde liberdade com libertinagem (já dizia meu comandante), e acha que tocar o puteiro é igual a “ser um povo de festa”. Querem um exemplo?

    http://www.mousesavers.com/walt-disney-world-vacation-discounts-and-deals/frequently-asked-questions-about-walt-disney-world/

    No item “Some less-known events that may affect crowds, park hours/experiences and/or traffic at Walt Disney World” temos:

    “Brazilian Tour Groups – In July each year, large groups of Brazilian teenagers descend on Walt Disney World for their winter break. Some of the groups do a lot of loud chanting. Some groups seem to get special privileges, such as early entry to certain rides. There have been complaints of group leaders taking over the FASTPASS machines first thing in the morning and getting all of the early return times. Brazilian tour groups also visit Disney World in December and January, which is summer vacation in Brazil, but those tend to be family-oriented groups that do not cause as many issues.”

    Ou seja, o jeitinho se aplica lá. E realmente, eu vi muitas vezes brasileiros reclamando disto, que os funcionários deveriam falar o idioma deles.

    E a questão de se achar únicos se reflete aqui, vendo pessoas que acham que se um americano quiser falar com elas, que aprendam o idioma delas. A questão aqui, que eu sempre digo, é o famoso “spread”, ou disseminação. A língua inglesa, até pela sua facilidade de aprendizado (ainda mais se comparada a nossa e seus mais de 20 tempos verbais diferentes), é usada comumente. Acredito que se, por exemplo, o esperanto, muito bem citado pelo Lucas, tivesse se tornado uma língua mais padrão, teria sido ela, não o inglês.

    Mas, divago e escrevo uma bíblia aqui. De qualquer forma, adoro o assunto e espero mais episódios deste tipo. Grande abraço!!

  • Rodrigo Montalvão

    Oi pessoal, tudo bom?

    Conheci o NPC há pouco tempo e agora estou ouvindo episódios antigos (fica combinado que não ouvirei os 2 primeiros).

    Gosto de estudar idiomas, e percebo como eles refletem a cultura do país (ou será o contrário?).

    Falo razoavelmente bem o inglês, mas também estudei francês por 2 anos com professor “quase particular”, e estou começando o alemão. Não me aprofundei o suficiente pra distinguir os doiss primeiros do terceiro, e já há 35 anos falo português 🙂 então concluo que o idioma mais difícil que conheci foi o francês. Isso porque apesar de não ser um idioma fonético como japonês ele tem uma exigência de pronúncia que não percebo em outras línguas ocidentais populares. Falou errado muda o sentido, aí já viu.

    Também já tive contato com coreanos, chineses e rusos, por causa do trabalho. São idiomas incríveis, e a sonoridade do russo depois de um tempo no meu ouvido ficou parecida com português, com a diferença que não dá pra entender nada. 🙂

    Meu interesse em idiomas teve dois reforços durante a vida: um foi quando li um livro excelente chamado “O Instinto da Linguagem” do Steven Pinker; e o segundo quando conheci um professor poliglota que me ensinou a importância de se estudar e treinar pronúncia.

    Pra fechar, minha maior dificuldade é a inibição, vergonha de errar. Hoje moro em SP e não falta oportunidade de falar com franceses e ingleses por exemplo, mas cadê a coragem?

    Espero ter-lhes “pago” de forma adequada com meu feedback e a indicação do livro. O tempo que perdi nesse texto é nada perto do que aprendi.

    No entanto esse acabou sendo o episódio de podcast mais triste que já ouvi, e será difícil ouvi-lo novamente com a atenção que requer. Isso porque logo depois de ouvi-lo *corri* para ver o site do Amura e conferir mais do seu trabalho e… 🙁

    • Só pra te animar e te dando um baita spoiler, nossa edição 48 falará sobre linguística, Rodrigo. Fique de olho, dia 20 estará no ar. Tenho certeza que você vai gostar.

  • ALBERTO ANDRES ROA OBREDOR

    EXELENTE, EXELENTE
    SALUDOS DES DE COLOMBIA